Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Chefia Admin
1 crítica
Seguir usuário
5,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2020
Filme que atende ao que se propõe: divertir. Se vai ve-lo com alguma expectativa existencial ou muito elaborada, poderá se frustrar. Mas se a proposta é dibersao com riso facil, aproveite , o filme é pra você! A historia é dinamica, gera expectativa e possui uma infinidade de situações hilariantes.
Filme muito ruim, comecei a assistir e não aguentava mais, o filme sem enredo algum, passa o tempo todo em banheiro, parece que demorou unas quatro horas pra acaba. Muito ruim.
A Noite da Virada até poderia ser um bom filme de comédia brasileira, mas peca pelo excesso (e em alguns momentos pela falta dele). O longa narra as aventuras de seis conhecidos que se reúnem, com dezenas de outras pessoas, na casa de Ana (Júlia Rabello) para comemorar a chegada de mais um ano. E aí que começa a surgir os primeiros problemas do roteiro: se é uma festa de Ano Novo, imaginamos, antes mesmo do filme começar, que os personagens (ou a maioria deles) têm algumas superstições e metas para o novo ano. Porém, não é isso que acontece; apenas, Ana, que se dedica aos preparos da festa, pois acredita que essa será uma boa maneira de começar o novo ano com o pé direito; Alê (Luana Martau), que por não conseguir pular as setas ondas tem uma outra ideia não muito brilhante; e Duda (Paulo TIefenthaler), que quer deixar os problemas conjugais pra trás. Já os outros personagens do elenco principal, Rosa (Luana Piovani), Mario (Marcos Palmeiras), Rica (João Vicente de Castro) e Sofia (Martha Nowill) parecem que estão indo apenas para mais uma festa de final de semana. Porém, se o filme escolheu a comemoração de um ano novo como pano de fundo, isso deveria ser melhor explorado.
As cenas principais do filme, que acontece durante a comemoração do Ano Novo, se passam dentro dos dois banheiros da casa de Ana. Confesso, que não ficou muita clara para minha a intenção do diretor com tais escolhas. Além disso, Ana convidou centenas de pessoas para a festa, mas nas imagens vemos que não foram tantos convidados assim.
Em meio ao roteiro fraco e uma festa de Ano Novo nada convincente, três atores coadjuvantes não mostraram a que veio: Anselmo Vasconcelos, que é o patrão machista e sem graça de Ana; Taumaturgo Ferreira, o Paulão, um traficante que passa boa parte do filme sem uma atuação muito expressiva; e, Rodrigo Sant'Anna, o Fumaça, que durante todo o filme fica praticamente num monólogo, sem nada a acrescentar ao roteiro principal (talvez neste último caso, a escolha de Rodrigo para compor o elenco do filme, se justifica apenas pela popularidade do ator). Se o elenco se limitasse apenas aos seis atores principais, além de poucos coadjuvantes, como Daniel Furlan e Juliano Enrico, talvez a história ganhasse um pouco mais de fôlego e de graça.
Já o final do filme (e da festa) é tão insonso, quanto o próprio desenrolar do longa!
O filme não tem nenhuma história mirabolante, muitos até dirão que é filminho de sessão da tarde, mas, é uma comédia gostosa que dá para divertir. E o que mais gostei aqui são as atuações e como as histórias de cada personagem se interligam uma com a outra. Destaque para Rodrigo Sant’ Anna. Ele está ESTUPENDO como Fumaça!!! O cara passa o filme inteiro dentro de um banheiro químico, sem muitas falas, mas com uma presença h-i-l-a-r-i-a-n-t-e! Eu ria toda vez que ele entrava em cena!
Baseado na peça “O Banheiro”, escrita por Pedro Vicente (também co-autor da adaptação cinematográfica), o filme “A Noite da Virada”, dirigido por Fábio Mendonça, é aquele tipo de obra que podemos classificar de uma reunião de gags (cenas e situações criadas com o único propósito de arrancar risos da plateia). Desta maneira, não espere coerência do roteiro escrito por Nina Crintzs, Cláudia Jouvin e Pedro Vicente.
“A Noite da Virada”, como o próprio título já diz, se passa na noite de Réveillon, mais precisamente, na casa de Ana (Julia Rabello) e Duda (Paulo Tiefenthaler), que organizam uma mega festa para celebrar o ano novo, reunindo gente de todo tipo, estilo e classe social. Tanta mistura é propícia para a intenção natural do longa, mas o que acaba acontecendo é que “A Noite da Virada” representa uma série de clichês.
Os personagens do filme representam tipos bem comuns, como o casal que vive um casamento monótono; o homem que, vivendo uma crise de meia-idade, decide deixar toda a sua vida na cidade grande em busca de uma rotina mais pacata numa cidade do interior do nordeste; o cara que trai a esposa sem que essa não faça a mínima ideia do que está acontecendo; os jovens que só pensam – o tempo todo – em curtir um barato advindo do uso de drogas; o casal que só pensa em fazer sexo – não importa o local; a mulher que vive com medo de ficar solteirona; etc.
O filme mantém a essência da peça, na medida em que o local mais importante para a ação não é a festa em si, e sim o banheiro no qual essas pessoas acabam buscando a privacidade necessária para expor todos esses clichês e tentar resolvê-los desastradamente, na medida do possível. O problema é que, além de ser uma obra inconsequente em tudo aquilo que mostra, “A Noite da Virada” nada mais é do que um filme vazio, que simplesmente não acrescenta nada a ninguém e que revela o triste nível das comédias que o cinema brasileiro insiste em lançar ano após ano, por causa do enorme apelo popular que elas possuem.
Este filme é muito ruim e fazia tempo que não assistia algo tão ruim!
Falam muitos palavrões o tempo todo, sujeira, baixaria, traição... E não é culpa do cinema brasileiro porque "O Auto da Compadecida" foi um filme excelente!
A culpa é do roteirista mesmo que merece uma vaia!
Não recomendo nem ao meu pior inimigo! Não vale a pena assistir nem sendo de graça! É tempo perdido, acreditem!!
Um filme sensacional e com um ótimo elenco. Recomendo sim ele, pois o mesmo muda a fama ruim que o Brasil tem de filmes de comédias péssimos. Fico impressionado como tem uma galera aqui que se acha o crítico, o diretor, quando na verdade nem um filme amador saberia fazer ou ao menos editar. Fui acompanhado com mais 4 pessoas ao cinema e todos sairão dando risadas e recomendando o filme. E sinceramente, o mesmo tá de parabéns.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade