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Sing... animações com animais já não são novidade, filmes como Zootopia, Rei Leão, Madagascar e Pets estão aí para provar. Mas essa nova animação da Illumination talvez seja uma das mais divertidas e engraçadas do estúdio. O filme conta a história de um coala chamado Buster, que decide criar uma competição de canto para aumentar os rendimentos de seu antigo teatro. A disputa movimenta o mundo animal e promove a revelação de diversos talentos da cidade, todos de olho nos 15 minutos de fama e 100 mil dólares de prêmio. O roteiro é bastante simples e previsível, mas ainda assim consegue ser bastante bem sucedido com uma direção de Garth Jennings. Os personagens são todos extremamente carismáticos, pois cada um tem sua personalidade própria e você acaba se identificando com pelo menos um deles. O visual da animação é muito bonito, com traços bem feitos e esse consegue se diferenciar um pouco dos filmes do estúdio Illumination. As músicas são todas sensacionais, todas conhecidas e o estilo pop predomina e funciona muito bem. O final do filme é previsível e nada original, mas de qualquer forma, não muda nada em sua experiência, pois a diversão é completamente garantida, tanto para crianças, como para adultos. Sing é um filme que não é original, mas é bem feito, com personagens muito carismáticos e é puro entretenimento. Recomendo!
ameeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei demaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais. muitoooooooooooooooooooooooo legaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaal
O filme por si só não traz grandes novidades de roteiro um show de calouros promovido por um empresário falido e tal, mas o que chama a atenção são as 80 músicas tocadas durante todo o filme que faz você recordar e ter vontade de cantar deixando o filme rico e divertido de assistir.
Sing - uma grande animação que seria como um The Voice em desenho animado com animais achei muito bom fora que a trilha sonora já é um prêmio a parte
Muito bom, corram pro cinema. Imagens incríveis. Uma belíssima produção, as músicas foram muito bem escolhidas.
Recorrendo a generalizações para facilitar tramas inchadas, Sing – Quem Canta Seus Males Espanta começa com pouco e termina com ainda menos sendo resolvido. Decepciona ainda mais quando, em muitos momentos, se assemelha mais a uma animação B feita direto para home-video. Sucesso a Illumination tem, falta agora o estúdio correr atrás do prestígio ao qual tanto aspira, e que já demonstrou ter potencial para alcançar. O resultado é uma animação que, de fato e sem trocadilhos, não possuí voz própria.
Gosto muito de filmes com múicas, apesar de não assisti muitos musicais. A história é bem desenrolada e o contexto dos personagens é conveniente ao roteiro do filme. Talvez a melhor animação dos ultimos 2 anos que assisti.
Apesar de seu carisma do início ao fim, animação do estúdio responsável por Minions decepciona como musical ao rebuscar os mesmos problemas que Pets.
Gostei na história do desenvolvimento de alguns personagens de como as dificuldades pessoais atrapalham ao alcançar seus sonhos, fiquei surpreso com o filme.
CANTE (na melodia da música-chiclete mais tocada nos últimos meses - Trem Bala, de Ana Vilela):
Não é que o filme seja de todo ruim assim/
É sobre perceber que existe similar, muito melhor por aí/
Zootopia, por exemplo, se esforçou muito além do trabalho de voz/
E criou detalhes de um mundo impressionante pra qualquer um de nós/
É mesmo um pouco esquisito/
Com um enredo tão simples e batido, sem nada pra pensar/
Sequer existe uma cena/
Que seja composta para nos edificar/
Não é que todo filme infantil tenha que ter no fim uma moral/
Mas não pega bem quando quase todo personagem faz algo ilegal/
E se disfarça de musical só porque conta com várias canções/
Mas só tem uma original no meio de várias versões/
É irônico que sem música, contudo/
Não tem graça nada na história se fosse assim/
Por isso traria mais sorrisos/
Se a cena dos testes com os bichos fosse esticada até o fim/
Não é que a duração mostre brecha para aumentar/
Pelo contrário, é longo a ponto de quase arrastar/
Ainda bem que acertaram na escolha dos dubladores originais/
Fica a dica: se poupe da espera, não há cena após os créditos finais/
Deixe o cérebro de fora/
Sorria e abrace a jornada já que está ali/
Esse é Sing: Quem Canta Seus Males Espanta/
E a gente é só espectador querendo se divertir;
padecin. com
Não é que o filme seja de todo ruim assim/
É sobre perceber que existe similar, muito melhor por aí/
Zootopia, por exemplo, se esforçou muito além do trabalho de voz/
E criou detalhes de um mundo impressionante pra qualquer um de nós/
É mesmo um pouco esquisito/
Com um enredo tão simples e batido, sem nada pra pensar/
Sequer existe uma cena/
Que seja composta para nos edificar/
Não é que todo filme infantil tenha que ter no fim uma moral/
Mas não pega bem quando quase todo personagem faz algo ilegal/
E se disfarça de musical só porque conta com várias canções/
Mas só tem uma original no meio de várias versões/
É irônico que sem música, contudo/
Não tem graça nada na história se fosse assim/
Por isso traria mais sorrisos/
Se a cena dos testes com os bichos fosse esticada até o fim/
Não é que a duração mostre brecha para aumentar/
Pelo contrário, é longo a ponto de quase arrastar/
Ainda bem que acertaram na escolha dos dubladores originais/
Fica a dica: se poupe da espera, não há cena após os créditos finais/
Deixe o cérebro de fora/
Sorria e abrace a jornada já que está ali/
Esse é Sing: Quem Canta Seus Males Espanta/
E a gente é só espectador querendo se divertir;
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