Cidades de Papel
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3,7
1616 notas

140 Críticas do usuário

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Robson W.
Robson W.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 14 de julho de 2015
Achei o filme fraco. Até prende a atenção no início mas torna-se chato.
Marcos A.
Marcos A.

95 seguidores 123 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de julho de 2015
Filme bem legal, sobre o que as pessoas pensam que você é, e o que realmente você é, mesmo se você mesmo não se conhece. Bem interessante, com uma narração que não fica chata e uma trilha sonora muito bem escolhida. Vale a pena assistir.
Luiz F.
Luiz F.

11 seguidores 16 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 14 de julho de 2015
a história do filme é bem fraca. Foi "vendido" como um filme romântico, mas fala mais sobre amizade. É um filme com boas pitadas de humor e uma boa mensagem, mas vc não consegue se identificar com os personagens. Fui assistir sem ter lido o livro, assim como faço com todos os filmes baseados em obras. Na minha opinião o filme não convenceu.
Lara M.
Lara M.

7 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de julho de 2015
Melhor filme que eu ja assiti, não é clichê (assim como praticamente todas as obras do John) e emocionante
Mirelly P.
Mirelly P.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de julho de 2015
amei esse filme super legal,queria o livro.❤❤❤❤❤❤❤❤❤
Marcel S.
Marcel S.

6 seguidores 39 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de julho de 2015
Outra obra bem traduzida para o cinema, John Green impacta de uma forma diferente a juventude, o filme peca algumas vezes com clichês ou saídas fáceis, mais nada de tirar o foco do filme e seu enredo, algumas atuações dão uma derrapada, mas o protagonista Nat Wolff foi uma grata surpresa, filme que conversa muito bem com nova juventude e não se prende no simples foco do amor adolescente.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de julho de 2015
Me surpreendeu, é uma grande aventura, com bons tons de comédia, um pouquinho de romance e quase nenhum drama, é divertido e agradável de assistir.
Bruno V.
Bruno V.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de julho de 2015
Não li o livro, então o que escrevo aqui se refere apenas ao filme.
Mais uma trama feita para cativar adolescentes, seguindo uma espécie de roteiro "padrão" para filmes do tipo. Não assisti a Culpa é das Estrelas, contudo, esse eu li.

Estabecendo um comparativo, além do tal roteiro padrão para adolescentes já citado, posso dizer que a aCedE apresenta uma trama mais "pesada" e mais próxima da realidade, ao apresentar protagonistas com problemas de saúde sérios e tudo o mais. CdP, por outro lado, já se trata de algo mais agradável, que mesmo contendo situações e personagens (questões da adolescência atual) típicos do nosso cotidiano, possui um enredo principal bem fictício: spoiler: uma garota misteriosa que tem costumes de fugir para pensar na vida e deixar pistas para o local onde foi, além de um garoto que, às vésperas de sua formatura da escola, sai com um grupo de amigos de carro para perseguir essas pistas e viaja mais de 1000 km (não consigo imaginar tal devoção e disposição em adolescentes).


Mas apesar da falta de compromisso do enredo principal para com a realidade, o filme nos traz uma aventura agradável, gostosa de se assistir, adolescentes ( spoiler: fora a Margo, claro, kkk
) muito bem construídos, quer dizer, o filme nos mostra jovens tão semelhantes quanto o possível aos jovens da classe média ocidental, com seus conflitos, comportamentos, suas amizades, dúvidas e, acima de tudo, a busca por sonhos e por uma paixão, o que desperta nos jovens (pelo menos fez isso comigo kk), desde o trailer do filme rs, uma certo afeição por ou identificação com o protagonista Quentin (ou Q), ou mesmo os outros jovens envolvidos.

O final, spoiler: no que eu considero o clímax da historia, é praticamente emocionante e, apesar de não ocorrer o que nós gostaríamos que ocorresse, é sincero com quem assiste. Eu, por mim, gostaria que houvesse tido pelo menos uma última menção ao que ocorreu à Margo (quem sabe eles poderiam ter esbarrado por aí algum dia?!), talvez isso fosse me deixar mais feliz pelo Quentin, mas é sempre bom reforçar que nem tudo na vida pode, ou deve, acontecer como queremos.
Pessoalmente, gostei bastante da trama, me fez pensar em certos aspectos de mim mesmo e das pessoas à minha volta. Recomendo a todos que assistam sem preconceitos (e legendado, de preferência!).

A opinião desse site (segue abaixo) conseguiu transmitir o que tanto me marcou nesse filme. Mesmo não sendo fã dessas modinhas, esse filme conseguiu me marcar de uma forma que eu não esperava, e é essa sinceridade, essa visão honesta e real da adolescência, com personagens com os quais eu convivo todos os dias, sem falar da mensagem sublime que a história transmite, que foi, de certa forma, muito importante para mim.
Com certeza nao vou tão cedo esquecer esse filme, que me atraiu desde o trailer, e mesmo tendo assistido no cinema há dois dias, estou com muita vontade de fazê-lo novamente, e talvez até ler o livro.

Coloquei o link no espaço para meu blog, mas esse site NÂO EH MEU, apenas gostei bastante da opinião.
Jeniffer Karine
Jeniffer Karine

13 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de julho de 2015
Pra começar queria dizer que isso não é necessariamente uma crítica séria e sim a crítica de uma pessoa absolutamente apaixonada pelos livros do Green.
Lembro de rir muito lendo Cidades de Papel, principalmente com os amigos de Q e suas palhaçadas. Mas o livro não é feito somente de risos, Cidades de Papel é mais sério do que parece, mostra como idealizamos as pessoas e esperamos que sejam como imaginamos. O livro em si mostra mais sobre Margo e Q do que o filme, a adaptação aponta mais para as transformações da adolescência, o que não o torna pior que a obra original.
Cara Delevingne (Margo Roth Spiegelman) e Nat Wolf (Quentin Jacobsen) não tem o mesmo carisma que o casal interpretado por Shailene Woodley e Ansel Elgort [em A Culpa é das Estrelas], até porque são "casais" absolutamente diferentes, mas os atores contracenam bem durante a adaptação.
O maior destaque do filme são as amizades de Q e Austin Abrams (Quentin Jacobsen) é a maior estrela entre eles. Austin é carismático e engraçado, absolutamente a vontade com todas as falas e situações (Ben é com certeza o personagem mais engraçado da obra original). Justice Smith (Radar) e Halston Sage (Lacey Pemberton) completam o time de divertidos amigos de Q.
É óbvio que Scott Neustadter e Michael H. Weber (A Culpa é das Estrelas) mudam e cortam coisas ao longo da história mas a essência é mantida. Quando soube que mudaram o final da história eu já fui decepcionada para o cinema e fiquei muito surpresa e feliz com o que vi. A jornada de Q é mantida, a essência de Margo e seu mistério é mantida e acima de tudo, o modo John Green de falar com o público é mantida. A troca de diretor entre as obras favoreceu o novo longa, Jake Schreier cumpre bem seu papel, favorecendo o filme.
Por fim Cidades de Papel é uma excelente adaptação, com modificações sim mas ainda uma obra livre e bem feita. Atores trabalhando muito bem em cena (as cenas de Ben, Radar e Q são de uma naturalidade incrível), uma trilha sonora é bem feita e trabalhada. Papers Town é um trabalho que vai deixar os fãs de Green contentes (e ansiosos pela adaptação de "Quem é Você, Alasca?").
Luiz L.
Luiz L.

25 seguidores 6 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de julho de 2015
Decepção..... A critica do adorocinema dando nota 4 não condiz com o filme
..sem ritmo....atores sem carisma um dos filmes mais chatos que vi ...não percam seu tempo
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