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só é muito extenso... mas mostra como o sexo tem um fator muito importante em nossas vidas e como ele pode afetar nossas decisões
l.Muito repercussão e euforia, mas pra mim mais uma vez, foi um mais do mesmo de Gaspar Noé. A ideia e a mensagem que o filme tenta passar é massa, mas pra mim Gaspar se perde em sua tentativa de ser perturbador e surpreendente. Tirando o roteiro que se mostrou maduro e relevante e a trilha sonora que conta com John Frusciante, Funkadelic, Pink Floyd e outros monstros, o resto é desprezível.
Um filme por vezes monótono, porém desperta em momentos a curiosidade para apreciar e aprofundar na intimidade dos personagens. Sem algum pudor, são explorados os corpos dos atores e expostos suas partes íntimas tão intimamente nas cenas de sexo, que são muitas.
Exalta a história de Murphy, em seu presente, casado com uma mulher que não ama e com um filho, tendo um vida no qual ele não imaginou tê-la, e Electra, sua ex-namorada até então desaparecida.
O desenrolar do filme se passa na época do namoro dos personagens, onde juntos exploraram a vida de todas as maneiras possíveis, com destaque as inúmeras experiencias sexuais que tiveram juntos, além do uso de drogas, brigas, traições, comportamentos abusivos e machistas.
O diretor do filme, Gaspar Noé, expõe explicitamente seu ego no filme dando o nome ao filho de Murphy e sua esposa de Gaspar, e um ex-namorado de Electra de Noé, ou pode apenas ser uma coincidência, o que fica um tanto difícil de acreditar.
Exalta a história de Murphy, em seu presente, casado com uma mulher que não ama e com um filho, tendo um vida no qual ele não imaginou tê-la, e Electra, sua ex-namorada até então desaparecida.
O desenrolar do filme se passa na época do namoro dos personagens, onde juntos exploraram a vida de todas as maneiras possíveis, com destaque as inúmeras experiencias sexuais que tiveram juntos, além do uso de drogas, brigas, traições, comportamentos abusivos e machistas.
O diretor do filme, Gaspar Noé, expõe explicitamente seu ego no filme dando o nome ao filho de Murphy e sua esposa de Gaspar, e um ex-namorado de Electra de Noé, ou pode apenas ser uma coincidência, o que fica um tanto difícil de acreditar.
As juras de amor eterno no começo de um namoro, a paixão e desejo carnal inesgotável no prelúdio de um romance, o paraíso floresce e aparenta ser imortal no surgimento de um novo amor. Ainda mais se a "química da pele" der liga. Tudo é belo, até que se dá por sincero..... Brigas, discussões, insultos, agressões, o ruim começa a transparecer, mesmo que o rala e rola insista em acontecer, pois deste se tornou um viciado e assim, não percebes que o encanto, tinha acabado. Promessas amorosas, a vida faz com que elas fiquem duvidosas e no fim, dolorosas. Depois das mais de duas horas de filme, foi essa mensagem que captei do diretor/roteirista argentino Gaspar Noé (famoso pelo polêmico IRREVERSÍVEL de 2002), que narra um drama sobre a trajetória de um casal possuídos de corpo e alma um pelo outro e que se consomem aos montes, não importa como ou com quem. Isso pela visão do homem, em seus flashbacks (arrisco em dizer que também há algo sobre o diretor, quem sabe uma biografia de si mesmo?). Eu diria que é um pornô com cenas realistas de sexo, que troca os gemidos forçados pela música clássica, eletrônica e rock (& roll, baby!). Logo de imediato já sabemos como vai ser o enredo, pois mostra tal casal em um dos seus momentos íntimos, do qual o toque prevalece para a "explosão de fogos de artifícios". Arrisco em dizer que muita gente não vai passar nem dos 10 minutos de exibição, e confesso que não foi fácil finalizá-lo, não pelo conteúdo explícito, mas sim por se estender demais da conta. E não é só isso, o jeito que Noé escolheu contar esta história, se iguala ao seu grande sucesso de 2002 (citado acima) ou seja, de trás para a frente. Ok, mas não só isso, ele mescla o presente e o passado, então pode ser confuso e assim, desestimular àqueles que até suportam o "nhec nhec nhec" ininterrupto. Basicamente é drama sexo.....drama sexo drama.....sexo drama sexo drama.....sexodramasexodramasexosexosexodramasexosexosexooooo..... Aaaaah! Para os personagens, não há tabu, eles exploram todas as formas de se ter prazer a dois (até a aguardada cena de ménage à trois, que para mim, foi a mais leve.....). E não acredito que teve o formato 3D! Coitado de quem o assistiu. Por quê? Ora bolas, só imaginar o que, em um ato sexual, pode vir a ser jorrado na plateia..... O elenco desconhecido entrega o principal, que é a sua nudez e a virilidade, já de interpretação não temos nada excepcional (bom, são melhores que os que fazem pornografia). E o ator Karl Glusman literalmente "afoga o ganso" em seis (!!!!!) atrizes diferentes durante a filmagem! Ow sorte que não cai do céu..... Se bem que tem algumas coisas no horizonte do par, que eu passo, obrigado! Noé também participa do elenco e ainda tira casquinha da protagonista. E lembra que eu falei que pode ser um biografia? Digo isso por que Noé se apresenta ao poucos, dado o nome do filho do protagonista e depois o nome do ex-namorado da atriz principal. Toda a trama seria mais interessante se não fosse pela delonga, tornando o ato chamativo de sua obra, em cansativo. E se de fato quis mesmo mostrar a complexidade de um relacionamento entre duas pessoas, enrolou muito para dizer algo que já se entende bem antes de seu desfecho. Choca, excita, cansa, brocha, desanima. O que era para ser um orgasmo, frustra. Ruim isso, pois quem não gosta de ficar no só love, só love.....só love só love.....só love só love só love só love...
O último filme do argentino Gaspar Noé (Irreversível, Viagem Alucinante) tem um tom autobiográfico demais para ficarmos confortáveis com as diversas introspecções sexuais às quais os personagens se entregam. Porém, o mais perturbador está longe de ser o sexo: mas o seu resultado. Preso em uma casa com a mãe de seu filho indesejado, o protagonista agoniza lentamente enquanto revive os momentos com sua verdadeira amada. Com certeza os “pró-vida” não estão dispostos a dialogar a respeito não dos que nunca nasceram, mas os que nasceram e agora são reféns eternos de um orgasmo inesperado.
Amei esse filme, foi o que eu esperava, e as cenas de sexo ... é isso aí ! Sem babaquice, sem moralismo. É a vida acontecendo como ela realmente é. E como ele é amoroso com o filho, cena fofa dele brincando com o nenê, cena bem pequena, mas me chamou atenção, no contexto parece dizer onde está o amor que não dói ... E adorei os atores, principalmente o Karl Glusman, ele é ótimo, além de lindo... bem calçado .. a iai ...
O filme consegue transmitir o amor no ponto de vista sexual, roteiro original, real e sexy. Um ótimo filme sobre a sexualidade sentimental.
Nesse filme retrata uma história de drama/romance. O drama do filme não é algo que surpreenda quem assiste, é formado por coisas supérfluas, egoístas e até machista, nada de tão interessante. O filme inteiro se baseia em sexo, sexo explicito por sinal.
- Roteiros: conteúdo muito fraco
- Enredo: parece que o diretor quis fazer o filme baseado em sua vida, pois colocou em maioria dos personagens nomes da família dele, amigos e até o seu próprio nome.
- Desenvolvimento: cansativo, melodramático.
- Elenco: os atores aparentam ser bons atores, porém esse filme não caiu bem para eles.
- Roteiros: conteúdo muito fraco
- Enredo: parece que o diretor quis fazer o filme baseado em sua vida, pois colocou em maioria dos personagens nomes da família dele, amigos e até o seu próprio nome.
- Desenvolvimento: cansativo, melodramático.
- Elenco: os atores aparentam ser bons atores, porém esse filme não caiu bem para eles.
Um filme diferente de qualquer um! Bem maluco e interessante, recomendo para qualquer amante de cinema!
Pessoal, não estou conseguindo assistir o filme. Como faço para ver?
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