Ben-Hur
Média
3,8
660 notas

92 Críticas do usuário

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Kin H.
Kin H.

6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de setembro de 2016
Bom filme. Impossível não comparar com o anterior, que é mil vezes melhor. Achei a história e o enredo fracos. Os atores deixaram a desejar. Mas tem cenas muito boas, em especial da batalha nos mares.
Michelle L.
Michelle L.

8 seguidores 29 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de setembro de 2016
amei o filme.. muito bom. a historia te prende do começo ao fim. para mim, personagens ja conhecidos, mas sem ter muita afinidade, e com o filme me fez conhecer um pouco mais.. gostei muito. super indico
Bader
Bader

11 seguidores 64 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de agosto de 2016
Ben-Hur é um bom filme, se abstrairmos das inevitáveis comparações com a versão anterior. Tem belas cenas, uma boa fotografia, e uma história comovente. Talvez esteja um pouco desconectado do espírito de nossos dias, onde as pessoas preferem ver super heróis lançando raios cósmicos contra seres alienígenas, do que uma corrida de bigas com cavalos de verdade. O final é que talvez seja um pouco piegas, em uma tentativa de ilustrar o espírito do perdão do cristianismo.
Roger I.
Roger I.

7 seguidores 39 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de agosto de 2016
Me parece que edição do filme prejudicou algumas cenas. Os atores também não me convenceram. A cenas no mar e a corrida de bigas salvam o ingresso.
Nicholas M.
Nicholas M.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de agosto de 2016
Recomendo !! Sem palavras para aqueles que entendem a essência desse filme .. Nada dessa história de melancolia e mais ação do que sensibilidade . Cabe a você se entende com o pouco que foi mostrado.
Bruno G.
Bruno G.

6 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de agosto de 2016
Em primeiro, não tente comparar com o primeiro, o próprio diretor disse que não era a intenção. Contudo, o filme é uma grata surpresa. Mensagem clara, narrativa mais rápida para um publico mais novo e lotado de diferentes inputs das mídias sociais, mais rápidos e menos moroso. Santoro está demais, fantástico diga-se de passagem. Vale amos mais de 120 minutos, com corridas de bigas fazendo um show a parte de toda a fotografia e velocidade do filme. Recomendado para ver no cinema.
Bruno B.
Bruno B.

13 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de agosto de 2016
O mais sublime dessa obra prima é o perdão. Um filme que nos motiva a perdoar, e mostra o verdadeiro Cristo, o Cristo que não fundou dogmas e abraçou os mais necessitados. Ben-Hur tem um enredo cativante, com personagens bem trabalhados e individualidades bem traçadas. Um filme que faz o espectador mergulhar nele. FOI NECESSÁRIO UMA NOVA VERSÃO SIM, pois que esta nova versão dá mais destaque a Jesus de Nazaré, e toca o nosso coração, e nos faz chorar de soluçar, e mostra quão sublime é o perdão, e que vale a pena fazer de tudo para que dois inimigos se amem.
Gabriella Tomasi
Gabriella Tomasi

128 seguidores 106 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de agosto de 2016
(...)No que o filme realmente acerta, é ao recriar perfeitamente os ambientes no qual estamos inseridos. Contudo, o roteiro fraco não ajudou na narrativa. Os diálogos têm seus momentos com algum conteúdo filosófico, mas pareceu simulado e às vezes brega. Ele tenta incorporar um pensamento mais moderno também, mas acabar perdendo qualquer sensação de autenticidade da época.

Em relação à atuação, nenhum dos atores interpretou seus personagens de forma excepcional. Como bem já sabemos, a trama é sobre uma busca por vingança e Jack Houston transmite tristeza, ao invés de raiva. Judah Ben-Hur ao ser transformado em escravo é retratado quase como um mártir do que alguém que sobrevive se alimentando pelo ódio. Nós não duvidamos do seu caráter, nem seu heroísmo é questionado.

Jesus (Santoro), que seria a ligação e a conexão de tudo, pois ele é a imagem do perdão, da redenção e da tolerância, é um personagem que ficou solto na história e não tem um desenvolvimento sólido. Em algumas cenas vemos muito rapidamente e muito breve sua trajetória. De repente, o terceiro ato é concluído (em um ritmo bastante acelerado) pelo seu personagem e isto ficou um pouco fora de contexto. É como se aquilo fosse colocado de última hora para concluir uma história que não tinha um final.

O único personagem que realmente conseguiu sobressair foi Messala interpretado maravilhosamente bem por Toby Kebbell. Quando Massala diz à Tirzah que: “terei que matar seu irmão”, quando sua declaração de amor é interrompida por Ben-Hur, é simplesmente de dar arrepios. Ele retratou perfeitamente sua indignação, sua força militar e sua dedicação ao Império Romano a cima de qualquer coisa. Mas até seu desfecho pareceu forçado. Ainda, a habilidade em conseguir demonstrar a frustração do personagem, em relação à falta de reconhecimento pela sua família adotiva como um membro dela se torna desequilibrada por uma construção narrativa que não dá suporte à sua revolta, pois ele não é completamente rejeitado.

A famosa corrida de bigas foi muito mal executada. As cenas são completamente computadorizas (uso exagerado de CGI em outras cenas também) ficando tudo muito artificial. Os movimentos de câmara tremidos e cortes rápidos impediram que se pudesse entender exatamente o que acontece nas cenas de ação.

Por fim, é notável que este filme deu mais ênfase em recriar um cenário dramático e de ação, mas falha na narrativa ao deixar de apresentar e desenvolver a questão central do filme: a vitória pela redenção do protagonista à Cristo, ou seja, pelo reconhecimento da moralidade cristã que constituí a essência de Ben-Hur.
Amanda L.
Amanda L.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de agosto de 2016
Adorei! O filme me prendeu do início até o fim. Sério, envolvente e emocionante. É um Ben-Hur moderno, que não deixa nada a desejar em relação aos primeiros. Assista! ;)
jcmlinhares
jcmlinhares

3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de agosto de 2016
Pelas críticas que li até agora, percebo com facilidade que as pessoas que assistiram ao filme de 1959 não gostam desta versão.
Para mim então, que considero a versão de 1959 um dos melhores filmes já feitos, não obstante ter ganho 11 estatuetas, principalmente porque naquela época não havia a tecnologia atual.
Resumindo, minha avó já dizia que gosto não se discute.
Minha recomendação é que, se for assistir o filme, faça o possível para evitar comparações com o de 1959, e não se deixe influenciar por críticas severas demais. Afinal, o que importa é o que achamos, e não o que os outros acham, concordam ?
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