Ben-Hur
Média
3,8
660 notas

92 Críticas do usuário

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Pedro N.
Pedro N.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de agosto de 2016
Majestoso. Quando fui assistir com meu pai achei que fosse ser horrível. Mas, considero o 2° melhor filme do ano hoje.
Ric Brandes
Ric Brandes

123 seguidores 102 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de agosto de 2016
O cinema de qualidade é feito de filmes, atores e cenas em devida ordem, e esse conjunto complexo e mágico muitas vezes se completa de tal forma que, de tempos em tempos, surgem os clássicos que marcam gerações.
Talvez seja o caso de Ben-Hur, de 1959, que marcou gerações e encantou público e crítica. Para quem não assistiu o original, talvez ao menos já tenha ouvido falar do clássico: um dos maiores filmes da história do cinema, vencedor de 11 Oscars nos anos 50. O famoso arrasa quarteirão de 1959.
E talvez você também tenha ouvido falar de Rodrigo Santoro no papel de Jesus, na nova versão lançada recentemente nos cinemas. A propósito, as atuações do ator brasileiro no cinema internacional estão impressionando público e crítica. E no clássico Ben-Hur, agora repaginado, não seria diferente...
Rodrigo Santoro dá vida a um Jesus diferente, mais humano e pacífico, com uma mensagem de fé e amor que extrapola a questão religiosa. Ponto para o novo filme! Sua atuação, por si só, encanta e já merece respeito do público.
E como demonstra o pôster oficial do filme, a já famosa cena da corrida de quadrigas de cavalos de Ben-Hur volta agora em uma versão modernizada em 3D, com muito mais ação e realismo que seu antecessor. Outro ponto positivo da nova versão!
Mas, deixando de lado as comparações, a nova versão de Ben-Hur não vem com o intuito de competir com seu antecessor, mas sim dar novos ares para o clássico filme de 1959.
Trazendo uma mensagem de amor e esperança contra o ódio e a guerra, que só geram mais violência e problemas sociais, o novo Ben-Hur traz um elenco competente de atores, com Rodrigo Santoro no papel de Jesus; Morgan Freeman como Ildarin; Pilou Asbæk como Pôncio Pilatos, em uma versão nunca vista nos cinemas; a bela Nazanin Boniadi como Esther; Toby Kebbell como o antagonista Messala e Jack Huston No papel principal do protagonista Judah Ben-Hur. Outro ponto para o elenco!
Sem a gigantesca duração de seu antecessor, a nova versão do filme é mais econômica com o espectador, e resume todo o enredo em pouco mais de duas horas de filme com muita ação, surpresas e grandes reviravoltas épicas. Algumas cenas de batalhas em campo deixam um pouco a desejar, mas compensam no realismo de outras cenas de muita ação no mar e nas corridas de quadrigas.
Mesmo com todas as suas qualidades, alguns pontos deixam a desejar: a questão do 3D não influi tanto no resultado final, salvo por 3 ou 4 cenas com um leve toque 3D, podendo ser visto em 2D sem grandes diferenças.
Por fim, o novo Ben-Hur é um filme família, que merece ser admirado, muito pela atuação magistral de Rodrigo Santoro como Jesus, tanto por sua mensagem de fé e esperança, sem ser religiosamente piegas, como muitos filmes similares.
Ben-Hur certamente vale o ingresso, em 2D. Recomendo que assistam com olhos e coração abertos para a principal mensagem do filme: da não violência, do perdão e da fé acima de tudo, com toques de romance e aventura épica.

Por Ricardo Brandes
geraldo costa
geraldo costa

9 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 22 de agosto de 2016
Se você assisitiu ao BEN-HUR antigo, com Charlton Heston, por favor não vá a este. É ruim, a começar pelos intérpretes. Um enredo atropelante e, às vezes, ilógicos. Muito decepcionante. Os críticos foram complacentes em dar nota melhor para a película. O fracasso de bilheteira está plenamente justificado.
Aurelio Cardoso
Aurelio Cardoso

82 seguidores 97 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de agosto de 2016
Uma coisa se pode dizer, BEN-HUR não é ruim, é constrangedor, e demonstra como o clássico de 59 com CHARLTON HESTON era bom demais.
Nesta versão acelerada com ritmo de Velozes & Furiosos nos tempos de Roma, onde tudo parece, principalmente nas cenas de interior, saído de novela bíblica da Record / Universal, e as vezes até perde. Tenta-se ser o mais didático possível na questão da origem da convivência e rivalidade entre BEN-HUR e Messala, e muitas vezes os diálogos familiares soam falsos demais.
Nesta versão tem também a participação maior da figura de Jesus Cristo, papel de RODRIGO SANTORO, que não faz feio, que cruza o caminho e faz de BEN-HUR uma pessoa mais bondosa e aberta ao perdão.
Muitos personagens importantes da versão clássica de 59 não aparecem por aqui, como o nobre militar romano que BEN-HUR salvava da batalha naval, e que depois seria seu tutor e protetor.
Tira-se uma conclusão ao ver este BEN-HUR, muitas vezes é melhor não tentar remexer em filmes que fizeram História, pois o resultado pode ser catastrófico e virar um verdadeiro Charreteiro Infernal.
Lucas G.
Lucas G.

23 seguidores 2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 22 de agosto de 2016
Que horror o que fizeram com o Ben Hur, transformaram em uma história de novela das 6, brega, sem sentido, mal interpretado e absurda. Tinham que colocar cinco anos pra remar em alto mar quem fez isso. Que absurdo.
Jéssica S.
Jéssica S.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de agosto de 2016
Filme muito fraquinho. Muita história, arrastado e com pouca ação. Os personagens não prendem sua atenção.
Prefiro mil vezes a série feita em 2010 com 2 episódios.
Fernando F.
Fernando F.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de agosto de 2016
Excelente. Boa narrativa.
O filme tem uma pitada de religião, mas o que mais chama a atenção é a história e o enredo do filme.
Daisy B.
Daisy B.

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 22 de agosto de 2016
Muito fraco! Gladiador supera em muito esse remake. Muito dialogo, chato e cansativo. Poucos momentos de ação. Não veria de novo!
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de agosto de 2016
A história se perde do original a querer passar algo mais motivacional e de lições de vida, a corrida de biga ficou meio confuso, mas o desenrolar da trama até que não deixa cair a qualidade, como também não tem ápice, um filme totalmente na média.
Benedicto Ismael C. Dutra
Benedicto Ismael C. Dutra

92 seguidores 145 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 21 de agosto de 2016
A pergunta importante, qual seria o objetivo dessa nova versão? Mostrar diálogos acelerados que irritam? Romanos tiranos? Corrida de bigas? Um Jesus que diz - eles não sabem o que fazem, e incoerentemente diz é a minha vontade, isto é ser condenado injustamente jamais foi vontade de Jesus que se submeteu ao livre arbítrio dos homens como selo de sua missão de alertar a humanidade que estava prestes a perder a condição de humana pelo seu embrutecimento e travamento do espírito, a centelha viva que recebeu do Criador? Filmes dessa natureza têm de ser coerentes e não ficar inventando coisas que não aconteceram, pois nesse caso não poderia ser classificado como ficção. Enfim uma barulheira, pouca diversão, pouca história, com um final sentimentaloide de falso amor, contrario a severidade de Jesus no trato com os homens sem coração.
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