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No sul dos EUA, meados dos anos 50, o empresário musical de sucesso Tom Parker (Hanks) ouve de um de seus contratados, Jimmie Rodgers Snow (Smith-Mcphee) uma música que passa a ganhar destaque nas rádios, It’s All Right, Mama, com um branco que canta como negro, Elvis Presley (Butler). E assiste fascinado uma apresentação do artista, no qual as mulheres gritam, choram e rasgam a roupa do seu novo ídolo. Consegue não somente contratá-lo, como também afastá-lo de suas influências da música negra, inclusive na forma considerada escandalosa de dançar à época. Elvis, rapidamente enriquecido com sua explosão nacional, compra uma mansão colonial, Graceland, para sua adorada e geniosa mãe, Gladys (Thomson) .
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Sensacional! Austin Buttler prova que é um grande ator da nova geração, captando totalmente a atmosfera do real Elvis Presley. Eu virei fã dele, de Elvis e do filme.
O estilo efusivo do diretor - o qual sempre adorei, contrariando alguns cinéfilos - combina muito bem com o que se pretende ser a história de um dos maiores artistas que já existiram. Há outras escolhas acertadas, como explorar as raízes de onde veio sua música e na relação abusiva de seu agente.
Há ainda a grande atuação de Austin Butler, que encarna o personagem com a entrega que ele exigia para o filme ser um sucesso.
O que não me agrada tanto é a falta de aprofundamento e desenvolvimento de momentos chaves na história do Elvis, então não sentimos o peso que deveriamos sentir em certa altura do filme, como na questão das drogas. Os diálogos tambem não são os mais inspirados da história do cinema, então mesmo que o filme se esforce em manter uma alta energia durante suas 2h40, você acaba sentindo elas.
Há ainda a grande atuação de Austin Butler, que encarna o personagem com a entrega que ele exigia para o filme ser um sucesso.
O que não me agrada tanto é a falta de aprofundamento e desenvolvimento de momentos chaves na história do Elvis, então não sentimos o peso que deveriamos sentir em certa altura do filme, como na questão das drogas. Os diálogos tambem não são os mais inspirados da história do cinema, então mesmo que o filme se esforce em manter uma alta energia durante suas 2h40, você acaba sentindo elas.
O melhor filme sobre Elvis Presley. E agora temos o EPIC - Elvis Presley In Concert do mesmo diretor! @elvistheblues
Filme chato, viaja na batatinha, cenas confusas, não tem uma continuidade, pessimo, tinha tudo para ser bom, ótimos atores, mas é tipo um filme de um grande músico, igual o filme do Bob Marley que também é muito chato mas esse parece aqueles filmes sem objetivo, lógico que tem a história do Elvis contata, mas parece uma ficção mas não é, é uma viajem, nao recomendo.
Ótima biografia de uma parte da vida de Elvis Presley feita com muita precisão. Sem querer ser complacente com o ídolo mundial, conta seus defeitos de uma maneira bem corriqueira e sem grandes pretensões.
"Elvis"
O filme retrata a trajetória meteórica do cantor Elvis Presley, desde a infância humilde até se tornar o Rei do Rock. O longa aborda também o preço que se paga pela fama, conflitos pessoais, o controle da indústria do entretenimento e o desgaste emocional dos últimos anos de sua vida.
Belas interpretações de Austin Butler como Elvis e Tom Hanks como coronel Park, seu controverso empresário.
Tocante e belo!
Recomendo!
O filme retrata a trajetória meteórica do cantor Elvis Presley, desde a infância humilde até se tornar o Rei do Rock. O longa aborda também o preço que se paga pela fama, conflitos pessoais, o controle da indústria do entretenimento e o desgaste emocional dos últimos anos de sua vida.
Belas interpretações de Austin Butler como Elvis e Tom Hanks como coronel Park, seu controverso empresário.
Tocante e belo!
Recomendo!
Esse filme é sobre tudo — menos sobre o Elvis Presley
O filme Elvis (2022) tenta ser um espetáculo estético, mas esquece de ser fiel ao que importa: a alma real de Elvis Presley.
Transformam Elvis em um personagem melancólico, rebelde, incompreendido e contra o sistema — tudo o que ele nunca foi.
No lugar de um homem sensível, gentil, caseiro e focado na carreira, temos uma figura dramática, quase mística, que mais lembra o vocalista do Green Day do que o Rei do Rock.
A estrutura do filme parece um multiverso simbólico, com Elvis atravessando portais e realidades, como se fosse um Batman emocional em vez de um ser humano.
A montagem é frenética, como um vídeo de TikTok com filtro, efeitos, música remixada e uma sequência narrativa difusa — incluindo, claro, Doja Cat sendo tocada em 1956. (???)
O “vilão” criado, o produtor Tom Parker, é retratado como uma figura quase caricatural, digna da Marvel — com maquiagem de Vovozona, roteiro de circo e peso simbólico demais.
Na vida real, ele era um executivo com decisões comerciais — nem herói, nem vilão, e certamente não esse monstro de novela steampunk.
Sim, houve opressão. Sim, houve dor.
Mas o que o filme faz é exagerar tudo para contar não uma história sobre Elvis, mas sobre o “sistema” que o próprio diretor quis criticar.
Elvis vira um símbolo vazio, não um homem. Vira um herói revoltado, e não um artista apaixonado. Vira a fantasia emocional de um fã moderno, e não a realidade de quem ele foi.
Se você busca um retrato fiel, humano e verdadeiro de Elvis Presley —
> Esse filme não vai te mostrar.
Vai te confundir, te distrair, e no fim… te afastar de quem ele realmente foi.
O filme Elvis (2022) tenta ser um espetáculo estético, mas esquece de ser fiel ao que importa: a alma real de Elvis Presley.
Transformam Elvis em um personagem melancólico, rebelde, incompreendido e contra o sistema — tudo o que ele nunca foi.
No lugar de um homem sensível, gentil, caseiro e focado na carreira, temos uma figura dramática, quase mística, que mais lembra o vocalista do Green Day do que o Rei do Rock.
A estrutura do filme parece um multiverso simbólico, com Elvis atravessando portais e realidades, como se fosse um Batman emocional em vez de um ser humano.
A montagem é frenética, como um vídeo de TikTok com filtro, efeitos, música remixada e uma sequência narrativa difusa — incluindo, claro, Doja Cat sendo tocada em 1956. (???)
O “vilão” criado, o produtor Tom Parker, é retratado como uma figura quase caricatural, digna da Marvel — com maquiagem de Vovozona, roteiro de circo e peso simbólico demais.
Na vida real, ele era um executivo com decisões comerciais — nem herói, nem vilão, e certamente não esse monstro de novela steampunk.
Sim, houve opressão. Sim, houve dor.
Mas o que o filme faz é exagerar tudo para contar não uma história sobre Elvis, mas sobre o “sistema” que o próprio diretor quis criticar.
Elvis vira um símbolo vazio, não um homem. Vira um herói revoltado, e não um artista apaixonado. Vira a fantasia emocional de um fã moderno, e não a realidade de quem ele foi.
Se você busca um retrato fiel, humano e verdadeiro de Elvis Presley —
> Esse filme não vai te mostrar.
Vai te confundir, te distrair, e no fim… te afastar de quem ele realmente foi.
"Elvis", uma cinebiografia de Elvis Aaron Presley, o lendário rei do Rock 'n' Roll, é frenético e com muitos efeitos especiais de CGI. O filme é capaz de mexer com o coração dos fãs. Pessoalmente, eu como fã, me emocionei bastante ao ver as cenas dos shows. Austin Butler conseguiu captar a essência de Elvis Presley, trazendo mais veracidade ao filme.
O longa traz à mesa seu principal assunto: o racismo. Quem sabe a história do Elvis sabe qu'ele foi criado em um bairro pobre "de pessoas negras", e isto influenciou para que aquele pequeno garoto descobrisse a "música negra" e se apaixonasse por ela. O filme representa isto muito bem, porém de uma forma curta e não aprofundada. Neste viés que entramos nos defeitos do filme: ele expõe as algumas informações d'uma maneira rasa; o desenvolvimento dos personagens com exceção de Elvis, é totalmente vazio ou inexistente.
O filme é ótimo, é cheio de coisas emocionantes, com várias músicas do astro do rock, e cenas feitas baseadas totalmente em shows gravados. Eu, particularmente, com um fã de carteirinha de Elvis, amei este filme. "Elvis" não é um filme "perfeito", ele erra em várias coisas, mas não deixa de ser um bom filme.
O longa traz à mesa seu principal assunto: o racismo. Quem sabe a história do Elvis sabe qu'ele foi criado em um bairro pobre "de pessoas negras", e isto influenciou para que aquele pequeno garoto descobrisse a "música negra" e se apaixonasse por ela. O filme representa isto muito bem, porém de uma forma curta e não aprofundada. Neste viés que entramos nos defeitos do filme: ele expõe as algumas informações d'uma maneira rasa; o desenvolvimento dos personagens com exceção de Elvis, é totalmente vazio ou inexistente.
O filme é ótimo, é cheio de coisas emocionantes, com várias músicas do astro do rock, e cenas feitas baseadas totalmente em shows gravados. Eu, particularmente, com um fã de carteirinha de Elvis, amei este filme. "Elvis" não é um filme "perfeito", ele erra em várias coisas, mas não deixa de ser um bom filme.
Filmes biográficos de artistas da música costumam seguir um mesmo padrão e linha lógica: infância difícil/ estouro na carreira/ declínio- morte. Elvis segue a linha, mas com uma interessante perspectiva de seu produtor.
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