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Gabriel R.
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5 críticas
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5,0
Enviada em 31 de janeiro de 2015
Atuações excepcionais de Kevin Spacey, Annette Bening e Chris Cooper. Direção arrojada e fiel ao bem escrito roteiro, que, por sua vez, não deixa pontos soltos, sendo seu único infortúnio a personagem (Buddy Kane) de Peter Gallagher, sendo totalmente esquecível, assim como o ator; personagens muito bem construídas (com esta exceção) e inter-relacionadas. Excelentes quadros e trilha sonora extremamente cativante. Outro ponto fraco foi a atuação de Thora Birch (Jane Burnham). O filme passa uma mensagem muito bonita, dizendo que precisamos enxergar o mundo com visão panorâmica e não focar apenas no que interessa aos outros.
Apesar do filme ter como personagem principal Lester Burnham (interpretado pela primorosa atuação de Kevin Spacey) toda a essência do filme se desenvolve pela presença da pura beleza de Mena Suvari - ainda quando jovem. O legal do filme é a evolução spoiler: até a morte do personagem principal e como a presença da beleza muda a vida das pessoas. O filme aborda as dúvidas e medos de adolescentes, a difícil relação entre uma família, homofobia, drogas, os sérios preconceito do psicótico veterano de guerra e a procura da "perfeição", seja para ser modelo ou parecer uma família feliz. Beleza Americana te dá pequenos spoilers, um truque "barato" para prender a atenção e aflição do público. spoiler: Te dá falsas e surpreendentes desfeitos. . Contém uma maravilhosa trilha sonora original, composta por Thomas Newman, que me fez lembrar de vários Nerdcast's e em certas partes lembra da trilha sonora de House MD. Um destaque para All Right Now, do Free. O filme tem um pouco de tudo, tem graça, romance, drama, suspense e uma bela direção. Não se torna perfeito por ser "not safe for work" (o que não lhe faz perder nota, apenas não é legal de ver com familiares) e ter infelizmente atuações fracas de Peter Gallagher, que ainda bem que pouco aparece e de Thora Birch (interpretando Jane), a filha da família principal, muito crua e sem personalidade num personagem que precisava de mais emoção. O mistério fica por Allison Janney, a mãe do namorado, que se disse cinco palavras foram muitas. Normal ela não é, talvez seja alguma metáfora que eu (ou o diretor) tenha perdido..
Ótimo filme! Mesmo com um linguajar controverso, esta obra prima de Sam Mendes traz um ótimo roteiro e a impecável atuação de Kevin Spacey. Final surpreendente
Só avisando. Tem spoiler. Vejo Angela como a beleza americana. O que ela causa, o que ela muda no estilo de vida de cada um, o fato de, como representante da beleza, ela ser comum; e odiar o que é comum. Como se tivesse que ser contrariada, gerando beleza verdadeira, loucura. Ela é a beleza americana. Todos a querem, mas ela é virgem, como se fosse intocável, mas se permite tocar, porque é perigosa e irresistível. São as pétalas amarelas que caem sobre a calçada, por mais que possam ser vermelhas como rosas. Mas o filme vai muito além disso. Mostra a visão de cada um dos personagens, e como ela pode estar enganada. É como uma verdade sendo vista de vários pontos, e ela continua sendo a mesma, ou as mesmas, na vida de cada um... Como a imagem é tão valorizada. Também enxergo o cara dos imóveis (que agora esqueci o nome) como beleza americana. Mas no caso dele, a repercussão para seu alvo (Carolyn) pode ser outra. é contrária à propaganda, (a qual é fundamental para que a beleza seja mostrada): é quando você possui essa beleza superficial e perde o controle do que não se encaixa à ela. Ricky, pra mim, é algo que está no mesmo patamar que a beleza americana. É supostamente o seu oposto, mas é seu complemento. Por isso que Lester tem o foco na história. Ele vivencia os dois fundamentos: a beleza americana de Angela - o prazer que apenas versão teórica te proporciona, a motivação, a curiosidade, a satisfação e a dependencia; e a "loucura" de Ricky - a indignação, atitude, despadronização, liberdade. Se demite, fuma maconha, faz o que quer, sem fazer questão de se encaixar, de ligar pra do que é taxado. Outro modo de enxergar as própria vida, ilimitado. Como a vida, independente de ser uma vidinha, continua sendo fascinante em sua forma e como não enxergamos isso, presos ao comum, ao estável. É uma disputa por dois lados, duas partes, um em cada ponta, onde o que consegue equilíbrio e valoriza a harmonia entre as duas metades acaba sendo massacrado por aquele que não gosta de nenhuma das duas. Não acho que isso se coloque à sociedade, como pessoas, mais fortes e mais fracas. Não é isso. É como se essa regra fosse a da nossa própria mente, mostrando o tempo perdido, o que tentamos nos tornar, a motivação ao padrão e a loucura que é ceder à originalidade e como essas duas coisas se completam... E, talvez no final, como o nosso lado predominante, mais forte, acaba tomando conta de tudo o que temos. Mas é estranho falar, é como se não fosse assim, mas assim foi colocado e assim foi interpretado. Se bem que não temos necessariamente nos prender ao material visual e não considerar a própria fantasia, que no caso é positiva. Não dá pra explicar esse filme. Eu não tenho condições.
Demorei muito tempo ate assistir esse filme, ainda lembro da minha infância, sempre achei q era um filme cheio de cenas sexuais, mas percebi se tratar de uma obra prima do cinema, dá gosto de ver toda a trama se desenrolar ao longo do filme...Recomendo, enredo magnífico, atores esplendidos, em especial Kevin Spacey.
Sabe aquele filme que te prende do começo ao fim? Então... Beleza Americana te coloca nas nuvens da imaginação e te deixa em um estado emocional inexplicável. Ótima atuação de Kevin Spacey, pela qual me surpreendi, fora o resto do elenco... ótimo filme, um dos melhores do gênero!
Uma palavra sobre esse filme:Assustador. Kevin Spacey dá um show com uma trama cheia de reviravoltas surpreendentes com ótimas atuações a única coisa que me decepcionou foi o Big finale! pois para mim parecia muito trivial e sem uma explicação para o pai do menino do que realmente aconteceu e não o que ele esperava,enfim boas atuações,bom roteiro mas final trivial.
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