Sinopse: Buster é um coala empolgado que decide criar uma competição de canto para aumentar os rendimentos de seu antigo teatro.
Crítica: "Sing - Quem Canta Seus Males Espanta", dirigido por Garth Jennings, é uma refrescante comédia musical que se destaca pelo seu enredo otimista e pela riqueza de seus personagens. A animação da Illumination Entertainment consegue capturar o espírito vibrante de um espetáculo musical, enquanto nos apresenta um elenco de animais cativantes, cada um com suas próprias aspirações e desafios.
A trama gira em torno de Buster Moon, um coala encantador e determinado que vê no concurso de canto a última esperança para salvar seu amado teatro. O filme faz um ótimo trabalho ao misturar comédia e drama, revelando as lutas pessoais de cada competidor. Rosita, por exemplo, representa todas as mães que, negligenciando seus próprios sonhos, empenham-se fervorosamente em cuidar dos outros. Sua jornada para redescobrir sua paixão pela música é emocional e inspiradora, um reflexo da luta de muitas pessoas na vida real.
Os temas da superação e da crença nos próprios sonhos estão presentes em cada personagem. A abordagem de Johnny, o gorila que busca sua própria voz contra a vontade do pai, é uma narrativa poderosa sobre a importância da autenticidade e do apoio nas relações familiares. Ao mesmo tempo, Meena, a elefanta tímida, aborda questões universais de insegurança e a superação do medo. Essas histórias entrelaçadas criam um rico mosaico de experiências humanas que ressoam com o público.
Além disso, a escolha musical é outro ponto alto do filme. As performances são energéticas e contagiantes, com uma seleção de músicas que variam do pop ao rock. Cada número musical é coreografado com entusiasmo, transformando o espetáculo em uma verdadeira festa visual e auditiva que encanta tanto crianças quanto adultos.
Visualmente, "Sing" é uma explosão de cores e animação vibrante, o que complementa a sua mensagem de esperança e criatividade. A narrativa leve e o humor fazem do filme uma experiência divertida e edificante, algo que é frequentemente necessário no mundo atual.
Em suma, "Sing" não é apenas um filme de animação; é uma celebração da música, da diversidade e da busca incansável pelos sonhos. A direção de Garth Jennings, junto com um brilhante elenco de vozes, cria uma obra que, além de divertir, inspira a audiência a acreditar que é possível superar qualquer obstáculo que a vida apresente.
O filme traz personagens muito carismáticos, com histórias de vida bem realistas, indo além do contexto da música para falar também de superação, amizade, perdão e outros temas. É muito divertido e a trilha sonora é bastante cativante.
Uma animação bem cativante, com ótima trilha sonora, personagens envolventes, bom roteiro, e com um final muito legal, a ascensão do Coala. Gosto muito de filmes musicais e essa animação merece uma nota 8.
Filme maravilhoso do início ao fim. Ele te prende na história e em todo o contexto. Junta a realidade de várias famílias do cotidiano que tem sonhos em se tornar cantores em forma de bichos o que nos leva a sentir as emoções de ambos os personagens. Os espetáculos musicais são maravilhosos, magníficos. Um filme que eu colocaria meu filho para assistir sem problema algum. Show de bola, assim como PETs 2 de mesmo diretor!
O filme é bom, porém trago perguntas: Por que quem comete crimes ou é pobre é representado pelos macacos? Por que a dona de casa é uma porquinha rosada? Por que uma elefanta não tem coragem de se expressar? Por que o trapaceiro é um rato? E a secretária ser representada por uma réptil idosa gagá?
Acho válido assistirmos a esse filme com o olhar crítico (de verdade)
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade