Não recomendado para menos de 16 anos
Um país, três cidades completamente diferentes. Pessoas se deslocam buscando uma mudança não apenas territorial, mas também - e principalmente - interior. Viajando aproximam-se de si mesmos, imersos em um universo de visual poético como a vida.
Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind
3,5
Bom
Pingo d'Água
O cinema em crise (de relacionamento)
por Bruno Carmelo
“Jean-Claude, o que você acha do suicídio?”. Esta é uma das primeiras falas de Pingo d’Água, indicando que não estamos diante de um projeto comum. O entrevistado em questão é Jean-Claude Bernardet, crítico, escritor e teórico belga, que mora no Brasil desde a adolescência. O filme, de certa maneira, constitui uma homenagem ao potencial criativo e intelectual deste homem, com uma abordagem não menos criativa e intelectual do cineasta Taciano Valério.
Em tela, Bernardet e diversos atores interpretam uma versão de si mesmos, no papel de atores que preparam um filme (o próprio Pingo d’Água) enquanto reclamam da falta de cachês, e depois se amam em conjunto, ensaiam, fazem festas juntos. Esta obra aborda de maneira frontal a dificuldade e a vontade de se fazer cinema, numa espécie de confissão, de performance teatral-cinematográfica. Para além dos rótulos, o filme transforma-se num vertiginos
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1:12




Trilogia pb
Última parte da "Trilogia Sem Cores", também conhecida como "Trilogia Cinza", de Taciano Valério. Os anteriores são Onde Borges Tudo Vê e Ferrolho.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
-
Ano de produção
2014
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Preto & Branco
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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