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#BRUNO #
8 seguidores
380 críticas
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5,0
Enviada em 7 de junho de 2026
Beleza Americana (1999) é um dos filmes mais marcantes do cinema americano contemporâneo, dirigido por Sam Mendes e roteirizado por Alan Ball. Vencedor de cinco Oscars, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor, a obra é uma dissecação impiedosa do sonho americano e da superficialidade da vida suburbana.
O filme mais brilhante que há sobre PROJEÇÃO DE IMAGENS FALSAS. Crítica ágil, irônica e contundente ao estilo de vida americano que, mais tarde, seria o estilo de boa parte do mundo. O final é acachapante. Interpretações belíssimas. Vi no cinema e já o revi umas tantas vezes em casa. Sempre gosto de tudo que vejo. Curiosamente, é um filme quase adolescente.
A direção precisa de Sam Mendes, o roteiro ácido e a grande atuação de Kevin Spacey mergulham em um retrato desconcertante sobre as aparências e a busca por sentido. É um clássico reflexivo e atual. O filme fala sobre repressão, desejo, frustração e o medo da mediocridade, trazendo uma força filosófica e emocional que o torna atemporal. Grande obra!
Um dos melhores filmes que já vi na vida! De 1999 mas tão atual em 2025! Esse filme transcende ! Te prende na narrativa o tempo todo. Atuação brilhante, suspense, humor e drama. Como pode ? Sem defeitos… e uma reflexão absurda!
O filme "Beleza Americana" é um drama originalmente escrito pelo roteirista norte-americano, Allan Ball, e dirigido por Samuel Mendes, um renomado diretor e produtor britânico. A trama exibida pela primeira vez no final da década de 90, traz à tona uma questão bastante polêmica: A vida de aparências e como ela tem influenciado as pessoas desde aquela época.
A história começa sendo narrada pelo protagonista, Lester Burnham (Kevin Spacey),um adulto que enfrenta a crise da meia-idade. Lester está cansado de tudo; da rotina repetitiva, do novo supervisor do trabalho, e até de sua própria esposa, Carolyn (Annette Bening), e sua única filha, Jane (Thora Birch). Mas, certa vez, Lester é cativado por Angela Hayes (Mena Suvari ), uma garota de beleza encantadora, e a melhor amiga de Jane. O encontro inusitado entre os dois, leva Lester a perceber que sua vida não precisa ser a mesma para sempre, desde que ele esteja disposto a dar a volta por cima.
Em seu roteiro de qualidade, Allan Ball não hesita em explorar atentamente a atmosfera dos personagens, focando em suas mais profundas inseguranças, desejos e a forma como cada um deles lida com seus próprios sentimentos. Sam Mendes, diretor reconhecido pelo seu trabalho bem requisitado em obras como "007 SkyFall", se empenhou fielmente em desenvolver a atuação do elenco de "Beleza Americana", tornando as cenas do filme mais reais possíveis. Esse feito despertou sentimentos genuínos aos espectadores, como aflição, indignação e surpresa.
Um dos exemplos mais notáveis da capacidade do elenco, é o papel bem executado por Kevin Spacey, o qual foi muito aplaudido pelos críticos cinematográficos, rendendo-lhe até mesmo o Oscar de Melhor Ator. Sua prestígiada atuação, não só deu vida ao personagem principal, Lester Burnham, mas também revigorou um dos ápices do filme: A possível relação proíbida entre Angela Hayes e o pai de sua melhor amiga. A dinâmica apresentada torna o filme ainda mais intrigante, levando o espectador à especular as verdadeiras motivações do protagonista, e de que modo a história acabará.
Por trás de uma estética melancólica, a narrativa entrega uma poderosa mensagem oculta, capaz de induzir qualquer um à questionar seus próprios atos. O filme, de maneira sútil, faz uma crítica aos esteriótipos norte-americanos e suas vidas aparentemente perfeitas. Através dos conflitos da família Burnham, a trama expõe o comportamento egocêntrico dos seres humanos em seu cotidiano, e como a intolerância, ingratidão, decisões impulsivas, e a busca insessável por uma aparência perfeita influenciam na qualidade de vida das pessoas. Esses ideais alavancaram o sucesso estrondoso de "Beleza Americana", não apenas nos Estados Unidos, mas também nos cinemas brasileiros, tornando-se um clássico contemporâneo, e ferramenta de debates socioculturais até os dias de hoje."
Beleza americana teve a direção de Sam Mendes e roteiro de Alan Ball. O filme recebeu diversas indicações ao oscar de 2000: melhor atriz (Annette Bening), melhor montagem, Melhor ator (Kevin Spacey), melhor direção, melhor fotografia e melhor filme (vencendo as 4 últimas indicações). A trama gira em torno de Lester Burham (Kevin Spacey) que ao passar por uma crise de meia-idade, começa a agir de forma estranha e irresponsável diante de sua família, sua filha Jane (Thora Birch) e Carolyn (Annette bening). As coisas começam a ficar mais estranha quando conhece a melhor amiga de sua filha, Angela (Mena Suvari). Praticamente durante todo a trama, o filme procura criticar os padrões de vida que são colocados pelos norte-americanos de vida perfeita (casa própria e bem localizada, carro na garagem, emprego dos sonhos e família feliz), mas não é isso que ocorre na vida de Lester, mesmo tendo tudo isso, o ele percebe que sua vida pode ser mais do que isso, pois se sentia infeliz. Tudo isso começou com uma simples atração pela melhor amiga da sua filha. Metaforicamente seria a beleza americana. Destacamos a incrível atuação de Spacey, que não precisa muito para brilhar (suas caras e bocas, além do tom de sua voz é suficiente). Vale lembrar que mesmo com elenco de peso, Spacey brilhou bem mais do que os demais. A direção também foi espertar ao colocar o local da casa favorita para Lester seria a bagunçada garagem, pois o restante da casa estava em perfeita ordem, muito por conta de sua esposa que dava mais valor aos objetos do que a ele mesmo. O terceiro ato é bastante revelador, pois acaba caindo a mascara de alguns personagens e o que é belo não é tão belo assim.
O multi-premiado filme Beleza Americana é uma das coisas mais loucas que já assisti. A proposta do filme em si é muito maluca: uma família desestruturada onde cada parte dela entra conflito com a outra. O pai se sente depressivo e só reencontra suas energias ao se sentir atraído pela Angela, amiga de sua filha; a filha começa a se relacionar com um maluco que é oprimido pelo próprio pai; e a esposa trai seu marido ao começar a dormir com o seu rival do ramo. Começar a tecer meus elogios à edição e montagem desse filme, que para mim foi o ponto alto da obra e fez todo o impacto do filme ser o que é. Nos primeiros 30 segundos do filme nos é apresentado que Lester, o pai, vai morrer no final, e a edição brinca com isso ao decorrer do longa de forma brilhante! E a montagem só ajuda nesse ponto ao incluir detalhes sutis para nos mostrar mais da personalidade de cada personagem e fazer o impacto ser maior e as coisas fazerem mais sentido. A direção é inteligentíssima, principalmente nas cenas em que o Ricky, namorado da filha, está projetando a imagem de sua câmera numa televisão. O roteiro é muitíssimo bem amarrado e inteligente. As atuações de quaisquer personagens são muito boas, e até quando um personagem está atuando fica muito bom. A trilha sonora é outro show a parte que alavanca a experiência.
Dito isso, a mensagem do filme é boa, mas já muito batida (o que justifica minhas 4.5 estrelas). Não estou dizendo que o filme falha ao passar a mensagem ou que ela não é forte; pelo contrário. Mas a mensagem em si já é uma das mais passadas em qualquer filme, e essa desconstrução trazida aqui é bem feita e boa, mas já muito clichê. A conclusão e as últimas falas do personagem do Lester nem se fala. É quase uma obra-prima e me deixou tenso durante 2 horas e ainda fez meu coração dar umas boas palpitadas no final, mas não espere muito da mensagem, pois você já a viu em outros lugares.
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