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Um filme quente 掠 em que olha tem que ter fôlego para assistir nossa muito quente ufa.
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Filme bem fraco, dois jovens drogados descobrindo sexo.. o filme se resume nisso sem nada a acrescentar, dialogos fracos.. padrão das chanchadas brasileiras da década de 80... um papinho de amor e logo uma cena de sexo...
Um filme com um roteiro limitado, com historia arrastada e por vezes de difícil compreensão, em que o protagonista está apenas preso nas memorias enquanto, ao mesmo tempo, está preso numa relação, tudo devido a um orgasmo inesperado, contudo, penso que o filme prometia mais, porem gostei...
Uma decepção!
Um filme que se propôs ser uma apresentação da sexualidade sentimental, mas que na verdade é um filme de relacionamentos com sexo - a quem quer uma verdadeira apresentação da sexualidade sentimental, sugiro assistir o Impérios dos Sentidos - lá, carência, controle, ciúmes e morte se transformam em sexo, aqui há sexo por um lado e por outro a carência, o controle, o ciúmes e a morte, completamente separáveis - e quem faz a história avançar não é o sexo (como no império dos sentidos), mas a carência, o controle, o ciúmes e a morte...
Um filme que se estrutura como um típico filme de relacionamentos (tal como cenas de um casamente, annie hall, etc), investigando os problemas que condenam de partida o relacionamento ao fracasso, mas no qual a personagem feminina é tratada a maior parte do tempo sob a chave simplista da fragilidade e tem um desenvolvimento incoerente, porque o fato o que é verdadeiramente importante para o filme são os sentimento, atitudes e posturas do personagem masculina. OU seja, se estrutura como um típico filme de relacionamentos, mas é o estudo de um único personagem na verdade (a contraparte feminina só serve para dar a deixa para o homem se expressar).
Um filme que é o estudo de um personagem, mas de um personagem bastante banal e pobre! Compare com o primeiro filme do Gaspar Noé, Sozinho contra todos, que é um estudo penetrante e marcante do ressentimento social - no Sozinho contra Todos, temos um personagem detestável, mas também terrível no seu ódio e nas consequências que esse ódio traz. Já em Love, Murphy é um macho escroto banalzão, intelectualmente presunçoso mas vazio (ouvi-lo falar é um tédio!). O pior é que na primeira cena, que mostra Murphy no seio familiar, o lance de nós ouvirmos os seus pensamentos "terríveis" é uma cópia de sozinho contra todos, mas quanta diferença! Quão o protagonista de sozinho contra todos é absolutamente terrível! E como o murphy só é banal!
Decepção, decepção, decepção.
Só não dou zero, porque a cena de sexo a três é realmente muito bem gravada, tem vários outros momentos de excelente fotografia, e tem alguns (muito poucos) diálogos interessantes.
Um filme que se propôs ser uma apresentação da sexualidade sentimental, mas que na verdade é um filme de relacionamentos com sexo - a quem quer uma verdadeira apresentação da sexualidade sentimental, sugiro assistir o Impérios dos Sentidos - lá, carência, controle, ciúmes e morte se transformam em sexo, aqui há sexo por um lado e por outro a carência, o controle, o ciúmes e a morte, completamente separáveis - e quem faz a história avançar não é o sexo (como no império dos sentidos), mas a carência, o controle, o ciúmes e a morte...
Um filme que se estrutura como um típico filme de relacionamentos (tal como cenas de um casamente, annie hall, etc), investigando os problemas que condenam de partida o relacionamento ao fracasso, mas no qual a personagem feminina é tratada a maior parte do tempo sob a chave simplista da fragilidade e tem um desenvolvimento incoerente, porque o fato o que é verdadeiramente importante para o filme são os sentimento, atitudes e posturas do personagem masculina. OU seja, se estrutura como um típico filme de relacionamentos, mas é o estudo de um único personagem na verdade (a contraparte feminina só serve para dar a deixa para o homem se expressar).
Um filme que é o estudo de um personagem, mas de um personagem bastante banal e pobre! Compare com o primeiro filme do Gaspar Noé, Sozinho contra todos, que é um estudo penetrante e marcante do ressentimento social - no Sozinho contra Todos, temos um personagem detestável, mas também terrível no seu ódio e nas consequências que esse ódio traz. Já em Love, Murphy é um macho escroto banalzão, intelectualmente presunçoso mas vazio (ouvi-lo falar é um tédio!). O pior é que na primeira cena, que mostra Murphy no seio familiar, o lance de nós ouvirmos os seus pensamentos "terríveis" é uma cópia de sozinho contra todos, mas quanta diferença! Quão o protagonista de sozinho contra todos é absolutamente terrível! E como o murphy só é banal!
Decepção, decepção, decepção.
Só não dou zero, porque a cena de sexo a três é realmente muito bem gravada, tem vários outros momentos de excelente fotografia, e tem alguns (muito poucos) diálogos interessantes.
Muito bom um filme muito intereçante otimo de se ver uma trama muito picante com cenas bem elaborada e realista
Não é a toa que a série teria um fim prematuro... A série se perdeu totalmente ...a partir da metade da 2 temporada...sem contar que... O que o patrão da Mickey tinha falado com Gus na festa que ela o levou se concretizou...a primeira oportunidade que ela teve para detonar com o relacionamento dela com o Gus...adivinha.. o ex...tirou a barriga da miséria...puta sacanagem...para mim...foi o fim da picada.
best fucking movie. EVER.
Com certeza o filme mas erótico que já vi, diferente de ser um porno, tem cenas fortíssimas de sexo, onde nas filmagens foi confirmado o ato sexual entre atores, tem falhas no roteiro, mas não estraga esse bom filme.
Ótimo! Apesar das cenas intensas de sexo explícito, o tema do filme é o limite - até q ponto os personagens bancam suas relações livres. (O curioso é q qualquer filme q aborde a sexualidade sempre cause polêmica, mesmo q já estejamos em 2017...).
O último filme do argentino Gaspar Noé (Irreversível, Viagem Alucinante) tem um tom autobiográfico demais para ficarmos confortáveis com as diversas introspecções sexuais às quais os personagens se entregam. Porém, o mais perturbador está longe de ser o sexo: mas o seu resultado. Preso em uma casa com a mãe de seu filho indesejado, o protagonista agoniza lentamente enquanto revive os momentos com sua verdadeira amada. Com certeza os "pró-vida" não estão dispostos a dialogar a respeito não dos que nunca nasceram, mas os que nasceram e agora são reféns eternos de um orgasmo inesperado.
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