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Francisco F.
121 seguidores
181 críticas
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5,0
Enviada em 25 de março de 2020
Gostei muito desta versão. Aos olhos de quem não assistiu o primeiro Ben-Hur será uma ótima história, bom desenvolvimento, boa atuação. Um filme dinâmico e de qualidade. No entanto, pessoas que viram um dos melhores filmes de todos os tempos, vai estranhar. Ainda mereceu minhas 5 estrelas.
Neste filme mostra a essência de Cristo que é o perdão, promovendo o perdão entre os irmãos apesar de tudo que havia acontecido. Mostrando que o amor e o perdão andam lado a lado, superando assim o ódio, a ira e o rancor...
spoiler: Eu não vi o filme antigo só esse e gostei muito, foi perceber que jesus tava no filme com uma 1 de filme e sinceramente gostei muito da sopreza, não algo jogado na tela, tudo foi acontecendo naturalmente e o mais importante foi a linda mensagem que o filme deixou isso valeu muito apena ter visto.
Gosto do site e sou ajudado muitas vezes buscando a opiniao dos leitores para poder assitir um bom filme, entao me vi na obrigacao de ajudar, ASSISTAM ESSE FILME!! o filme e excelente, tem todos as aventuras de um filme epico, nao tem como nao gostar, mas assistam ate o final, para mim um dos melhores filmes que ja vi..
Ben-Hur de 2016 é completamente desnecessário. A história de Judah Ben-Hur (Jack Huston) um príncipe falsamente acusado de traição pelo seu irmão adotivo Messala (Toby Kebbell), um oficial do exército romano. Destituído de seu título e posses, foi afastado de sua família e da mulher amada (Nazanin Boniadi), Judah é forçado à escravidão. Depois de muitos anos no mar, retorna à sua pátria em busca de vingança, mas encontra a sua redenção. Realizado por Timur Bekmambeton e escrito por Keith R. e John Ridley, esse remake é tão raso quando a sinopse acima. Se uma das versões anteriores levou 11 Óscares, é o suficiente para essa refilmagem não existir. O elenco é hesitante e desinteressado. Filme arrastado, o que induz à sonolência, mesmo tendo uma hora a menos que o original parece mais longo. O elemento cristão é pouco explorado e fraco. Rodrigo Santoro como Jesus não convence, e Morgan Freeman não pôde sustentar tudo sozinho. Um dos piores de 2016. Além de tudo, muito pedante.
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