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Cid V
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2,5
Enviada em 29 de julho de 2026
No sul dos EUA, meados dos anos 50, o empresário musical de sucesso Tom Parker (Hanks) ouve de um de seus contratados, Jimmie Rodgers Snow (Smith-Mcphee) uma música que passa a ganhar destaque nas rádios, It’s All Right, Mama, com um branco que canta como negro, Elvis Presley (Butler). E assiste fascinado uma apresentação do artista, no qual as mulheres gritam, choram e rasgam a roupa do seu novo ídolo. Consegue não somente contratá-lo, como também afastá-lo de suas influências da música negra, inclusive na forma considerada escandalosa de dançar à época. Elvis, rapidamente enriquecido com sua explosão nacional, compra uma mansão colonial, Graceland, para sua adorada e geniosa mãe, Gladys (Thomson) .
Sensacional! Austin Buttler prova que é um grande ator da nova geração, captando totalmente a atmosfera do real Elvis Presley. Eu virei fã dele, de Elvis e do filme.
O estilo efusivo do diretor - o qual sempre adorei, contrariando alguns cinéfilos - combina muito bem com o que se pretende ser a história de um dos maiores artistas que já existiram. Há outras escolhas acertadas, como explorar as raízes de onde veio sua música e na relação abusiva de seu agente.
Há ainda a grande atuação de Austin Butler, que encarna o personagem com a entrega que ele exigia para o filme ser um sucesso.
O que não me agrada tanto é a falta de aprofundamento e desenvolvimento de momentos chaves na história do Elvis, então não sentimos o peso que deveriamos sentir em certa altura do filme, como na questão das drogas. Os diálogos tambem não são os mais inspirados da história do cinema, então mesmo que o filme se esforce em manter uma alta energia durante suas 2h40, você acaba sentindo elas.
Filme chato, viaja na batatinha, cenas confusas, não tem uma continuidade, pessimo, tinha tudo para ser bom, ótimos atores, mas é tipo um filme de um grande músico, igual o filme do Bob Marley que também é muito chato mas esse parece aqueles filmes sem objetivo, lógico que tem a história do Elvis contata, mas parece uma ficção mas não é, é uma viajem, nao recomendo.
Ótima biografia de uma parte da vida de Elvis Presley feita com muita precisão. Sem querer ser complacente com o ídolo mundial, conta seus defeitos de uma maneira bem corriqueira e sem grandes pretensões.
"Elvis" O filme retrata a trajetória meteórica do cantor Elvis Presley, desde a infância humilde até se tornar o Rei do Rock. O longa aborda também o preço que se paga pela fama, conflitos pessoais, o controle da indústria do entretenimento e o desgaste emocional dos últimos anos de sua vida. Belas interpretações de Austin Butler como Elvis e Tom Hanks como coronel Park, seu controverso empresário. Tocante e belo! Recomendo!
Esse filme é sobre tudo — menos sobre o Elvis Presley
O filme Elvis (2022) tenta ser um espetáculo estético, mas esquece de ser fiel ao que importa: a alma real de Elvis Presley.
Transformam Elvis em um personagem melancólico, rebelde, incompreendido e contra o sistema — tudo o que ele nunca foi. No lugar de um homem sensível, gentil, caseiro e focado na carreira, temos uma figura dramática, quase mística, que mais lembra o vocalista do Green Day do que o Rei do Rock.
A estrutura do filme parece um multiverso simbólico, com Elvis atravessando portais e realidades, como se fosse um Batman emocional em vez de um ser humano. A montagem é frenética, como um vídeo de TikTok com filtro, efeitos, música remixada e uma sequência narrativa difusa — incluindo, claro, Doja Cat sendo tocada em 1956. (???)
O “vilão” criado, o produtor Tom Parker, é retratado como uma figura quase caricatural, digna da Marvel — com maquiagem de Vovozona, roteiro de circo e peso simbólico demais. Na vida real, ele era um executivo com decisões comerciais — nem herói, nem vilão, e certamente não esse monstro de novela steampunk.
Sim, houve opressão. Sim, houve dor. Mas o que o filme faz é exagerar tudo para contar não uma história sobre Elvis, mas sobre o “sistema” que o próprio diretor quis criticar. Elvis vira um símbolo vazio, não um homem. Vira um herói revoltado, e não um artista apaixonado. Vira a fantasia emocional de um fã moderno, e não a realidade de quem ele foi.
Se você busca um retrato fiel, humano e verdadeiro de Elvis Presley —
> Esse filme não vai te mostrar. Vai te confundir, te distrair, e no fim… te afastar de quem ele realmente foi.
"Elvis", uma cinebiografia de Elvis Aaron Presley, o lendário rei do Rock 'n' Roll, é frenético e com muitos efeitos especiais de CGI. O filme é capaz de mexer com o coração dos fãs. Pessoalmente, eu como fã, me emocionei bastante ao ver as cenas dos shows. Austin Butler conseguiu captar a essência de Elvis Presley, trazendo mais veracidade ao filme. O longa traz à mesa seu principal assunto: o racismo. Quem sabe a história do Elvis sabe qu'ele foi criado em um bairro pobre "de pessoas negras", e isto influenciou para que aquele pequeno garoto descobrisse a "música negra" e se apaixonasse por ela. O filme representa isto muito bem, porém de uma forma curta e não aprofundada. Neste viés que entramos nos defeitos do filme: ele expõe as algumas informações d'uma maneira rasa; o desenvolvimento dos personagens com exceção de Elvis, é totalmente vazio ou inexistente. O filme é ótimo, é cheio de coisas emocionantes, com várias músicas do astro do rock, e cenas feitas baseadas totalmente em shows gravados. Eu, particularmente, com um fã de carteirinha de Elvis, amei este filme. "Elvis" não é um filme "perfeito", ele erra em várias coisas, mas não deixa de ser um bom filme.
Filmes biográficos de artistas da música costumam seguir um mesmo padrão e linha lógica: infância difícil/ estouro na carreira/ declínio- morte. Elvis segue a linha, mas com uma interessante perspectiva de seu produtor.
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