Não recomendado para menos de 14 anos
Em Reza a Lenda, Ara (Cauã Reymond) é um homem de poucas palavras, mas muita determinação. Ele vive em uma terra devastada e sem lei que espera ansiosamente por uma espécie de Messias que devolva a justiça e a liberdade, usurpadas pelo cruel Tenório (Humberto Martins). Auxiliado por sua gangue de motoqueiros armados, o rapaz irá lutar contra o universo ao seu redor e seus próprios dramas - como os ciúmes de sua mulher, Severina (Sophie Charlotte).
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1,5
Ruim
Reza a Lenda
Vazio
por Francisco Russo
Não é de hoje que o cinema brasileiro busca diversificar sua produção, de forma a não ficar dependente única e exclusivamente das comédias e dos dramas de fundo social. Nos últimos anos até têm surgido algumas iniciativas no cinema de gênero, especialmente suspense e ação, mas quase sempre esbarrando em fórmulas prontas vindas do cinema hollywoodiano, sem a necessária pitada tupiniquim que permita que o espectador não apenas acredite, mas se reconheça na telona. Reza a Lenda, longa-metragem de estreia de Homero Olivetto, é mais um a tentar este caminho - e, também, mais um a fracassar.
Vendido como o "Mad Max nordestino", Reza a Lenda faz jus à fama - ao menos visualmente. A imagem do sertão sem fim imediatamente transmite as sensações de vastidão e isolamento, tão importantes para esta narrativa. O clima inóspito ganha força também a partir da trupe de motoqueiros liderada por Ara (Cauã
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14 Notícias e Matérias Especiais
O filme Reza a Lenda de Homero Olivetto (Bruna Surfistinha) é uma espécie de versão moderna de um dos maiores filmes da história do cinema nacional, Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964) de Glauber Rocha. Em razão especificamente dos elementos escolhidos para a construção e composição da trama.
Voraz seca do nordeste, a fé quase cega das populações locais, o coronelialismo, um personagem forte (Ara); mas houve uma aparente evolução ...
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Faroeste moderno do sertão
Sim, eu fui assistir a um filme brasileiro no cinema em meio a uma enxurrada de boas indicações para o Oscar 2016. E sim, eu não me arrependi nem um pouco. Pelas chamadas na TV e pelo trailer, eu já sabia que o filme "Reza a Lenda" seria diferente de toda essa sucata nacional, de drama sem graça a comédia falastrona, que surge por aí. Mas chegar à sessão e ver, já na primeira cena, um take de ação ...
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O filme retrata o Nordeste de uma forma singular, mostrando a vastidão que permeia a Caatinga e trabalha bem com as questões do imaginário popular ao criar uma lenda para nortear o roteiro. Sophie e Jesuita atuam bem, Cauã e Humberto cumprem seus papeis com segurança. As cenas de ação são bem construídas, a fotografia é muito bonita e a trilha sonora acerta quando faz releituras de ritmos nordestinos, mas peca quando tenta emplacar sons ...
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Assisti ao filme e considero-o muito bom, acima da media dos filmes nacionais.
Sua trilha sonora esta entre as melhores que o cinema brasileiro ja apresentou
Sua trilha sonora esta entre as melhores que o cinema brasileiro ja apresentou
Outro nome
Inicialmente o título seria Língua Seca.
Substituição
Nanda Costa viveria a protagonista, mas acabou substituída por Sophie Charlotte.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
IMAGEM FILMES
Ano de produção
2013
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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