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Carolina C
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13 críticas
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3,5
Enviada em 19 de julho de 2022
(SPOILERS) . . . . . . . . . . Gostei muito da interpretação do Austin Butler. O modo sorumbático e dramático com que ele interpretou o rei do rock foi mais do que notável e toda a minha avaliação boa vai para este espetáculo à parte da história de Elvis. Mas, não me agradou o excesso de apontamentos da paixão de Elvis pela fama e pelo sucesso e pelos fãs. Para mim, as únicas paixões de Elvis eram a mãe e a música. E o único genuíno amor era a música. Ele se doava para a música a ponto de entrar na mesma vibração dela e mostrava isso com seu corpo quando dançava. Elvis era a música e é por isso, para mim, que ultrapassa gerações e jamais será esquecido. Segue um trecho da biografia escrita por Peter Guralnick e de mesmo nome do filme:
"...Ele só falava em música... Nem tanto no Opry, mas principalmente em música gospel. Era o que ele mais cantava.” Uma colega de turma, Shirley Lumpkin, contou a Elaine Dundy, a autora de Elvis and Gladys: “A coisa mais legal que posso dizer sobre ele é que ele era um solitário”. E outro colega, Kenneth Holditch, disse a Dundy que recordava dele como “um rapaz triste, tímido, não especialmente atraente”, cuja habilidade no violão dificilmente lhe renderia prêmios. Muitas das outras crianças tiravam sarro dele como um tipo de menino “cafona” tocando música cafona “caipira”, mas Elvis não arredou o pé. Sem nunca desafiar seus detratores ou os seus críticos, continuou a fazer a única coisa que lhe era importante: a música."
o Filme é muito bom um salve a parte para a caracterização, maquiagem dos personagens Tom Hanks irreconhecível os demais personagens também momentos q a ficção se mistura a realidade a trilha sonora o que dizer? É Elvis né ?
Imperdível. Diferente de Bohemian e Rocketman, Elvis não se apoia nas aclamadas músicas do cantor para contar sua história, portanto não vá esperando um musical para sair cantando do cinema… porém, ao optar principalmente pela dramaticidade da relação do cantor com o empresário, ao invés de sua coletânea de músicas, Baz acerta em cheio em contar uma história que te prende do início ao fim na qual o espectador se apaixona cada vez mais pela persona do cantor e sua trajetória ímpar e de extrema importância dentro do mundo do entretenimento. Os exageros já característicos dos filmes de Baz caem muito bem aqui, afinal é a carreira de um astro bem exagerado. Li varias críticas sobre as rápidas passagens de tempo dentro do filme e a falta de aprofundamento em algumas relações dos personagens… até pode ser verdade, mas vou passar pano… afinal o filme retrata da infância até os dias finais de Elvis em apenas 2:30h, uma tarefa e tanto pra quem tem muito a contar. O filme traduz de uma forma bem interessante a fixação do público com o cantor no palco, através das reações orgásticas das mulheres… uma verdadeira revolução feminina contra os pudores da época. Preciso falar sobre Austin? Voz, sotaque, maneirismos… perfeitos! O ator não interpretou, mas encarnou Elvis… torço para seu reconhecimento!
"Elvis" é um filme empolgante, musical, épico mas com alguns problemas, talvez Baz Luhrmann quisesse fazer um filme maior do que sua própria capacidade técnica permitisse, e alguns momentos temos exageros, mas por quase duas horas e meia vivemos em uma montanha russa de erros e acertos, porém temos muito mais acertos, seu primeiro ato tem uma montagem confusa, fica visível a ideia do diretor, mas sua execução não funciona bem, tal qual seu CGI e transições, porém, seus enquadramentos são muito bons e alguns pequenos trechos são geniais, como o pequeno Elvis descobrindo a música, numa cena que é rodeada de misticismo, luxúria e pecado, toda sua composição é genial, e o restante da obra segue assim, com uma montagem que nem sempre funciona mesclando com pequenos bons trechos, ao decorrer da obra sua edição fica mais calma e a historia mais contada, porém o arco do famoso empresário de Elvis, Tom Parker, que é o foco aqui, fica por muitas vezes meio entediante, e as repetições de ideias que o filme se reutiliza constantemente também, porém isso é bem neutralizado graças a ótima trilha sonora de Elvis, seu gingado, e a atuação de Austin Butler, que em cima do palco está sensacional e fora dele está razoável, seu roteiro é linear, porém se utiliza muito dos trechos de seu primeiro ato, o restante do elenco está bem, com um destaque ao Tom Hankes, outros pontos de direção artística também estão ótimos, como figurino, cabelo e a maquiagem. "Elvis" poderia ser um filme melhor, concordo, mas é entendível a aposta de Baz Luhrmann de tentar fazer um épico sobre uma carreira de um artista épico, a tentativa é válida e mescla momentos péssimos com momentos geniais, como as conturbadas e prolongadas cenas de surtos femininos com a genial exploração da influencia da música negra a carreira de Elvis, tudo é uma combinação que pode até cansar um pouco, mas no final vale a pena. 7,5/10
Muito bom filme sobre a carreira de elvis presley, que dava um espetaculo quando estava nos palcos, mas a vida dele fora dos palcos achei entediante e o filme poderia sim ser um pouco mais curto, mas ainda assim vale muito a pena
Poderia ser bem melhor. Austin bem no papel, mas o roteiro se arrasta quando Elvis vira atração permanente em Vegas. Talvez, para mostrar como se pode ser o maior do mundo em uma jaula. Coronel (Hanks) como seu diretor, fã e aproveitador. Começo nota 10, mas vai caindo, caindo ...
Aiin, que filme perfeito, QUE FILME. Eu amei cada detalhe, cada segundo de cada minuto. Esse filme tem que ganhar o Oscar de melhor maquiagem, no mínimo.
Em que pesem os relacionamentos do Rei com menores, só sabia da Priscila e a apropriação cultural da música negra, o que minhas origens tupiniquibs consideram uma tolice. O filme é muito bom. Talvez não agrade aos mais jovens. Mas é impossível não ver a analogia entre o senador Eastland, cidadão de bem, defensor da família e dos bons costumes que propaga o ódio contra as minorias. Por um nomento achei que fosse o atual ocupante do Palácio da Alvorada.
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