Batman Vs Superman - A Origem Da Justiça
Média
4,1
11847 notas

690 Críticas do usuário

5
252 críticas
4
160 críticas
3
127 críticas
2
97 críticas
1
27 críticas
0
27 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Mateus L.
Mateus L.

10 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2016
O Zac Snyder é um m...., gente eu sou muito fan da DC, mas o Snyder é muito louco, pra não falar outra coisa, ele não sabe ter foco em uma coisa ou um assunto, ele quis dar profundidade pra todos os personagens e acabou dando pra nenhum, (sei que vai ter gente que vai querer me bater, por isto ), faltou um dedo do Nolan pra colocar a 'bola no chão', e não deixar o Snyder fazer o que fez, ele fez a mesma coisa no Wacthmen.
O Snyder não da mais. Apesar dos erros, o filme foi bom.
Daniel Z.
Daniel Z.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de março de 2016
Não que seja importante, relevante, mas há pouco tive enfim a oportunidade de assistir a esperada continuação que introduz de vez o universo cinematográfico da DC nas telonas, após o "passo inicial" com "O Homem de Aço" de 2013.

Não estou aqui respondendo aos críticos especialistas que desceram a lenha no filme, mas sim, é uma manifestação de repúdio ao oportunismo disfarçado de embasamento, a parcialidade travestida de fanatismo.

Desprovido de revanchismos, mas diante das inevitáveis e talvez NECESSÁRIAS comparações, este inaugura de vez o ciclo de filmes que construirão a imagem dos heróis da DC dentro de um contexto amplo tal qual faz a Marvel há quase uma década, aparentemente de maneira mais organizada.

A DC aposta no característico clima denso e "carrancudo" das HQs, animações ou qualquer mídia que já tenha utilizado e tentativas de "colorir" demais as coisas, de modo geral, sempre pareceu um passo na direção errada. Isso já coloca a saga num caminho diferente dos desbravados pela Marvel no cinema. Enquanto esta aposta em películas ricas em humor e enredos diretos (que simplesmente "ligam os pontos" em sequência), de fácil assimilação, a DC "complica" as coisas para si própria, de certo modo, afastando-se "receitas prontas", transparecendo mais seriedade, comumente confundida como uma maturidade excludente, fazendo uma "seleção natural" de publico. Isso, na verdade, não faz deste um filme para adultos, nem restringe o público dos filmes da Marvel à adolescentes e crianças.

Talvez a pressa em "buscar o tempo perdido" da DC tenha resultado num terreno mal preparado para seus heróis e então, o filme, mesmo longo, tem pouco tempo para tratar de maneira profunda e clara os acontecimentos que direcionam a trama, mas a simultaneidade dos fatos torna justificável a quantidade razoável de coisas acontecendo, que, mesmo conectadas, parecem uma colcha de retalhos, desconexa e desesperada por fazer sentido. Isso fica ainda mais acentuado se você não for um fã que tenha uma mínima intimidade com o universo DC. Resumindo! Para todo fragmento de história lá presente, há uma razão de assim ser. Sim! Muitas coisas acontecem e assim o é por necessidade e caso não seja um espectador acomodado demais para transferir ao filme a responsabilidade de "digerir" o enredo e lhe entregar tudo de bandeja, tornando tudo tão óbvio, mesmo não sendo nada complexo, bom, então você, assim como eu, não vai achar isso um problema, como uma boa parcela da crítica viu.

Nenhum dos personagens principais se destacam em seus papéis a ponto de serem destacados por atuações marcantes, mas são atuações que, em geral, justificam suas escolhas.

Eu, assim como a maioria, relutei em ver Affleck assumindo a figura do morcego de Gotham, mas admito que este conseguiu, sem forçar a barra, se aproximar do Bruce Wayne amargurado e "no limite" que eu já vi em animações e HQs e tanto gosto, por serem características que idealizo num herói. O Batman daqui não hesita em ultrapassar limites que antes pareciam intransponíveis. É o Batman definitivo, ao passo que Christian Bale vem logo atrás, com seu idealismo, enquanto que Affleck deu a Bruce Wayne um olhar triste - e me perdoem pela "redundância" - brilhantemente opaco, revelando neste a sombra de um homem a quem não resta nada além de ser Batman.

Kal-El, para os íntimos, vivido novamente por Henry Cavill segue a linha do seu Superman de 2013 e consegue ser o mesmo, mas diferente daquele. É também, ao meu ver, assim como já visto mais claramente no "Homem de Aço", um Superman que já vi retratado nas páginas cheirosas das HQs e em animações. Um Superman que por vezes perde o controle de suas ações, tornando-se praticamente uma ameaça aos que quer proteger. Quem diria que até mesmo o "exemplar perfeito" de herói poderia ter um lado "anti"?

A novidade fica por conta de Gal Gadot, a Diana Prince. A Mulher Maravilha era novidade pra mim no cinema, visto que detesto Velozes e Furiosos. Sua aparição mesmo que mais discreta é marcante e aparece como uma figura imponente frente aos "moleques briguentos" que sempre dividiram os holofotes como "os heróis" da DC, principmente no cinema.

A novidade negativa, por sua vez, fica por conta de Jesse Eisenberg. Ele não é mau ator, mas mesmo não havendo nenhum destaque nas atuações, como Heath Ledger conseguiu fazê-lo, ele destoou dos demais. Não dá, porém, para atribuir os exageros à sua atuação sem a certeza de que este não tenha sido o Lex Luthor concebido pelos "cabeças" por de trás das câmeras. Aliás, aqui está talvez um dos únicos, senão o único ponto de concordância entre a "crítica especializada" majoritariamente e eu: O Lex Luthor de Jesse Eisenberg é perturbado mentalmente, diferente do Luthor metódico e manipulador que estou acostumado, mesmo que estas características estejam presentes e são, necessariamente seu modo fundamental de agir e a razão de Batman e Superman conflitarem. Uma pena que estas características ficam ofuscadas pela personalidade caricata que lhe rendeu comparações com Coringa.

Vejam, não sou especialista ou mesmo alguém que possa se denominar crítico de cinema. Não poderia falar da direção, roteiro, música, fotografia, tomadas de câmera e qualquer coisa que envolva aspectos técnicos assim, mas eu gosto muito de cinema e gosto ainda mais de superheróis, sejam da Marvel ou da DC e posso lhes assegurar que mesmo que estejam certos estes críticos que fizeram enormes os problemas que viram no filme, estamos falando de uma obra que tem por objetivo entreter e eu saí da sessão com a certeza de que o filme atingiu seu objetivo de me deixar ainda mais empolgado com a expectativa à mil para os filmes que estão por vir e não há crítica, não há explicações sobre cores e tomadas de câmera equivocadas que vão diminuir meu interesse por esse universo rico, complexo e cativante que a DC construiu ao longo de décadas e hoje, graças a tecnologia, pode retratar fielmente nos cinemas, dando vida ao que antes tínhamos de imaginar, entre um balão de diálogos e sequências de quadrinhos.
Carlos Henrique R.
Carlos Henrique R.

30 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de março de 2016
Sombrio. Nunca nenhuma outra palavra descreveu tão bem um filme como esta. Snyder tinha a difícil missão de dar vida aos dois maiores ícones da DC nas telonas em um combate épico. E ele fez algo primoroso. Reuniu um Super-Homem (Henry Cavill) que era adorado por todos, uma espécie de Deus contra um Batman (Ben Affleck) melancólico, rancoroso e acima de tudo, atormentado por traumas do passado. A receita já estava pronta, depois disso foi só acertar o ritmo do filme, que corre de maneira muito boa, com diálogos e cenas de ação na medida certa. Também temos que destacar dois excelentes coadjuvantes que são a Mulher Maravilha (Gal Gadot) e o vilão manipulador Lex Luthor (Jesse Eisenberg). Voltando ao homem morcego, temos que destacar a impecável atuação de Ben Affleck, esqueça o Batman de Christian Bale e Christopher Nolan, pois este é muito mais sombrio, Affleck calou a boca dos críticos, ele nasceu para ser esse novo Batman, corrompido pelo ódio e que lança mão de todas as armas em seu embate contra o Homem de Aço.
Batman vs. Superman vale muito a pena, e serve para anunciar que a DC chegou de vez no mercado e fará frente aos filmes da Marvel, ou seja, muita coisa boa ainda vem por aí.
Ada F
Ada F

4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de maio de 2016
Efeitos especiais legais, história legal mas o enredo criado para criar a briga entre os heróis foi péssimo.
Paulo Renato R.
Paulo Renato R.

39 seguidores 52 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de março de 2016
Se passando após os eventos de Homem de Aço,o filme chega com a premissa de estabelecer o universo cinematográfico da DC nos cinemas e introduzir novos personagens,sendo conduzido quase inteiramente por Zack Snyder,que fez um ótimo trabalho,na minha opinião.
Tendo feito o dever de casa,Zack Snyder consegue primorosamente trazer o universo visto nos quadrinhos para as telas de cinema,cheio de referências,prévias e um gostinho da liga da justiça,ao mesmo tempo em que nos entrega um ótimo filme,tanto para fãs quanto para quem curte um bom filme de ação,trabalhando bem o aspecto político e a relação do governo e do povo quanto a heróis e suas ações.
Apesar de tantos comentários sobre a escolha do elenco,o mesmo agrada,e temos aqui Ben Affleck nos entregando um Batman diferente,inspirado em "Cavaleiro das Trevas" de Frank Miller,dando a Bruce Wayne aspectos de experiência com o manto do homem morcego,enquanto Henry Cavill nos apresenta um homem de aço abalado com tamanha repercussão e oposição quanto a sua pessoa,mas quem realmente se destaca em Batman v Superman em minha opinião é Jesse Eisenberg,nos proporcionando um Lex Luthor bem diferente dos quadrinhos e dos demais filmes,sendo um personagem psicopata e peculiar,que poderia ser um fracasso se não tivesse sido trabalhado tão bem quanto foi.
A fotografia do filme é um espetáculo,seguindo o tom sombrio do filme e nos lembrando de outros trabalhos do Snyder,como Watchmen e 300,acompanhada com a excelente trilha sonora do mestre Hans Zimmer,o resultado é gratificante,mas o auge do filme se encontra nas cenas de ação,que diferentemente de outros filmes do gênero,apresenta uma violência gráfica e marcante,chegando a lembrar os jogos da série Arkham,aonde podemos perceber o peso dos socos dos personagens,servindo tanto de fan service quanto selo de qualidade de um bom filme de ação.
Enfim,sendo um filme de herói diferente dos vistos atualmente,Batman v Superman se destaca por seu tom sombrio e premissa diferenciada,conseguindo agradar os fãs,mas não conseguindo entregar a "maior batalha de gladiadores" com a qual se vendeu,o que não impediu que tivéssemos aqui um excelente filme de ação,que particularmente,me deixou bastante animado com o futuro,então que venha o universo cinematográfico da DC.
Fabiano S.
Fabiano S.

10 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de março de 2016
Batman Vs Superman: A Origem da Justiça | Crítica

Quando eu era um menino, me lembro de ter ficado assombrado ao assistir “Superman – O Filme” e acreditar que realmente um homem podia voar. Ao mesmo tempo, acompanhava as reprises de “Mulher Maravilha” com Linda Cartner e aprendia desde cedo que a mulher tem seu lugar em pé de igualdade com os homens pois era ela quem salvava o dia em todos os episódios. E como era (e ainda é) linda a Mulher Maravilha. Mas nada se comparava os episódios da série do “Batman” dos anos 60: aventura de primeira, uma dupla de heróis incorruptíveis, mistério, vilões que tinham o mal correndo pelas suas veias e o que mais me deixava tenso: o final do primeiro episódio que deixa a dupla dinâmica sempre em alguma armadilha do vilão e que só se resolveria no dia seguinte. Eu ficava tentando imaginar o que o Batman e Robin, seu fiel parceiro na luta contra o crime, iriam fazer para escapar daquela que, como todas as outras, eu pensava ser a derradeira armadilha.

Depois, se juntaram a esta galeria o magistral desenho produzido pelos ícones da animação William Hanna e Joseph Barbera: Os Superamigos!!! Batman, Superman, Mulher Maravilha juntos em uma mesma aventura e agora acompanhados do Aquaman (você não imagina a decepção que foi quando descobri que o verdadeiro cavalo marinho não podia ser “cavalgado” por um humano como na animação...), Lanterna Verde, Gavião Negro e tantos outros. E como não lembrar da frase “Enquanto isso, na Sala de Justiça...”? Era o máximo para qualquer menino que cresceu sem computadores ou tecnologia avançada e precisava fazer de sua imaginação um terreno fértil para suas brincadeiras.

Longa esta introdução. Eu concordo. Mas precisava que você tivesse uma pequena noção de como eu estava ansioso para assistir a primeira aventura cinematográfica da Trindade da DC Comics. E com o bônus de ser a introdução para o filme da Liga da Justiça...

Acabei de sair do cinema. E... que filme!!!! Um filme diferente de tudo que se pode esperar em um filme de heróis de quadrinhos. Ele é construído de forma simples e lenta... tudo tem um motivo... uma razão... desde a apresentação dos personagens até o ápice do filme, tudo acontece para desencadear outra situação... e depois outra... e mais outra. Formando, desta maneira, uma história sólida e que faz sentido dentro do DCUniverse.

Antes do filme começar, eu confesso que estava com um pé atrás por culpa exclusiva dos trailers divulgados. Achei que a Warner tinha entregado muito mais que deveria. Conclusão? Me enganei completamente!! O enredo te faz acreditar o tempo todo que você está vendo uma coisa quando ele te conduz para outra totalmente absurda e, ao mesmo tempo, verossímil para o que se propõe a contar. Ponto mais que positivo para a direção de Zack Snyder com o roteiro do oscarizado e competente Chris Terrio com auxílio do já tarimbado nas adaptações David S. Goyer. Me senti em um show de ilusionismo quando tudo acabou.

Henry Cavill é definitivamente o Superman do Século XXI nos cinemas. Aqui ele desenvolve um personagem que, apesar de todo o apelo messiânico de um lado e ameaçador de outro, preserva uma inocência e espírito de fazer o bem acima de qualquer situação. E o filme é sim uma continuação direta de “O Homem de Aço”: aqui tudo é conectado ao filme de forma a dar consistência e um peso histórico ao personagem.

Gal Gadot nos traz uma Mulher Maravilha misteriosa e ao mesmo tempo guerreira. É visível o gosto pela batalha e pelos jogos de guerra que, por vezes, ela tenta despistar. Um dos pontos altos do filme, sem dúvidas. Uma atuação segura e que tem tudo para entregar um filme solo da personagem muito acima da média que estamos acostumados como audiência.

O elenco de apoio é um show por si só. De um lado, temos Amy Adams que faz de sua Lois Lane uma personagem ainda mais segura e determinada do que vimos no primeiro filme. Ela é o elo entre Clark e a humanidade. E isso é muito bem explorado. Do outro lado temos Jeremy Irons com um Alfred bem fiel aos quadrinhos: armeiro, mecânico, conselheiro, pai, estrategista e mordomo nas horas vagas.

Meu único porém é o Lex Luthor de Jesse Eisenberg: extremamente inteligente e sagaz como nos quadrinhos, mas com um tom a mais de loucura e obsessão que o necessário. Fez um trabalho superior aos de Gene Hackman e Kevin Spacey no quesito caracterização de um personagem já existente em outra mídia, mas ainda não é o Lex que eu gostaria de ver na telona.

Deixei propositalmente o Batman de Ben Affleck por último. Eu aprendi quando reclamei muito das escolhas de Heath Leadger para viver o Coringa e Daniel Craig como 007: falei muito nas redes sociais quando os anúncios foram feitos e tive a humildade de reconhecer e aplaudir o excelente trabalho feito pelos dois. Claro que eu tinha medo por causa de “Demolidor”. Mas ao mesmo tempo, Ben Affleck nos entregou uma atuação segura em “Argo”. Eu estava literalmente dividido. Mas deixei que o seu trabalho falasse por ele. O resultado? Esqueça Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney e Christian Bale. Ao término da projeção, você terá visto a primeira caracterização fiel do personagem nos cinemas. Sombrio, paranoico, detetive, estrategista, preparado para as situações, vemos um Bruce Wayne/Batman completo nas telas. Bem Affleck não é mais um Batman. Ele é O Batman. Apesar de ser uma continuação direta de “O Homem de Aço”, o Batman de Ben Affeck rouba o filme quando aparece. E o melhor: nos deixa com vontade de continuarmos vendo este personagem nos cinemas.

Um grande filme. Além de uma boa história, nos apresenta de forma lógica os personagens do vindouro filme da Liga da Justiça. Na minha humilde opinião, o melhor baseado em histórias em quadrinhos disparado. Vá conferir o quanto antes nos cinemas. Só me faça um favor: não conte nenhum segredo do filme! Deixe que cada um viva sua experiência sem saber de spoilers desnecessários.
Eduardo D.
Eduardo D.

4 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de março de 2016
Depois das críticas fui com um pé atrás, mas gostei do que vi, não achei tão arrastado como muitos falam. O filme é dinâmico e com boas cenas de ação. Que venha o próximo! !
Marcelo S.
Marcelo S.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de março de 2016
Me entreteve, tem ótimas coreografias de luta com um Batman badass, breve aparição de novos personagens, e um Superman fodão. :)
Matheus D.
Matheus D.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de março de 2016
É um ótimo filme! porém é aquela velha história... é um filme feito para quem entende e conhece, nao pra quem nunca viu nenhum filme da empresa e nao conhece a história dos super-heróis.
Vejo que grande parte das pessoas que estão criticando o filme, "caíram de paraquedas" no cinema, achando que haveria um prólogo contando toda a historia anterior, como ocorreu no novo Star Wars..
É muito fácil criticar sem saber todo o contexto "historico" do filme; Quem manja, viu que o filme critica a xenofobia, capitalismo, poder político, dogmas, honra, retomando muitas vezes, coisas que pra se entender, era necessário ter assistido os filmes anteriores! Digo que é um ótimo filme, pra quem tem maturidade, é claro, se você é "leite com pêra", nao vá ao cinema assistir nenhum filme da Marvel ou DC durante o ano de 2016! Obrigado!
Edimar M.
Edimar M.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de março de 2016
Espetacular, só consigo imaginar duas coisas de quem fala mal do filme, primeiro que a marvel ta pagando ela ou que a pessoa nao tem noçao do universo gradioso da DC e q ela demonstrou nesse filme, ta tudo la, tudo mesmo, a motivaçao do batman, o temor da humanidade depois da chegada do superman, o odio/inveja/nacisismo/frustraçao/ambiçao do Lex e a inclusao da mulher maravilha nesse universo.
O Batman viu que o nivel de vilania subiu, o mundo foi tomado por seres com poderes sobre humanos e entao ele subiu um nivel na hora de combate-los
O superman é alem de um heroi extremante poderoso uma cara comum que ama e que nao mede esforços para salvar as pessoas pricipalmente suas amadas.
Em meio a tudo isso o universo DC se desenrola e da um passo muito importante e consistente para o futuro e tudo o q ele pode trazer consigo.
The flash apareceu de forma estranha, mas nao devido a situaçao e sim por seu traje, nao entendi muito bem o traje e tambem sou acostumado com ele forte e de cabelos claro, mas a apariçao dele é uma forma de alertar o Bruce sobre o superman ter pirado por conta da morte de alguem proximo e depois disso virar um ditador, igual ao que acontece no jogo injustice league.
sinto que pode melhorar claro, mas é um dos melhoresfilmes de herois q ja vi.
Deveria sim ter demorado mais a luta do cavaleiro das trevas contra o filho de krypton, deveria ter mais tempo com a participaçao da mulher maravilha, deveria tmbem mostrar tudo o que Luto aprendeu na nave do general Zod, mas isso virá com os proximos filmes...
eu sei que por ai vem o darkseid ou o Bbrainiac.
por fim um filme de heroi que realmente vimos uma destruiçao proporcional a seus poderes...
#melhorbatman #filmetop #boahistoria #supermandestroi
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa