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Teeni Estrelar
2 críticas
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5,0
Enviada em 21 de dezembro de 2025
Ahhh é um filme tão belo de se ver... cativante, encantador e que me prendeu o início ao fim. Amei desde que assisti o curta metragem e amei assistir o filme também, os personagens são ótimos e a história muito bonita 凉蠟
Hoje eu quero voltar sozinho é um filme nacional que foi dirigido e roteirizado por Daniel Ribeiro. Na trama, acompanhamos Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente com deficiência visual, que tenta lhe dar com seus pais superprotetores. Ao mesmo tempo que na escola possui a sua melhor amiga Giovana (Tesse Amorim), com que sempre está ajudando Leonardo. Tudo começa a mudar quando um aluno novo chega na sala de Leonardo: Gabriel (Fábio Audi). Essa inesperada chegada faz com que Leonardo descubra mais de si. Após o sucesso com o seu curta (com os mesmos 3 atores) de 17 minutos, Daniel resolve estender para um longa deixando as mesmas premissas, apenas acrescentando outras relações com os pais e colegas da escola. O longa deu explorar melhor a descoberta da sexualidade de Leonardo. O roteiro trabalha bem essa questão da descoberta da sexualidade e amplia isso ao colocar na pele de um adolescente que está naturalmente pressionado pelos dilemas de escolhas de sua idade. Alinhado a isso, ainda temos a sua deficiência, que é motivo de bullying dentro da escola. Daniel buscou evitar qualquer tipo de estereótipo decidindo buscar mostrar o dia a dia do personagem principal. Com a chegada de Gabriel, aos poucos, a narrativa vai fazendo Leonardo sair de sua zona de conforto. No geral é um filme sobre amor, mas e forma muito sutil. Talvez por carrega essa visão extremamente romântica possa frustrar parte do publico que procure algo mais profundo sobre o principal tema do filme.
aborda a homossexualidade de forma sensível e natural e o processo de autodescoberta de Leonardo, explora também os desafios da adolescência e a busca por independência de um jovem com deficiência visual, o filme se destaca pela forma delicada que trata os temas evitando esteriótipos e clichês e sua abordagem sensível em temas importantes.
Filme nacional que retrata com naturalidade e sutileza a homossexualidade. Um roteiro simples, mas com uma história sensível e emocionante sobre autodescoberta, amor e autenticidade.
Caraca!! BRASIL! MEU PAÍS! Brasil conseguiu representar muito bem a vida de um personagem com deficiência visual e o início de um relacionamento muito fofo!! Nota 10 não é suficiente! Eu me apaixonei pelo filme!
Filminho bem legal, interessante, super calmo, e ESSE é o problema, pra que tanta calmaria meu povo, até que na verdade quando finalmente saiu um pouco da calma, em que o ceguinho (com todo respeito eu esqueci o nome dele) começa a esfregar o p** eu fiquei um pouco assustado mas enfim vivencias veyr
Uma obra prima do cinema LGBTQIAPN+ nacional, simplismente icônico e maravilhoso. Me arrisco a dizer que é o melhor filme gay depois de Call me By Your Name e o melhor no âmbito nacional!
Sou pai de deficientes visual, um rapaz e uma moça, ambos com Amaurose de Laber (cegueira congênita total). Vi o título do filme e achei interessante, pensei que fossem explorar algum aspecto importante da deficiência visual, do Cego. Entretanto o que assisti foi uma apelação sem a menor importância não dá cegueira em si mas do lado sexual do cego que não é diferente de nenhum outro ser humano, tem sentimentos e necessidades como qualquer pessoa que enxerga. Gostaria de saber: Qual o propósito de ter explorado a cegueira neste contexto? Porque deveria ser diferente a relação de uma pessoa deficiênte visual? Não entendi!
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