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Lucas A.
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3 críticas
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3,0
Enviada em 11 de setembro de 2016
Pra quem entende de assuntos bíblicos, como funcionava Jerusalém na época de Jesus, que influência Roma tinha, esse filme será excelente. Agora se nao entender, recomendo não assistir. Fui com alguem que nao entendia e a pessoa nao entendeu muito bem. Tirando isso, recomendo. Apesar de na primeira hora dar sono, o restante do enredo é impressionante. Achei muito bom o filme pra quem é cristão.
Filme Excelente, a história, as atuações e os efeitos foram otimos. Não sei porque a crítica pegou tão pesado e disse que o filme é o pior de 2016, pra mim é um exagero.
Esta versão cinematográfica alterou substancialmente o livro de mesmo nome. Embora bom o novo argumento de que Ben-Hur substituiu a vingança pelo perdão, o roteiro não soube situar o paralelo entre Jesus Cristo e o ator principal. As aparições de Jesus pouco tem a ver com o Jesus histórico. O ator principal não soube captar a exuberância de Ben-Hur. As cenas da corrida de bigas foram surreais. As vestes dos atores em Jerusalém não condizem com as vestes hebraicas. O roteiro fica perdido quando tem de situar o ator na corrida de bigas, já que a narrativa conta que Ben-Hur, diferentemente do livro, salvou-se apenas a si mesmo das galés.
Apesar de ter como título Ben-Hur, o filme dirigido por Timur Bekmambetov não pode ser considerado como uma refilmagem do clássico dirigido por William Wyler. Mesmo se levarmos em consideração o fato de que alguns elementos das histórias dos dois filmes serem muito parecidos, a verdade é que a motivação por trás do Ben-Hur interpretado por Charlton Heston é muito diferente da do Judah Ben-Hur interpretado por Jack Huston.
No filme de Timur Bekmambetov, Ben-Hur e Messala (Toby Kebbell) foram criados como irmãos e, mesmo o destino tendo separado os caminhos que eles passaram a percorrer, eles mantiveram o cultivo de uma relação de amizade e de respeito, que, infelizmente, não resiste à divisão – e ao domínio político – que os romanos impetraram durante aquela época, especialmente na Jerusalém de Ben-Hur – aqui é importante ressaltar o fato de que Messala retorna ao seu antigo lar na condição de um dos mais proeminentes oficiais do exército romano.
Dessa maneira, quando encara a escravidão e o fim cruel que teve a sua família, o que passa a mover Ben-Hur, mais do que o desejo de ser livre novamente, é a vontade de se vingar de todo o sofrimento que lhe foi causado pelas decisões equivocadas tomadas por Messala no exercício de seu dever. Importante observar, no entanto, que, no desenho do plano de vingança de Ben-Hur, o roteiro escrito por Keith R. Clarke e John Ridley, ainda encontra espaço para uma trama de redenção, unindo a trajetória do príncipe Judah Ben-Hur com os caminhos tortuosos percorridos pelo filho do Rei, Jesus Cristo (Rodrigo Santoro).
Chama a atenção em Ben-Hur a maneira segura com que Timur Bekmambetov conduz a trama, captando por completo a atenção da plateia. O diretor cazaque também impressiona na maneira como concebeu a técnica de seu filme, com destaque para os ótimos trabalhos de direção de arte, figurinos e, principalmente, efeitos visuais e montagem – notem a excelente maneira como a cena da tradicional corrida de bigas é mostrada.
Por isso mesmo que chega a ser decepcionante a maneira como, após o grande clímax emocional que é a cena que retrata a conquista da liberdade de Ben-Hur, o filme se perde por se estender desnecessariamente, na tentativa de aparar todas as arestas entre Ben-Hur, Messala e seus familiares – já que, dentro da motivação principal dessas personagens, a história estava encerrada muito tempo atrás...
Excelente filme! Não conheço o original, mas esse, com certeza, é maravilhoso! Emocionante, prendeu minha atenção do início ao fim, coisa que tem sido bem difícil com os últimos lançamentos do cinema... Não entendi o porquê de a crítica do G1 ter falado tão mal! Felizmente, percebi que é uma opinião da qual muitos não compartilham! Ao final do filme, todos aplaudiram!!! Recomendo!!!!
uma refilmagem do épico de 1959. No entanto, o final deste é diferente do original. Mais cristão! Jesus (Rodrigo Santoro) tem um papel de maior destaque e o seu ensinamento de amor e de perdão é deixado fortemente como mensagem final. Um filme emocionante!
o geral, não gosto de filmes com temas bíblicos. Claro que há exceções como A ÚLTIMA TENTAÇÃO DE CRISTO, mas nem sei se podemos definí-lo assim ou como um filme sobre uma figura política. Li uma resenha elogiosa hoje sobre ÚLTIMOS DIAS NO DESERTO, filme que trata dos quarenta dias de reflexão de Jesus Cristo no deserto. A ver. No entanto, para uma sessão da tarde, arrisquei BEN HUR, no qual Rodrigo Santoro até faz um Cristo digno, mas totalmente coadjuvante de coadjuvante. Se você quiser muito ver um filme e não contar com outro, veja-o como um passatempo menor. O filme mais parece um videoclipe de duas horas certinho, caretinha, até bem filmadinho com aqueles balés de ação com efeitos especiais. E uma mensagenzinha final sobre a fraternidade e o perdão. O filme todo é 'inho' e a principal razão é que arrisca-se no papel de propagador de mensagem. Quando o cinema não consegue ser reflexivo, que seja, ao menos, boa diversão. Pena.
O grande pecado do Ben-Hur 2016 reside no fato da existência de um primeiro filme realizado em 1959, premiado e épico, não apenas pelo resultado que alcançou, mas simplesmente porque foi feito em um período em que a tecnologia em filmagens não estava como está hoje, mostrando que um grande filme não necessita necessariamente de grandes efeitos e tecnologias para ser considerado grande.
O problema da atualidade desse Ben-Hur 2016 e outros filmes é que vem sendo dado maior ênfase nos efeitos especiais, na busca pelo impacto pela fotografia e pelos efeitos de deixar "de boca aberta" e se esquecem de um enredo de qualidade e linear, que conferem à trama aquele ponto diferencial que deixam os expectores satisfeitos.
Portanto, aquela sensação do "pra quê um novo filme Ben-Hur" é verdadeira. O filme apresenta sérios problemas de enredo e continuidade, com cenas soltas e que perderam a essência daquilo que se esperava da história. De fato, Rodrigo Santoro e Freeman roubam as cenas em que aparecem, mas a trilha sonora atrapalha a naturalidade das mesmas.
O elenco é de modo geral inferior para uma trama deste porte.
E há quem diga que não podemos comparar o Ben-Hur de 1959 com este. Sinto em dizer que evitar a comparação é impossível. O de 1959 é superior em tudo e, as críticas negativas acontecem não é porque se trata de um filme bíblico, mas sim porque realmente o Ben-Hur 2016 é muito inferior ao esperado.
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