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Um filme com enredo ímpar, retrata um episódio da historia recente do Brasil, onde homens e mulheres largavam tudo em busca do enriquecimento através da descoberta do ouro, e para isto ignoram virtudes e valores...
um filme baseado em cenas reais sempre me prende, e não foi diferente com Serra Pelada, achei as interpretações ótimas, Juliano Cazarré está demais como o "grandão", assim como os outros atores são especiais, gostei da história, da produção, do filme todo!!!!
Miséria + poder + a utopia de ganho rápido e fácil = Serra Pelada, local onde o homem é testado até o seu limite. Bem realista o filme. Vale conferir!
Serra Pelada é um retrato de cores vibrantes e emocionante, com um roteiro ágil e que conta uma história de amizade, ambição, poder e traição. Vale a pena!
recomendado.......o Carré mt bom......Sophie Charlotte mt bem tb....o amigo do Carré tb...o Professor ótimo ator......mas o Wagner Moura mt bom....apesar de ser coadjuvante arrebentou....
Para quem aprecia um bom Filme com um ótimo roteiro, belo tratamento de imagem, ótima direção de fotografia e edição de áudio impecável deve assistir o filme. Além disso a atuação de Juliano Casarré e Júlio Andrade perfeitas. Dificilmente encontraríamos atore que ficassem tão bem nos personagens como eles ficaram. Para quem aprecia o gênero comedia Também o filme não deixa o público decepcionado a senas que rançam o risos da plateia facilmente. Contando a recente história do nosso pais o filme situa o espectador no tempo e espaço dos anos 80 sem deixar de contextualizar as mudanças que ocorreram no pais nesse período.
Porém deixa claro que o tempo na Amazônia, Pará , não seguia o mesmo tempo do restante do pais. Com um pensamento critico a direção do filme consegue discutir as relações humanos e até quando a amizade sobrevive sendo colocada a prova diante do dinheiro e o poder. Como também questionar o quanto o home é capaz de abandonar seus valores e ideais em busca de dinheiro. Talvez o enredo peça do espectador um pouco de raciocínio, pois ao contraria das comédias baratas campeãs de bilheteria, não é um filme feito apenas para ir em quanto o espectador digere o seu jantar, mas sim propõe uma reflexão sobre o ser humano e seus valores existências em fim faz o espectador sair do cinema refletindo sobre si e sua contribuição para a mudança do nosso pais.
Porém deixa claro que o tempo na Amazônia, Pará , não seguia o mesmo tempo do restante do pais. Com um pensamento critico a direção do filme consegue discutir as relações humanos e até quando a amizade sobrevive sendo colocada a prova diante do dinheiro e o poder. Como também questionar o quanto o home é capaz de abandonar seus valores e ideais em busca de dinheiro. Talvez o enredo peça do espectador um pouco de raciocínio, pois ao contraria das comédias baratas campeãs de bilheteria, não é um filme feito apenas para ir em quanto o espectador digere o seu jantar, mas sim propõe uma reflexão sobre o ser humano e seus valores existências em fim faz o espectador sair do cinema refletindo sobre si e sua contribuição para a mudança do nosso pais.
O filme é muito bom, uma verdadeira viajem à caça ao ouro que enriqueceu poucos, empobreceu muitos e matou-se muitos mais ainda, uma verdadeira caçada que vale a pena conferir.
Com uma excelente direção de Heitor Dhalia, Serra Pelada é cinema de alto nível. Com um roteiro redondo, boa narrativa e um excelente ritmo, o filme deixa orgulhoso qualquer brasileiro que admira o cinema de qualidade. Destaque para a trilha sonora, que te transporta para a época; para as interpretações dos protagonistas (Juliano Cazarré e Júlio Andrade), sem esquecer é claro do trabalho de Sophie Charlotte. Wagner Moura, dispensa comentários (mais um personagem que faz esquecer os anteriores, ou seja, mostra o quanto o cara é versátil e excepcional). Reconhecimento também para a equipe de produção, pois certamente não foi nada fácil rodar um filme num cenário tão complicado quanto uma pedreira (que simulou muito bem os barrancos da Serra Pelada original).
Para quem não viveu ou era criança no início da década de 80 (meu caso), "Serra Pelada" é uma aula de história ao apresentar a serra brasileira localizada no estado do Pará, que se tornou muito conhecida durante a década de 80, quando houve uma "corrida do ouro", o que acabou tornando o local o maior garimpo a céu aberto do mundo, de onde foram extraídas, oficialmente, 30 toneladas de ouro.
O que conhecia da história de Serra Pelada, havia sido apresentado no filme "Os Trapalhões na Serra Pelada" (1982), onde a trupe dos Trapalhões aprontavam altas confusões na região. Vi este filme nas sessões da tarde quando era criança, no entanto, este longa é o décimo filme de maior público da história do cinema brasileiro.
Com um roteiro de ficção bem elaborado e uma produção digna, Heitor Dhalia nos apresenta uma possível história real de dois garimpeiros, Juliano (Juliano Cazarré) e Joaquim (Júlio Andrade), grandes amigos que ficaram empolgados ao tomar conhecimento de Serra Pelada, e deixaram São Paulo na busca do tão sonhado ouro de Serra Pelada. Ambos vão narrando a história e nos apresentando como funcionava aquela estrutura, bem como as mudanças que foram acontecendo com o passar do tempo.
Sem perder muito tempo, chegamos ao maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado no estado do Pará. No entanto, vemos claramente a personalidade de Juliano mudando na ânsia pelo poder, enquanto que Joaquim, que era professor da rede pública e prezava por alguns valores, aos poucos vai cedendo e caindo no redemoinho de amoções provocados pela busca pela riqueza e bens materiais. O drama de Joaquim que deixou uma esposa grávida, chega a ser comovente. A amizade vai se declinando com o passar do tempo, e o roteiro conduz bem essa perspectiva.
O elenco está muito bem. Juliano Cazarré e Júlio Andrade estão em excelentes atuações. Fico imaginando o que Wagner Moura teria feito no papel de Juliano... O ator, que também produziu o longa-metragem, permaneceu no elenco, interpretando um papel menor que se adequasse dentro de sua agenda de trabalho. Seu personagem mais uma vez é icônico. Sophie Charlotte que estreia no cinema neste filme, também faz uma excelente atuação. Isso sem falar que ao todo foram usados cerca de 1600 figurantes durante as filmagens...
A produção caprichou inclusive na recriação do garimpo de Serra Pelada, na cidade de Mogi das Cruzes, em uma antiga mineradora que tinha uma cava equivalente a dois campos de futebol e com 100 metros de profundidade. Os cenários da vila, prostíbulos e bares foram filmados em Belém, no estado do Pará para prestigiar a região, muito justo por sinal. Já o acampamento dos garimpos foi rodado em um aterro sanitário localizado no pólo cinematográfico de Paulínia, São Paulo. Algumas imagens reais também foram inseridas, comprovando o cuidado que houve inclusive com as pesquisas de produção.
O que conhecia da história de Serra Pelada, havia sido apresentado no filme "Os Trapalhões na Serra Pelada" (1982), onde a trupe dos Trapalhões aprontavam altas confusões na região. Vi este filme nas sessões da tarde quando era criança, no entanto, este longa é o décimo filme de maior público da história do cinema brasileiro.
Com um roteiro de ficção bem elaborado e uma produção digna, Heitor Dhalia nos apresenta uma possível história real de dois garimpeiros, Juliano (Juliano Cazarré) e Joaquim (Júlio Andrade), grandes amigos que ficaram empolgados ao tomar conhecimento de Serra Pelada, e deixaram São Paulo na busca do tão sonhado ouro de Serra Pelada. Ambos vão narrando a história e nos apresentando como funcionava aquela estrutura, bem como as mudanças que foram acontecendo com o passar do tempo.
Sem perder muito tempo, chegamos ao maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado no estado do Pará. No entanto, vemos claramente a personalidade de Juliano mudando na ânsia pelo poder, enquanto que Joaquim, que era professor da rede pública e prezava por alguns valores, aos poucos vai cedendo e caindo no redemoinho de amoções provocados pela busca pela riqueza e bens materiais. O drama de Joaquim que deixou uma esposa grávida, chega a ser comovente. A amizade vai se declinando com o passar do tempo, e o roteiro conduz bem essa perspectiva.
O elenco está muito bem. Juliano Cazarré e Júlio Andrade estão em excelentes atuações. Fico imaginando o que Wagner Moura teria feito no papel de Juliano... O ator, que também produziu o longa-metragem, permaneceu no elenco, interpretando um papel menor que se adequasse dentro de sua agenda de trabalho. Seu personagem mais uma vez é icônico. Sophie Charlotte que estreia no cinema neste filme, também faz uma excelente atuação. Isso sem falar que ao todo foram usados cerca de 1600 figurantes durante as filmagens...
A produção caprichou inclusive na recriação do garimpo de Serra Pelada, na cidade de Mogi das Cruzes, em uma antiga mineradora que tinha uma cava equivalente a dois campos de futebol e com 100 metros de profundidade. Os cenários da vila, prostíbulos e bares foram filmados em Belém, no estado do Pará para prestigiar a região, muito justo por sinal. Já o acampamento dos garimpos foi rodado em um aterro sanitário localizado no pólo cinematográfico de Paulínia, São Paulo. Algumas imagens reais também foram inseridas, comprovando o cuidado que houve inclusive com as pesquisas de produção.
O filme retrata muito bem o que ocorreu em Serra Pelada nos idos de 1980 e a intrerpretação dos principais atores foi magistral. Nota dez!
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