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O filme me marcou pelo contraste entre a riqueza produzida pelas minas e a extrema precariedade daqueles que as exploram. Através da transformação de Juliano e Joaquim, o filme mostra como o sonho de ascensão social pode progressivamente deixar para trás a violência, as relações de poder e a exploração. Além da corrida do ouro, tem uma representação das contradições do desenvolvimento brasileiro: um país já industrializado dos anos 1980, mas onde persistem enormes desigualdades sociais e territoriais. O filme permite assim entender Serra Pelada não como a imagem de todo o Brasil da época, mas como uma manifestação particularmente extrema dessas contradições.
Serra Pelada é um filme de drama/ação nacional que contou com a direção de Heitor Dhalia que também participou do roteiro ao lado de Vera Egito. Na trama, acompanhamos os amigos Juliano (Juliano Cazarré) e Joaquim (Júlio Andrade), durante a década de 1980 deixam São Paulo com destino à Serra Pelada em busca de ouro e riqueza. Porém, a trajetória de ambos é marcada pela ganância e violência. Com participações de peso como Matheus Nachtergaele e Wagner Moura (calvo), o filme teve um elevado nível de atuação, que também contou com a boa química e contraste entre os 2 protagonistas. A ideia foi muito boa de trabalhar aspectos históricos no início da década de 1980, para falar sobre Serra Pelada, embora o filme não seja um documentário, tais fatos serviram apenas como pano de fundo da para a história de ambição e conflitos de interesses retratados no longa. O ponto mais fraco do filme é o seu roteiro, além de não trazer uma profundidade anterior a Serra Pelada entre ambos os protagonistas (parecendo até 2 amigos comuns que estão em busca de uma aventura e fugindo de suas responsabilidades em São Paulo). Além do filme ir rápido demais nas emoções não permitindo conectar muito com os dilemas postos na trama. O roteiro também foi repetitivo em mostrar que o garimpo transforma o homem para pior e que não há espaço para inocentes. O filme se torna bem previsível em seu terceiro ato, mas tecnicamente é impecável com sua boa fotografia e trilha sonora que retratou muito bem o cenário musical do Pará.
Serra Pelada é um filme visualmente impactante, que capta a brutalidade e o fascínio da corrida do ouro no Brasil. Embora tenha alguns tropeços no desenvolvimento da trama, sua força está na ambientação e na crítica social. Vale a pena assistir!
Peço perdão se eu ofendi com alguma coisa alguma pessoa que atuou no filme .........................
Muito bom filme, a atuação do Wagner Moura, mais uma vez, é brilhante. Roteiro deixa um pouco a desejar
Bom!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Bom filme com uma boa fotografia e atuação primorosa de Wagner Moura e Juliano Cazarre.
Desde o inicio o filme chamou a atenção. O filme traz o verdadeiro garimpo de serra pelada da década de 80 com muita genialidade de Heito Dhalia, há tempos que um filme brasileiro não chamava a atenção pelo seu esplendor. Com diálogos exemplares de um bom filme e com personagens muito exóticos que fazem uma bela dupla com o ator. Toda ação deve ser vista e revista nesse filme!!!
" Eu quero o que todos querem".
" Eu quero o que todos querem".
Muito bom! com é bacana vê nosso grande Wagner Moura atuar! apesar de não ser o ator principal, ele toma atenção do filme com sua interpretação impecável! Um filme excelente!!!
Com um bom elenco o filme conta uma boa história, porém, me parece meio corrido deixando muitas vezes o espectador meio perdido. Para quem pensa que vai ver algo de serra pelada, como por exemplo parte da história, se engana, é uma história baseada na vida dos protagonistas em Serra pelada. Mais um filme salvo pelo excelente elenco, sem eles estaria o filme na classe B dos filmes nacionais.
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