Love
Média
3,3
363 notas

25 Críticas do usuário

5
4 críticas
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Humberto S.
Humberto S.

3 seguidores 4 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 4 de dezembro de 2016
l.Muito repercussão e euforia, mas pra mim mais uma vez, foi um mais do mesmo de Gaspar Noé. A ideia e a mensagem que o filme tenta passar é massa, mas pra mim Gaspar se perde em sua tentativa de ser perturbador e surpreendente. Tirando o roteiro que se mostrou maduro e relevante e a trilha sonora que conta com John Frusciante, Funkadelic, Pink Floyd e outros monstros, o resto é desprezível.
Rafaela Carvalho
Rafaela Carvalho

2 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de setembro de 2016
Um filme por vezes monótono, porém desperta em momentos a curiosidade para apreciar e aprofundar na intimidade dos personagens. Sem algum pudor, são explorados os corpos dos atores e expostos suas partes íntimas tão intimamente nas cenas de sexo, que são muitas.
Exalta a história de Murphy, em seu presente, casado com uma mulher que não ama e com um filho, tendo um vida no qual ele não imaginou tê-la, e Electra, sua ex-namorada até então desaparecida.
O desenrolar do filme se passa na época do namoro dos personagens, onde juntos exploraram a vida de todas as maneiras possíveis, com destaque as inúmeras experiencias sexuais que tiveram juntos, além do uso de drogas, brigas, traições, comportamentos abusivos e machistas.
O diretor do filme, Gaspar Noé, expõe explicitamente seu ego no filme dando o nome ao filho de Murphy e sua esposa de Gaspar, e um ex-namorado de Electra de Noé, ou pode apenas ser uma coincidência, o que fica um tanto difícil de acreditar.
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de agosto de 2016
As juras de amor eterno no começo de um namoro, a paixão e desejo carnal inesgotável no prelúdio de um romance, o paraíso floresce e aparenta ser imortal no surgimento de um novo amor. Ainda mais se a "química da pele" der liga. Tudo é belo, até que se dá por sincero..... Brigas, discussões, insultos, agressões, o ruim começa a transparecer, mesmo que o rala e rola insista em acontecer, pois deste se tornou um viciado e assim, não percebes que o encanto, tinha acabado. Promessas amorosas, a vida faz com que elas fiquem duvidosas e no fim, dolorosas. Depois das mais de duas horas de filme, foi essa mensagem que captei do diretor/roteirista argentino Gaspar Noé (famoso pelo polêmico IRREVERSÍVEL de 2002), que narra um drama sobre a trajetória de um casal possuídos de corpo e alma um pelo outro e que se consomem aos montes, não importa como ou com quem. Isso pela visão do homem, em seus flashbacks (arrisco em dizer que também há algo sobre o diretor, quem sabe uma biografia de si mesmo?). Eu diria que é um pornô com cenas realistas de sexo, que troca os gemidos forçados pela música clássica, eletrônica e rock (& roll, baby!). Logo de imediato já sabemos como vai ser o enredo, pois mostra tal casal em um dos seus momentos íntimos, do qual o toque prevalece para a "explosão de fogos de artifícios". Arrisco em dizer que muita gente não vai passar nem dos 10 minutos de exibição, e confesso que não foi fácil finalizá-lo, não pelo conteúdo explícito, mas sim por se estender demais da conta. E não é só isso, o jeito que Noé escolheu contar esta história, se iguala ao seu grande sucesso de 2002 (citado acima) ou seja, de trás para a frente. Ok, mas não só isso, ele mescla o presente e o passado, então pode ser confuso e assim, desestimular àqueles que até suportam o "nhec nhec nhec" ininterrupto. Basicamente é drama sexo.....drama sexo drama.....sexo drama sexo drama.....sexodramasexodramasexosexosexodramasexosexosexooooo..... Aaaaah! Para os personagens, não há tabu, eles exploram todas as formas de se ter prazer a dois (até a aguardada cena de ménage à trois, que para mim, foi a mais leve.....). E não acredito que teve o formato 3D! Coitado de quem o assistiu. Por quê? Ora bolas, só imaginar o que, em um ato sexual, pode vir a ser jorrado na plateia..... O elenco desconhecido entrega o principal, que é a sua nudez e a virilidade, já de interpretação não temos nada excepcional (bom, são melhores que os que fazem pornografia). E o ator Karl Glusman literalmente "afoga o ganso" em seis (!!!!!) atrizes diferentes durante a filmagem! Ow sorte que não cai do céu..... Se bem que tem algumas coisas no horizonte do par, que eu passo, obrigado! Noé também participa do elenco e ainda tira casquinha da protagonista. E lembra que eu falei que pode ser um biografia? Digo isso por que Noé se apresenta ao poucos, dado o nome do filho do protagonista e depois o nome do ex-namorado da atriz principal. Toda a trama seria mais interessante se não fosse pela delonga, tornando o ato chamativo de sua obra, em cansativo. E se de fato quis mesmo mostrar a complexidade de um relacionamento entre duas pessoas, enrolou muito para dizer algo que já se entende bem antes de seu desfecho. Choca, excita, cansa, brocha, desanima. O que era para ser um orgasmo, frustra. Ruim isso, pois quem não gosta de ficar no só love, só love.....só love só love.....só love só love só love só love...
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 2 de agosto de 2016
O último filme do argentino Gaspar Noé (Irreversível, Viagem Alucinante) tem um tom autobiográfico demais para ficarmos confortáveis com as diversas introspecções sexuais às quais os personagens se entregam. Porém, o mais perturbador está longe de ser o sexo: mas o seu resultado. Preso em uma casa com a mãe de seu filho indesejado, o protagonista agoniza lentamente enquanto revive os momentos com sua verdadeira amada. Com certeza os “pró-vida” não estão dispostos a dialogar a respeito não dos que nunca nasceram, mas os que nasceram e agora são reféns eternos de um orgasmo inesperado.
Rosane d.
Rosane d.

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5,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2016
Amei esse filme, foi o que eu esperava, e as cenas de sexo ... é isso aí ! Sem babaquice, sem moralismo. É a vida acontecendo como ela realmente é. E como ele é amoroso com o filho, cena fofa dele brincando com o nenê, cena bem pequena, mas me chamou atenção, no contexto parece dizer onde está o amor que não dói ... E adorei os atores, principalmente o Karl Glusman, ele é ótimo, além de lindo... bem calçado .. a iai ...
Monicke A.
Monicke A.

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de fevereiro de 2016
O filme consegue transmitir o amor no ponto de vista sexual, roteiro original, real e sexy. Um ótimo filme sobre a sexualidade sentimental.
I don't know .
I don't know .

68 seguidores 112 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de dezembro de 2015
Nesse filme retrata uma história de drama/romance. O drama do filme não é algo que surpreenda quem assiste, é formado por coisas supérfluas, egoístas e até machista, nada de tão interessante. O filme inteiro se baseia em sexo, sexo explicito por sinal.

- Roteiros: conteúdo muito fraco
- Enredo: parece que o diretor quis fazer o filme baseado em sua vida, pois colocou em maioria dos personagens nomes da família dele, amigos e até o seu próprio nome.
- Desenvolvimento: cansativo, melodramático.
- Elenco: os atores aparentam ser bons atores, porém esse filme não caiu bem para eles.
Bruno Maschi
Bruno Maschi

444 seguidores 215 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de dezembro de 2015
Um filme diferente de qualquer um! Bem maluco e interessante, recomendo para qualquer amante de cinema!
Jéssica L.
Jéssica L.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 30 de novembro de 2015
Pessoal, não estou conseguindo assistir o filme. Como faço para ver?
Lorraine D.
Lorraine D.

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4,5
Enviada em 14 de outubro de 2015
Com certeza é um filme pra se ver com olhar que vá além do ato sexual. O roteiro além de querer chocar com a crueza do sexo explícito também quer que o espectador mergulhe no turbilhão de sentimentos envolvidos em um relacionamento amoroso.
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