Não recomendado para menos de 18 anos
Após perder a visão, Ingrid (Ellen Dorrit Petersen) resolve ficar isolada em sua própria casa, onde se sente mais segura. Seu grande parceiro nesta difícil adaptação é o marido (Henrik Rafaelsen). Mas quando as lembranças do mundo que ela conheceu vão desaparecendo gradativamente, ela percebe que o maior perigo está dentro de si mesma.
5,0
Obra-prima
Blind
Blind precisa ser visto
por Renato Hermsdorff
“O real não importa, desde que eu visualize bem”, sintetiza Ingrid (Ellen Dorrit Petersen) ao se apresentar para o espectador de Blind (Cega). Ela está perdendo a visão – já não enxerga praticamente nada – e, por conta da limitação, se isola em seu apartamento.
Enclausurada, ela tenta se lembrar de “coisas”: como era aquela árvore? Qual a cor da porta daquele prédio mesmo? E o cachorro? Pouco importa se é um pit bull, um pinscher ou um pastor alemão. “Desde que eu visualize bem”.De início, Blind parece um filme bom. Quase sensorial. A fotografia fria toca a pele de quem assiste como um metal que ficou exposto ao sereno. A partir da (falta de) memória da personagem (o passado), o mundo de Ingrid se revela não só escuro, como gélido (contribui o tom branco neve da tez da atriz, quase albina. E vale lembrar que é uma produção norueguesa, terra de baixas temperaturas).
À medida em que o fil
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2:18
2:15





9 Notícias e Matérias Especiais
Filme interessante... Faz pensar, refletir sobre como um drama pessoal pode afetar um relacionamento e como uma pessoa pode fazer para tentar dar luzes a uma escuridão profunda que é a cegueira.
A princípio achei o filme meio louco, do estilo David Lynch, depois entendi que era uma escritora num processo criativo.
A princípio achei o filme meio louco, do estilo David Lynch, depois entendi que era uma escritora num processo criativo.
É um filme forte com apelos sexy fantasiosos, e senti uma certa dificuldade na compreensão.
Li as críticas e ficou mais claro.
Recomendo!
Li as críticas e ficou mais claro.
Recomendo!
Muito bom o filme! Ele é bem perturbado e é bem trabalhado a questão psicológica, sexual e uma mulher com cegueira.
Perfeito, extremamente bem escrito e elaborado, excelente atuação e direção. Blind é uma perola do cinema escandinavo, as sutilezas de uma protagonista forte que se isola do mundo depois de perder a visão é tão comovente que faz o telespectador se perguntar "se ficasse cego será que eu faria essas mesma coisa?" indiscutivelmente um dos melhores filmes do ano.
Festivais
Exibido nos festivais de Berlim e Sundance 2014. Neste último, levou os prêmios de melhor filme estrangeiro e melhor roteiro.
Nacionalidade
Noruega
Distribuidor
IMOVISION
Ano de produção
2014
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Inglês, Norueguês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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