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    Cada um na sua Casa
    Críticas AdoroCinema
    3,0
    Legal
    Cada um na sua Casa

    Apenas fofo

    por Lucas Salgado

    A animação Cada Um na Sua Casa chega aos cinemas com o objetivo de explorar mais uma vez a relação de uma criança com um alien fofo. Foi assim em Lilo & Stitch e, é claro, no clássico E.T. – O Extraterrestre. Em termos de qualidade, o novo filme está mais próximo do primeiro do que do segundo, afinal pode até oferecer um ou outro momento especial e cenas divertidinhas, mas está bem longe de ser perfeito.

    Cada Um na Sua Casa - FotoOs Boovs são criaturas alienígenas bem simpáticas e fofinhas, que estão sempre fugindo dos terríveis Gorgons. Eles decidem que a Terra é o local perfeito para abitarem. Com isso, retiram todos os humanos de suas casas e passam a viver em nossas cidades. Dentre os Boov, Oh é um dos mais amigáveis e atrapalhados. Ele tenta organizar uma festa de boas vindas no novo planeta e acaba mandando convite para toda galáxia, o que gera o medo de que os Gorgons os descubram. Com isso, Oh passa a ser procurado pelos outros Boovs.

    Enquanto tenta se esconder, Oh encontra com uma jovem menina e seu gato, que estão a procura da mãe dela. O trio acaba se unindo numa aventura, cuja solução é previsível, mas bonitinha.

    A trama do filme é muito simples e o espectador não deve se envolver muito. É possível que o interesse seja mais pela relação entre Oh e a menina do que no conflito entre Boovs e Gorgons. Ou mesmo no encontro da mãe sumida. Nada disso gera interesse o suficiente para prender a atenção do público.

    Home (no original) só escapa de ser um desastre pois possui protagonistas simpáticos e divertidos. Não só Oh é bem bonitinho, como a garotinha Tip é uma simpatia só. O longa merece destaque pela opção de utilizar uma menina fora dos padrões das animações. Sai a menina loirinha, branquinha e de cabelo liso para uma garotinha negra repleta de personalidade e com os cabelos cacheados.

    Jim Parsons, Rihanna e Steve Martin formam o elenco de vozes da produção dirigida por Tim Johnson. Os efeitos visuais são de qualidade e a trilha tem bons momentos, embora exagere no número de canções de Rihanna. Tudo bem que quiseram aproveitar a presença da cantora no projeto, mas cinco canções de uma mesma artista na trilha soa exagero.

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