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Sidney M.
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3,5
Enviada em 14 de agosto de 2016
Tecnicamente impecável, de um cgi excelente. Gostei muito do guri que interpreta o mogli, bem carismático. A história é um pouco enrolada, mas muito divertida. E a trilha sonora é show.
Apesar de ser um bom ator, ao longo de toda sua carreira o diretor Jon Favreau acabou comprovando que em toda sua trajetória conseguiu atingir um nível maior de talento na direção de grandes produções, e não como atuação. O americano que já dirigiu grandes sucessos de blockbuster como os dois primeiros longas da trilogia Homem de Ferro (2008 e 2010) e Um Duende em Nova York (2002) dessa vez volta para os estúdios Disney para trazer de volta aos ares do século XXI o Menino Mogli. O diretor que abriu o Universo Cinematográfico da Marvel com chave de ouro repete o feitio com o Menino Lobo.
O longa, adaptado do livro The Jungle Book de Rudyard Kipling, conta a trajetória de Mogli (Neel Sethi), criado nas selvas por lobos mas que agora terá que voltar para a Vila dos Humanos já que o tigre Shere Khan (Idris Elba) ameaça a sua segurança. Numa peregrinação por toda a floresta, Mogli, na companhia de Bagheera (Ben Kingsley), verá que a natureza não é tão inocente quanto aparenta ser.
Não é novidade trazer os clássicos de animações, que em sua maioria foram originalmente adaptados pela Walt Disney, para os dias atuais. A Branca de Neve já passou pela repaginação no longa da Universal A Branca de Neve e o Caçador (2012). Alice também não foge da moda: nas mãos de Tim Burton mas ainda nos estúdios Disney, a moça com imaginação fértil voltou para as telonas no live action Alice in the Wonderland (2010). E até Tarzan entra na rede, com o longa A Lenda de Tarzan, atualmente ainda nos cinemas, produzido e distribuído pelos estúdios da Warner Bros. e dirigido por David Yates. Então realmente não foi de grande surpresa a volta de Mogli para os cinemas numa versão live action.
Apesar de ser versão de live action, o longa em geral só conta com um ator de verdade: Neel Sethi, protagonizando Mogli. O resto do elenco só dão as vozes aos animais feitos de CGI. CGI este que, apesar de falhar em alguns pontos — como deixar o malévolo tigre Shere Khan transparente em uma de suas cenas iniciais —, torna-se crível — mesmo sendo, visivelmente, feitio da tecnologia.
Apesar dos animais serem merecedores de todo o CGI, o cenário é o ponto mais alto quando se trata da tecnologia no recente filme de Favreau. Obviamente, a ambientação é cem por cento cinematográfica; contudo, apesar disso, em nenhum ponto esse fator se torna negativo ou duvidoso, não deixando o cenário superficial. Dá para acreditar que a história se passa literalmente na selva.
A crença de que todos os elementos presentes feitos de CGI são reais se devem mais a um dos únicos atores: Neel Sethi, que apesar de em alguns pontos não contar com certa convicção de voz, faz um excelente trabalho de corpo e carrega consigo ótimas expressões faciais.
Quanto ao visual dos animais, mesmo que estes tenham a capacidade de falar, Favreau optou por usar um visual mais realista, afastando-se completamente da animação original de 1967. Apesar disso, o espírito de Mogli — O Menino Lobo ainda está lá, e é encabeçado principalmente pelas músicas — apesar de pouco presentes — que fazem jus ao longo original, no qual se inspiram.
É visível que Jon Favreau, além de ter como intuito contar uma história infantil, usa elementos de aventura para atrair o adulto. Prometendo uma atmosfera aventuresca, o filme cumpri com o objetivo. Porém, somente em seu roteiro, de Justin Marks. A direção de Favreau acaba não cumprindo o que promete e se torna na maioria das vezes metódica, lenta e nada interessante. Se não fosse pelo Menino Mogli e pelas cenas de ação nas quais Favreau recupera o ritmo, o público adulto poderia facilmente dormir na poltrona.
Apesar disso tudo, o público alvo são as crianças, e não há como elas se deleitarem com todo o visual e a dinâmica presente na narração. Apesar da narrativa lenta, o público adulto também pode tirar proveito do filme: dos que acompanharam, na infância, a animação de 67 — da caracterização as canções é um mar de nostalgia. E a mensagem que Marks e Favreau transmitem — que é que, apesar de tudo, os humanos civilizados são bastante semelhantes aos animais selvagens.
A Disney não se cansa de reviver suas obras ou mesmo aproveitá-las usando uma vertente narrativa diferenciada. No caso de algumas produções como o caso de Mogli, a obra de Rudyard Kipling volta às telas para exaltar as evoluções tecnológicas, mas ainda sim diverte.
Mogli (Neel Sethi) é um garoto que, após perder seus pais na selva, passa a ser criado por uma alcateia que o considera como filho e irmão. Como humano legítimo, ele passa a ter sua presença questionada pelo ranzinza e feroz tigre Shere Khan, um animal que se coloca contrário à presença de alguém que, após chegar a vida adulta, poderá levar o fim dos animais com quem convive.
Sem muitas alternativas, Bagheera, a pantera que encontrou o garoto, decide levá-lo de volta a aldeia de humanos por temer seu futuro entre os animais. É nesse caminho que Mogli encontra o divertido urso Baloo, um preguiçoso que só fala em hibernar e comer, mas ainda sim resulta em uma carismática amizade que nos levará a momentos repletos de aventura.
Após serem apresentados ao expectador que conhecia ou não seus personagens, o filme se esforça ainda mais para nos manter atentos à impressionante qualidade visual de seus ambientes e animais. Há uma competência aos detalhes presentes na floresta, desde folhas, árvores, construções e iluminação que chegam ao fotorrealismo pleno. Isso sem deixar de falar na composição dos animais com seu pêlos, movimentos, olhares que representam uma evolução superlativa no que tange o CG em produções dessa natureza, é de cair o queixo.
Em linhas gerais, MOGLI - O MENINO LOBO reproduz o que já fora visto na animação de décadas atras, mantendo inclusive o carisma dos animais e o aspecto aventureiro de outrora. A simpatia do pequeno ator Neel Sethi contribui bastante para o resultado da produção que, aliada ao realismo sentimental dos animais, nos mantém na torcida pelo bem estar de todos que defendem o protagonista.
Esse filme acerta em várias coisas (CGI bem feito e bem usado, roteiro divertido e personagens cativantes tal como a mãe dos lobos, Balu e Shere Khan), mas erra no protagonista, que não tem o tom correto, um ator que deixou a desejar, não que ele seja ruim, só talvez ele pudesse ter feito um esforço maior na atuação.
Bom... Eu achei que seria um filme bobo, mas me surpreendeu como "Malevola". A pena é que o garoto e a dublagem do garoto é muito ruim. Porém o filme é ótimo com ótimos efeitos de vídeos.
Mogli o menino lobo é um bom filme que é resultado dos últimos sucessos da Disney em live-action como:Malévola,Cinderela,etc...Ele é um reboot do desenho original muito bem feito,a tecnologia que é usada no filme é de arregaçar os olhos,ele é um filme ótimo para ver em família,porém o que perde um pouco de seu brilho é que algumas horas a história fica repetitiva e vários personagens não são bem aproveitados,um exemplo é a cobra kaa que é dublada pela nossa viúva negra que basicamente não tem nem 10 minutos em tela. Um destaque é a dublagem original,vários atores famosos foram convidados para a dublagem e o resultado é muito positivo,já os dubladores brasileiros eu achei que ficou apenas razoável,mas poderia ser bem melhor. este é um filme para ver em 3d no melhor cinema da sua cidade,pois a profundidade fica igual o Mogli-animal.
Eu gostei desse filme mas a ideia de contar novamente a mesma historia já esta meio cansativa e Hollywood não entendi isso, falta de criatividade? talvez...
Nostalgia total! Um filme onde quase tudo e feito em 'CG' somente o ator mirim ali presente e real, muito bem produzido, historia pouco envolvente mas para quem ja teve contato com o desenho ou a historia se encanta facilmente com o filme. como diria o Balu e Necessário assistir! rs
Simplesmente o melhor de todos me lembrei de quando era pequeno ouvindo disquinho do Mogli na minha vitrolinha laranja com todos os personagens preferidos Bagheera Baloo e rei Loo, esse filme é nostalgia pura e os efeitos são perfeitos Recomendo muito
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