Ben Hur... o clássico de 1959 ganhou este ano um remake, mas o filme original levou onze óscars. Seria mesmo necessário uma refilmagem de um filme tão aclamado como esse clássico? Não. O filme conta a história do Judah Ben Hur (Jack Huston), contemporâneo de Jesus Cristo (Rodrigo Santoro), que é acusado de traição e condenado à escravidão. Ele sobrevive ao tempo de servidão e descobre que foi enganado por seu próprio irmão, Messala (Toby Kebbell), partindo, então, em busca de vingança. Timur Bekmambetov dirige o filme, ele sabe muito bem deixar o expectador entretido na frente da tela, e aqui ele mais uma vez não decepciona. O roteiro é muito fraco quando se trata de diálogos, e várias cenas são completamente desnecessárias, principalmente o final, que é muito mal feito. Jack Huston está razoável como Ben Hur, mas ele não passa toda a emoção que o personagem precisa, já o Morgan Freeman está totalmente sem vontade de fazer o filme, não há nenhuma expressão em seu rosto. As melhores interpretações são do filme são do Rodrigo Santoro e do Toby Kebbell, eles sim demonstram boas atuações. O CGI do filme varia entre muito bom e regular, ou seja, apenas cumpre o papel, a fotografia é escura e enjoativa, inclusive não é necessário o 3D. Já a trilha sonora é ótima, combinando com a atmosfera do filme. Ben Hur(2016) é um filme desnecessário que se torna apenas um filme mediano, assista o original de 1959, é bem superior.
Filme épico, bíblico, fantástico! Contendo como um dos personagens, Jesus Cristo, representado pelo nosso artista brasileiro Rodrigo Santoro, nos traz uma mensagem muito bonita: "O amor deve sempre vencer o ódio".
O filme possui um ritmo bom, tem roteiro bem trabalhado principalmente no fator de exploração dos personagens e suas relações, no que se refere fotografia, achei a do original muito superior, assim como a trilha sonora também não me pareceu muito grandiosa que é oque se espera de um épico, isso deixou a nova versão bem mais simplista. Um ponto negativo em especial vai aos cortes, dá pra percebe-los muito bem, como de costume feitos pra reduzir o tamanho do filme só pra aumentar a quantidade de salas, agora é esperar o Blu-ray com a versão sem cortes. Concluindo considero um bom filme, uma nota 7 está de bom tamanho.
Mais um filme que prova que você deve tirar suas próprias conclusões e não confiar em críticos que não entendem nada de cinema, porque se entendessem, eles que fariam os filmes. O filme tá incrível, incrível mesmo. Rodrigo Santoro e Morgan Freeman foram os melhores do filme. Eu não achei o ator que faz o Ben-Hur tão bom, mas gostei. Quando eu era pequeno assistia num VHS a versão de 1959 que tinha aqui em casa, tinha muito medo da corrida de bigas. Hoje acho uma coisa fantástica. A corrida dessa versão ficou uma coisa de outro mundo, muito, mas muito bem feita mesmo. Não é melhor que o de 1959, mas é uma das melhores coisas que já vi no cinema. Dinheiro muito bem investido. Recomendo.
Confesso que estava bem descrente com este filme, mas assisti hoje e me surpreendi positivamente. Tem uma bela história, nada surpreendente é claro, mas consegue passar uma boa mensagem. Do ponto de vista da ação, as cenas são bem imersivas, méritos para produção e trilha sonora.
Tem menos conteúdo que o primeiro. como tudo nos dias de hoje , é mais ação e entretenimento, mas ainda assim uma boa diversão. O cristo do primeiro convence muito mais do que o Rodrigo Santoro, nada contra nosso ator. Passar aquela divindade no olhar não é fácil.
O filme atual não tem muito a ver com o romance original e tampouco com o rodado em 1959, mas é bom. Entretanto, uma coisa que me deixou encasquetado foi com a mancada da figurinista: O Ben-Hur está trajando calça jeans e bota de cowboy em pleno ano de 33 d.c.
Um ótimo roteiro. Bastante bíblico, é verdade, mas mantém coerência e equilíbrio, fazendo com que tenha um conjunto concreto e interessante. As cenas são boas e o elenco de valor.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade