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Jackson A L
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1.246 críticas
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3,5
Enviada em 12 de outubro de 2022
Um bom filme, com uma bela atuação de Austin Butler e mais um excelente papel para Tom Hanks, na pele do "coronel" tom Parker. Há muitas teorias que envolvem a carreira de Elvis com o empresário e principalmente o motivo de Elvis não ter tido carreira internacional (apenas 3 shows no Canadá). Como teria sido a carreira de Elvis sem Tom Parker, será que teria ainda mais sucesso? teria uma carreira mais longeva? São coisas que não dá pra saber.. Vale a reflexão. Tom Parker teria sido um Ray Croc da música? Obs. Para quem não pegou a referência assistam "Fome de Poder" (The Founder) que conta a história do MC Donalds.
Um show de interpretação de Austin Butler e Tom Hanks. Alguns acharam que o filme só retrata a parte “boa” de Elvis, sem tocar no lado obscuro, mas não é bem assim, pois vemos, mesmo que de forma um pouco distante, seu problema com drogas, ele como perdulário, sua atração por adolescentes (inclusive Priscilla foi uma delas, com 14 anos quando conheceu Elvis, que tinha 24). O que o filme queria abordar era a relação de Elvis com o Coronel e o crescimento da fama e carreira de Elvis, e isso fez muito bem! Apenas uma queixa: Não incluíram a principal canção de Elvis, a música Always on my mind que ele fez para Priscilla, após o término do casamento.
Minha opinião: Um filme icônico, de Fredie Mercury, creio que o melhor neste filme Elvis. Fantástica atuação de Austin como Elvis, uma representação que vale um #Oscar Todo os trejeitos, performances, estilo que leva você para dentro da historia de Elvis. Tom sempre é Tom, maravilhoso em sua atuação, mas com uma maquiagem bem pesada. Mas com uma atuação fazendo um lado do mal. Que não estamos acostumado a ver dele. O filme não igual ao do Fredie que é uma historia bem biográfica, aqui ela por etapa da vida, tem cortes e assim passando de tempo em tempo. Uma coisa entendi que o rei do Rock, teve uma vida de rei, mas uma vida perdida e também presa. Perdida pelo sucesso, bebidas, mulheres,.... Preso por um empresário ardiloso, e preso por seus vícios nos jogos. E assim viveram um preso no outro. Com suas fraquesas. Deu para entender que Elvis sempre teve o sonho de fazer a turnê intenacional, mas nunca conseguiu. Na verdade vimos uma vida triste do rei. Mas que realizou vários de seus sonhos e sucesso, mas que termina de uma forma deprimente. Uma historia que vimos em tantos astros, cantores, atores caírem neste mesmo fim. Mas é um filme cheio de cores que faz parte da época. Com suas canções que marcaram época. Roteiro: Um roteiro que deveria ser diferente e não pegar o rumo que pegou. Com certeza seria diferente. Vale apena assistir? Sim Nota: 8
Denso, intenso, forte, marcante e triste... uma história avassaladora, impressionante e marcada por muita tristeza também. Enfim, toda trajetória densa e espetacular do eterno Rei do Rock.
“Elvis”, cinebiografia dirigida e co-escrita por Baz Luhrmann, é um filme com a cara do diretor/roteirista/produtor australiano. Um espetáculo visual, repleto de cores e de vibração, com uma edição frenética e com recursos narrativos que tentam fazer jus à figura magnética, emblemática e igualmente chamativa que era a de Elvis Presley.
O filme tem como foco o relacionamento entre o cantor (interpretado por Austin Butler) e seu empresário, o Coronel Tom Parker (Tom Hanks), que se conheceram quando Elvis realizou as suas primeiras gravações, ainda na Sun Records, e era considerado uma promessa da música norte-americana.
“Elvis” enfoca muito bem os motivos por trás da transformação de Elvis Presley no Rei do Rock ‘N Roll. Se, por trás dele, tinha a mentalidade empresarial do Coronel Tom Parker, nos holofotes tínhamos um artista que soube se posicionar num momento histórico de um Estados Unidos segregacionista, conservador e violento.
Chama a atenção também, na trajetória de Elvis Presley, o fato dele ser um artista mundialmente aclamado sem nunca ter saído dos Estados Unidos e ter feito grandes turnês internacionais.
Neste ponto, “Elvis” reflete, também, uma crítica ao regime de trabalho de artistas como o cantor, com contratos de trabalho com cláusulas abusivas, reféns de seus empresários e sem a liberdade de poder planejar a sua carreira.
Embora não deva ser a obra definitiva sobre a vida e obra de uma estrela do porte de Elvis Presley, “Elvis”, com certeza, será lembrado pela sua visão extravagante e por duas excelentes performances: as de Austin Butler e de Tom Hanks, que devem estar presentes na próxima cerimônia do Oscar, assim como o filme deve ser indicado em algumas categorias técnicas.
Filme maravilhoso , atuação perfeita, para quem como eu sou fã do Elvis. Primeiramente o ator Austin Butler se preparou por 3 anos para fazer o papel , ele canta , ele toca violão e piano, além de trabalhar a voz para parecer com a do Rei… atuação de deixar outra biografia que foi muito aclamada no chão Bohemian Rhapsody , Rami Malek o qual o ator apenas dublou as canções e trejeitos, que confesso ter vergonha qdo assisto o filme em comparação ao Elvis e Rocketman( atuação ímpar do ator Taron Egerton que atuou e cantou todas as músicas, inclusive teve aulas com o próprio Elton John). Voltando ao filme Elvis se apresenta como um rapaz ingênuo ludibriado pelo seu empresário ganancioso e como seus sonhos são prejudicados.
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