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Diogo Codiceira
24 seguidores
893 críticas
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4,0
Enviada em 21 de abril de 2026
O filho de Saul é um filme de drama/guerra da Hungria, que contou com a direção de László Nemes, que tbm participou do roteiro ao lado de Clara Royer. O filme foi indicado ao Oscar de 2016 na categoria de filme internacional e venceu. A trama, se passa durante a Segunda Guerra Mundial, e acompanhamos Saul (Géza Röhrig), um judeu húngaro que trabalha em um campo de concentração em Auschwitz. Saul tenta "salvar" um corpo de um jovem que teria resistido ao gás por um tempo a mais dos que as demais vítimas. A ideia de Saul é conceder um enterro ao jovem feito por um rabino. Esse filme com certeza entrou para a história não apenas do cinema húngaro, mas do cinema mundial por contar de modo diferente os horrores que foi o holocausto. A direção faz um bom jogo de câmera ao focar sempre no rosto de Saul ou em suas costas e embassar os horrores que acontece ao seu redor. Mas tudo está acontecendo ali, estamos vendo e nao vendo. De fato a premissa é simples, mas acaba se tornando uma jornada para Saul enterrar o garoto ao modes judeu. Tudo é um impecilio ali dentro, existe a barreira linguística, nem todos que estavam ali entendiam o que Saul falava ( o contrário Tb acontecia) por conta de sua língua. Além do medo de ser morto a qualquer momento pelos nazistas. Vale lembrar que Saul e os demais integram os Sonderkommandos (grupo de judeus escolhidos que trabalhavam como assistentes de administração e manutenção dos campos até que fossem selecionados e também mortos) e onde a morte parece não incomodar mais ninguém ( tire isso quando chega um comboi de novos judeus que vao sendo mortos). Saul faz de tudo para achar um rabino e conceder um enterro digno, mas existe o boato de que o grupo que Saul faz parte (incluindo ele) será morto em poucos dias. Então a atencao do filme fica sobre o que Saul vai fazer: ajudar na luta ou arrumar um rabino. Outro ponto interessante do roteiro é deixar aberto a questão se o garoto é ou nao filho de Saul. Tudo indica que nao. O desfecho foi simbólico e alguns nao podem gostar. Mas a imagem de um garoto e o sorriso de Saul denunciam que a vida é muito mais do que aquele horror. Parte técnica, especialmente a mixagem de som sensacional, captando tiros, gritos etc e trilha sonora que nao existe propositalmente para deixar a experiência mais crua
Um filme impactante ! nos mostra de uma forma mais intimista o horror das câmaras de gás no holocausto , todo filmado sob a visão do protagonista , Saul .. mas o roteiro é pobre! ., fraco.., não prende.. e apesar das cenas fortes , não emociona.., a idéia é boa , mas faltou uma dedicação maior do diretor.., muito boa fotografia! direção de arte muito boa! esperava mais deste filme , não acho que merecia o Oscar de melhor filme estrangeiro em 2017.
Para um principiante na indústria do cinema ver seu primeiro roteiro e filme vencer o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2015 deve ter sido, no mínimo, motivador. O diretor teve o mérito de mostrar algo inusitado no já recorrente tema da segunda guerra mundial e sobre o genocídio praticado pelo nazistas ao povo judeu, conhecido pela denominada solução final impetrada pelo exército alemão. Merecedor da premiação o filme consegue mostrar, com impressionantes detalhes, como funcionava a câmara de gás, com tomadas chocantes da entrada e retirada dos corpos quando milhares de pessoas foram levadas dos campos de concentração para morrer nos fornos à gás. A pergunta que todos faziam acerca do funcionamento do processo de eliminação se mostra nos mínimos procedimentos planejados e descritos com disciplina feroz pelos alemães desde a chegada, passando pela recepção até a entrada nos fornos e a posterior retirada dos corpos, com a baldeação final dos restos fisiológicos e pedaços de corpos que se desintegravam. Tudo muito triste e, talvez por isso, a opção do diretor estreante em filmar com foco no primeiro plano e com imagens embaçadas de fundo e ao redor. Todo filme se passa com o ator que representa Saul de costas, se movimentando com a câmera na nuca ou de frente com a cara de tela inteira. Mereceu o Oscar embora seja cansativo, pesaroso e de difícil digestão. Direção inovadora e exemplar, embora a novidade tenha uso limitado.
Só hoje vi O FILHO DE SAUL, filme húngaro que estreou ano passado e que arrebanhou vários prêmios por onde foi exibido. O mais simples que se pode dizer do fragmentado filme é que ele é perturbador. Incomoda, irrita, angustia, provoca o lamento e a pena. Por mais que gostemos de filmes que seguem uma lógica sequência de cenas e fatos, não há como ficar indiferente e maldizer o ousado diretor. Sim, porque a história simples sobre enterrar uma criança, vítima do Holocausto, é contada pela ótica de Saul, o prisioneiro que deseja dar um enterro digno a ela. Ele está em todas as cenas e, em muitas delas, seu rosto, impassível pelo horror, está em primeiro plano. Um novo jeito de mostrar uma tragédia inominável.
Após muito ouvir sobre esse filme e ler as críticas na maioria boas ! Perdi meu tempo assistindo esse filme , bem chato e arrastado. Alguns planos demorados demais que mais faz parecer que faltou material filmado para chegar a uma minutagem do que algo artístico tipo pausa dramática. Algumas pontas soltas de situações que não se explicam. Enfim , quem quiser arriscar ok pois gosto é algo bem subjetivo vide a quantidade de gente que elogia o filme mas deixo minha opinião : NÃO PERCA TEMPO ASSISTINDO ESTE FILME.
Esperei muito para ver este filme e tinha enorme expectativa, porém foi decepcionante em quase todos os sentidos.Em primeiro lugar a técnica de câmera na mão nunca me agradou, embora outros filmes mesmo não apreciando esta maneira de gravação, agradaram-me por outras qualidades.Achei o filme muito arrastado, cansativo, cenas confusas e repetitivas, enfim, apesar do assunto pesado e muito explorado, este filme pouco ou nada acrescentou ao longo de quase 2 horas de duração.Não recomendo e acho estranho tanta polêmica e elogios da imprensa em torno desta produção.Um filme muito, muito chato, muito fraco, como escrevi acima, decepcionante.
Fui ver com grande expectativa mas achei fraco,a idéia de focar o ator e desfocar todo o resto é interessante em alguns momentos,mas feito no filme praticamente inteiro,como foi,torna a experiencia cansativa,alem disso o final do filme é pouco elucidativo,deixando muito a desejar.
ANGUSTIANTE, CAUSTROFÓBICO , ATERRORIZANTE. O filme é uma obra prima , quando acaba a sensação é assustadora , a história é inovadora ao abordar os campos de concentração , mostrando um judeu que trabalha limpando as câmaras de gás e a sua luta para enterrar o menino , algo nunca mostrado de maneira tão contundente e forte , há cenas extremamente duras e pesadas , a filmagem é espetacular , com a câmera sempre sob a perspectiva de Saul. É SENSACIONAL !!!
Vale a pena. Um filme q fala de um tema batido, porém de uma forma não obvia. E daqueles q vc termina de assistir ainda tentando entender algumas coisas.
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