Caleb (Domhnall Gleeson), um jovem programador de computadores, ganha um concurso na empresa onde trabalha para passar uma semana na casa de Nathan Bateman (Oscar Isaac), o brilhante e recluso presidente da companhia. Após sua chegada, Caleb percebe que foi o escolhido para participar de um teste com a última criação de Nathan: Ava (Alicia Vikander), uma robô com inteligência artificial. Mas essa criatura se apresenta sofisticada e sedutora de uma forma que ninguém poderia prever, complicando a situação ao ponto que Caleb não sabe mais em quem confiar.
Prime Video
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5,0
Obra-prima
Ex_Machina: Instinto Artificial
Regra de três
por Bruno Carmelo
Uma ficção científica passada nos tempos de hoje. Não estamos no espaço, as cores não são azuladas, não se defende o patriotismo ou a honra americanos. Não existem monstros. Aliás, não existem mocinhos nem vilões: são apenas três personagens principais em cena, durante quase duas horas. Esta premissa é suficiente para chamar atenção a Ex_Machina: Instinto Artificial, mas o interesse do projeto vai além, tanto pela complexidade dos temas quanto pela beleza das imagens.
Na trama, o excêntrico dono de uma empresa de tecnologia (Oscar Isaac) organiza um concurso, selecionando um empregado brilhante (Domhnall Gleeson) para testar seu novo experimento: uma robô de feições femininas (Alicia Vikander) cuja inteligência artificial poderia se confundir com sentimentos humanos. Estabelece-se entre eles uma espécie de partida de xadrez a três, com jogadores de altíssimo nível, munidos por interesses
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77 Notícias e Matérias Especiais
O nome do filme pode ser “Ex-Machina: Instinto Artificial”, mas, na realidade, a obra dirigida e escrita por Alex Garland, fala, principalmente, sobre a criação de inteligência artificial, quando temos softwares ou mecanismos eletrônicos exibindo uma inteligência similar à dos humanos. Nesse sentido, é bom que o espectador esteja ligado ao conceito do Teste de Turing (que tem esse nome por causa do teórico Alan Turing, interpretado, ...
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Um bom filme para reflexão. Conceitual. Faz parar para pensar num futuro talvez não tão distante.
Ficção científica no seu melhor, esta produção é um deleite para quem busca um filme acima da média.
Jovem programador é convidado pelo dono da empresa em que trabalha para participar de uma experiência que poderá mudar a forma como o mundo encara a Inteligência Artificial, na forma do robô Ava.
Tudo é nesta obra é muito bom. A forma como a história vai se desenrolando, envolvente, tensa, assustadora. Na maneira como esquecemos ...
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Filme de pura I.A. mas de um futuro que não está tão distante assim, com grandes surpresas no meio e no fim, faz desta ficção/suspense uma boa visão. Em certos momentos controverso quase se perde, mas com boa atuação de Domhnall Gleeson e efeitos na dose certa, trazem ao filme uma leveza que se deixa levar até o fim. Bom. Será que teremos o Ex Machina2?
Outra atriz cogitada
Originalmente, Felicity Jones foi sondada para fazer o papel de Ava.
Nacionalidades
Reino Unido,
EUA
Distribuidor
UNIVERSAL PICTURES
Ano de produção
2014
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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