Não recomendado para menos de 12 anos
Théo (Jan Bijvoet) é um explorador europeu que conta com a ajuda do xamã Karamakate (Nilbio Torres) para percorrer o rio Amazonas. Gravemente doente, ele busca uma lendária flor que pode curar sua enfermidade. Quarenta anos depois, a trilha de Théo é seguida por Evan (Brionne Davis), outro explorador que tenta convencer Karamakate a ajudá-lo.
3,5
Bom
O Abraço da Serpente
Loucura na floresta
por Francisco Russo
Logo de início, o preto e branco salta aos olhos. Não apenas pelo inusitado que é ver a floresta amazônica completamente sem cores, mas também pela beleza trazida pela proposta estética implementada pelo diretor Ciro Guerra e o diretor de fotografia David Gallegos. Este, no fim das contas, é um dos grandes trunfos entregues por esta produção colombiana, a primeira do país a conseguir uma vaga entre os indicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro.
De fundo científico, O Abraço da Serpente é baseado nos diários de dois exploradores europeus, que vagaram pela Amazônia decididos a desvendar seus segredos nos primórdios do século XX. Cada um deles estrela uma ponta desta história, que tem no xamã Karamakate o elo de ligação. É ele quem conduz Théo (Jan Bijvoet) em sua jornada febril em busca de uma planta milagrosa, que pode salvá-lo da doença, e também quem, 40 anos depois, é procurado por
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Fui ao cinema imaginando que encontraria poucas pessoas dispostas, como eu, a assistir um filme tão “alternativo”. Afinal, era um filme da Colômbia – país com pouquíssima tradição cinematográfica – e além disso, um filme em preto & branco. Mas para minha surpresa, a sessão antes da minha estava lotada, a minha estava lotada, e pela fila ao sair da sala, a próxima também. Isto prova que há mesmo público para todo tipo de ...
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O que chama mais a atenção neste filme é a beleza! Filmada em PB a selva amazônica está lindíssima! Talvez um dos filmes mais lindos que eu já vi! Mas não só de beleza vive um filme, e seu conteúdo é igualmente ótimo! Uma verdadeira aventura na selva, ao mesmo tempo mística e antropológica. Imperdível!!!
Um filme muito rico culturalmente, revelando o contraste entre os costumes dos indígenas e dos povos europeus. De certa maneira, recria o momento da descoberta da América pelos espanhóis, com o homem branco não respeitando os nativos, explorando-os e tentando impor sua visão de mundo. O filme tem uma aura mística muito interessante, que transparece das crenças dos indígenas e de sua ligação com a natureza. Não só isso, a parte ...
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Foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro, esta produção Colombiana que trata das culturas indígenas do Amazônia, filmada em preto e branco, tem um roteiro que se arrasta não tendo a qualidade cinematográfica dos concorrentes. Filme interessante.
Inspiração
Baseado nos diários escritos pelos cientistas Theodor Koch-Grunberg e Richard Evan Schultes.
Festival de Cannes 2015
O longa foi apresentado na seção "Quinzena dos Realizadores" do Festival de Cannes 2015.
Primeira vez
É a primeira produção colombiana a ser indicada ao Oscar de melhor filme estrangeiro.
Nacionalidades
Colômbia,
Venezuela,
Argentina
Distribuidor
Esfera Cultural
Ano de produção
2015
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
3 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Catalão, Alemão, Latim, Português, Espanhol
Formato de produção
-
Cor
Colorido e Preto & Branco
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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