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Edison Summers
14 críticas
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5,0
Enviada em 27 de março de 2026
Eu lendo comentários de 2015, estou em 2026, será que algumas opiniões aqui mudaram. Aqui no futuro está tudo muito parecido com o filme. Tudo hoje é IA!
O mundo é um lugar diverso, apresentando uma multiplicidade de atributos elementares, uma enxurrada de nuances específicas, um conjunto distinto de peculiaridades marcantes que devem ser experimentadas, observadas diretamente para que sejam devidamente entendidas e incorporadas. Em Ex machina, somos apresentados ao teste de Turing, destinado a descobrir se uma máquina sabe de sua própria consciência. Não é à toa que no primeiro ato da história o protagonista é recebido em suas acomodações descritas apropriadamente pelo antagonista como claustrofóbicas, sufocantes, lembrando uma espécie de prisão moderna. E o evento de uma pane de energia leva a um travamento das saídas, um isolamento dramático, feito para ser tenso, confrontando o protagonista com uma situação de privação desconcertante. Perto do ponto médio do filme, somos apresentados à mais uma teoria do mundo dos programadores: a teoria de Maria em um quarto preto e branco, que serve para lembrar a esses cientistas da importância que a experiência pessoal tem na nossa definição das coisas, a impressão gerada pelo contato direto com o mundo, a sensação de encontrar “as cores”. Isso reforça uma curva de suspense ascendente no filme que culmina em um final violento (talvez por isso tenha sido indicado ao Oscar de melhor roteiro original), caracterizado por uma situação de libertação, um conjunto de cenas que retrata um momento de descoberta. Ex machina nos mostra que todo ser consciente (como todo ser humano) deve sair de seu casulo e conhecer o mundo por si próprio, participando de todas as experiências que lhe forem permitidas, longe de qualquer enclausuramento limitante, em meio às vicissitudes curiosas da sociedade. É assim que aprendemos. É assim que crescemos. É assim que descobrimos do que o mundo é feito. Do que nós somos feitos. Um novo olhar. Uma nova capacidade de enxergar as coisas em sua essência, ao invés de apenas supor ou cogitar sobre o funcionamento de tudo. Ex machina constitui-se como uma obra-prima da ficção científica, cujo plano de fundo técnico-filosófico é capaz de impulsioná-la grandemente em seu cerne dramático. Uma obra que nos faz contemplar uma parte de nós muitas vezes esquecida. Que nos faz refletir. Que nos conduz pelos labirintos da inteligência, mostrando como o cinema é diverso.
Lembra a acompanhante perfeita e a substância, bom aqui a velha história de inteligência artificial ser melhor do que a da humanidade para variar só que é um filme parado mas focadonaimbecilidade humana, acho que foi um recado para quem admira esses bilionários.
Excelente!! este diretor arrasa nos filmes de ficção científica. Acabo de assistir a Aniquilação, e retomo a este para avaliar (que já assisti há um bom tempo), e noto a constante qualidade na construção dos filmes. Tamanha originalidade.
Ex Machina tem uma ideia interessante e até traz umas reflexões legais sobre inteligência artificial e moralidade, mas o ritmo...tem horas que é bem arrastado. O filme cria um clima meio claustrofóbico, com poucos personagens e um ambiente minimalista, o que funciona em certos momentos, mas em outros deixa a coisa meio monótona.
As reviravoltas são boas, a história faz sentido e dá aquele espaço pra interpretação, mas nada muito surpreendente. Os efeitos são razoáveis, tem momentos bons, mas também dá pra perceber algumas falhas.
No fim, é um filme que poderia ser mais dinâmico. Tem uma ideia boa, mas a execução peca pelo ritmo lento e algumas cenas que parecem se arrastar sem necessidade. Vale assistir, mas sem esperar algo revolucionário.
Ex Machina é um filmaço! Os efeitos visuais são impressionantes, ainda mais pra um filme independente e de baixo orçamento. Mesmo se passando todo em uma única locação, o filme usa muito bem o espaço, deixando tudo criativo e nada repetitivo.
As atuações são muito boas, com o Oscar Isaac roubando a cena de um jeito absurdo. Ele tá incrível, super carismático e prende totalmente quem tá assistindo. Os diálogos são inteligentes e a direção do Alex Garland manda muito bem, criando uma vibe tensa e cheia de misterio.
O final tem umas cenas que ficam meio estranhas visualmente, tipo a faca que fura o Oscar Isaac igual manteiga e é bem bizarro, mas isso não estraga o filme. A reviravolta é sensacional e faz valer a pena. No geral, é um filme diferente, ousado e que merece ser visto.
"Ex-Machina: Instinto Artificial" é um filme inteligente e provocante, que causa várias reflexões sobre a evolução da tecnologia e o que ela pode trazer em termos de redefinição dos relacionamentos na humanidade. Um elenco impecável numa trama tensa e instigante.
Adorei o filme. Nao que seja algo brilhante, embora seja inquietante em seu final. Achei o enredo interessante e, embora digam previsivel, nao achei. Porque os atores estavam muito bem em sua interpretacao. Eu diria que, para um ex/machina 2, chocante mesmo seria descobir que Caleb tbm é um IA. Abracos.
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