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Eder Brito
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119 críticas
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4,0
Enviada em 17 de julho de 2017
Eis ai um filme que aborda o tema homossexualismo sem fazer uma apologia em si, porém mostrar o fato de que não é uma escolha (até porque ele é cego) é da um tapa na cara da sociedade que diz ser uma escolha, afinal como um cego que jamais pode analisar o corpo de uma mulher ou homem em fim se apaixonou por outro homem? Em fim a historia em sí é excelente, a Tess Amorim ta show. Em fim vale muito apena ser assistido.
Um filme realizado de forma brilhante, com toda a delicadeza e o feeling exato para o primeiro beijo e a primeira paixão vividas nessa época. Sem estigmatizar o protagonista, mesmo esse se encontrando em minorias, seus problemas e aflições são generalizados e típicos de qualquer jovem dessa idade. É um roteiro bonito e bem desenvolvido.
'Hoje eu quero voltar sozinho' A historia sobre o adolescente cego Leonardo (Ghilherme Lobo) que se apaixona pelo seu colega de classe Gabriel (Fabio Audi) é uma ótima opção para aqueles adolescentes em duvidas é logo para aquelas pessoas que procuram se emocionar com uma bela narrativa de um belo romance. O romance que conta com um ótimo roteiro de Daniel Ribeiro e a belíssima direção de Daniel Ribeiro (II) deixa muitos espetaculadores felizes com o resultado. O universo cinematográfico LGBT no cinema brasileiro esteve tão bem nesse filme que impressiona que não tenha sido indicado ao oscar de melhor filme. As atuaçães de Ghilherme Lobo e Fabio Audi estiveram impressionantes, não se pode esquecer tambem de Tess Amorim que teve seus bons momentos. Sem ser uma historia clichês o filme consegue supreender seus expectativas e muito mais que foi pedido.
Um filme delicado, leve, simples e muito bonito. Trata-se simplesmente do amor e suas facetas, que podem acontecer mesmo quando não se enxerga com os olhos carnais, mas com a visão da alma. Desenvolto e cativante. Confiram!
Não recomendado para menores de 12 anos. Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente cego, tenta lidar com a mãe superprotetora ao mesmo tempo em que busca sua independência. Quando Gabriel (Fabio Audi) chega na cidade, novos sentimentos começam a surgir em Leonardo, fazendo com que ele descubra mais sobre si mesmo e sua sexualidade.
Excelente filme, me enche de orgulho saber que é brasileiro; o Brasil tá precisando de menos comédia chata e mais filmes nesse estilo. O filme é espetacular, as atuações são muito boas e convincentes, a maneira como o filme é construído de forma simples e expontânea é fantástico. O filme ele não fala apenas sobre o homossexualismo, ele fala sobre o amor, que mesmo o Léo sem nunca ter visto o Gabriel, conseguiu se apaixonar por ele, mostrando que o amor é muito mais que aparência! Ótimo filme, e a mensagem que ele passa é muito boa, uma pena que não consegui concorrer ao Oscar de filme estrangeiro, mas que mereceu, mereceu muito! Parabéns a todos os envolvidos!!
A relação de um adolescente cego e a descoberta de sua sexualidade. Esta produção brasileira conquistou o público nacional com a forma sincera e singela de contar a história do jovem cego Leonardo (Ghilherme Lobo) na busca da sua independência pessoal e em como seu mundo muda completamente com a chegada de Gabriel (Fábio Audi), seu colega de sala, por quem se apaixona. É um conto gay, de uma doçura singular, filmado à moda antiga, inteligente e completamente delicioso. Curiosidade. Esta produção foi uma das maiores surpresas do cinema nacional. Começou no circuito com poucas salas de exibição e apenas em alguns estados e por pedido do público foi crescendo a quantidade de salas e locais, levando mais de 200 mil pessoas nas salas de cinema. Nota do público: 8.0 (IMDB) Nota dos críticos: 91%(Rotten Tomatoes) Bilheterias BRASIL - R$2,4 milhões Mundo - $1,1 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Todo o desenvolvimento da história é maravilhoso. Cada cena mais perfeita que a outra... E esse final? A-M-A-Z-I-N-G Se existe final adolescente hétero, vai ter com adolescente gay sim! Relacionamentos e descobertas fazem parte da adolescência <3
Filme sensível e delicado que retrata a descoberta do amor na adolescência por parte de Leonardo, um jovem cego que também se descobre homossexual. O filme poderia ser didático, mas não é; poderia ser "apelativo", mas não é; poderia ser piegas, mas não é...Incorrer em qualquer um destes vícios ou destes excessos, tanto por parte do texto, da direção quanto da interpretação dos jovens atores seria até esperado, dada a complexidade da situação retratada, nuançada pela extrema sensibilidade/docura do protagonista, que poderia muito bem ensejar a construção estereotipada de um personagem "frágil" ou até "afeminado". Não é o que acontece! Há uma construção respeitosa de pessoas de carne e ossos, retiradas da vida real, e que sabem muito bem "a dor e a delícia de ser o que é" (Caetano Veloso). Não falta nem mesmo a melhor amiga, visivelmente apaixonada por "Léo, e que fica enciumada quando percebe o espaço que Gabriel vai tomando em sua vida. Um filme para ser assistido por todos, desde crianças até idosos, em família e pelas várias famílias!
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