Não recomendado para menos de 12 anos
Ruth Bader Ginsburg (Felicity Jones) se formou em direito nas instituições mais prestigiosas do país: Harvard e Columbia, sempre como primeira aluna de sua turma. Mesmo assim, ela enfrentou o machismo dos anos 1950 e 1960 quando tentou encontrar emprego, sendo recusada pelos principais escritórios de advocacia. Na função de professora, ela se especializou em direito relacionado ao gênero, decidindo atacar o Estado norte-americano para derrubar centenas de leis que permitem a discriminação às mulheres.
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2,5
Regular
Suprema
A exceção que confirma a regra
por Bruno Carmelo
Para retratar um ícone da política norte-americana, a diretora Mimi Leder investe numa trajetória de ascensão. A diretora não se contenta em mostrar Ruth Bader Ginsburg como uma jurista importante que integra a Suprema Corte de seu país: ela precisa lembrar que a personagem sofreu as piores condições, atravessou adversidades até conseguir a maior das conquistas jurídicas e pessoais. Ou seja, Suprema é um filme que acentua as dificuldades e reforça as vitórias, de modo a explicitar o abismo entre ambos. Ginsburg não se torna uma figura com a qual todos poderiam se identificar: ela é descrita por sua excepcionalidade.Felicity Jones cumpre com desenvoltura o papel de “mulher íntegra confrontada a doenças na família”, que tem desempenhado em diversas produções (A Teoria de Tudo, Sete Minutos Depois da Meia-Noite). O roteiro critica o fato de ser baixinha, teimosa, insegura, sem experiência e
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É o tipo do filme que mostra a luta pela emancipação feminina sem estereótipos. Enquanto as feministas saem nas ruas fazendo escândalo, ficam nuas e não querem que os homens olhem, este filme mostrou a história de Ruth Bader Ginsburg (Felicity Jones) que, sem escândalos, lutou pelos direitos trabalhistas das mulheres numa sociedade machista, fez impor a sua voz, ao contrário das Marielles da vida que depois de mortas são endeusadas ...
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Kathy Bates agrega um valor a parte. Filme trata da vida em família, professoral e jurídica da primeira mulher que viria a ocupar uma cadeira na suprema corte americana. bom roteiro e sem excesso de juridiquês, mas também sem grandes emoções. Filha e marido dão um gás para ela escalar a sua carreira.
A morte de Ruth Bader Ginsburg, juíza associada da Suprema Corte Norte-Americana (para a qual foi indicada em 1993, pelo então presidente Bill Clinton), ocorrida no último dia 18 de setembro, causou uma comoção enorme entre personalidades de todos os campos e entre os anônimos. Isso está explicado pela própria trajetória de Bader, que dedicou boa parte de sua carreira jurídica defendendo questões ligadas à igualdade de gênero e os ...
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Excelente! Assisti o filme após a triste notícia da morte da Ruth Blader Ghinsburg e me agradou muito. Traz discussões muito importantes e é muito bem atuado, apesar de pessoalmente eu achar que o filme poderia focar mais em toda a trajetória da RBG e não somente naquele caso. Mas isso não tira o mérito do filme
Substituições
Durante quatro anos, Natalie Portman era a principal escolha para interpretar Ruth Bader Ginsburg. Mas ela desisitu e foi substituída por Felicity Jones.
Em família
Daniel Stiepleman, o roteirista do filme, é sobrinho de Ruth Bader Ginsburg.
Nacionalidade
EUA
Distribuidor
Diamond Films
Ano de produção
2018
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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