Média
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O cinema está cheio de alienígenas fofos e adoráveis, como é o caso do E.T de Spielberg e do fofo Stitch, bom agora temos o divertido Oh um Boov, dublado por Jim Parsons na versão original que vira um fugitivo e vai para ao lado da simpática Tip dublada pela fenomenal Rihanna, bom não é o melhor filme da DreamWorks, isso já se sabe o filme tem uma boa trilha sonora, um bom elenco e se torna uma animação forte, porém é uma propaganda enganosa pois nos mostram que fofura não é tudo. Apesar de extremamente fofos, os Boovs são uma raça sem graça. Os roteiristas Tom J. Astle e Matt Ember não criaram cenas cômicas envolvendo os Boovs, apenas algumas piadas chatas, no final nem a amizade de Tip e Oh consegue ativar o sucesso imediato de Cada um na Sua Casa ao contrário de grandes animações da DreamWorks.
Facilmente uma das piores animações da DreamWorks, enredo extremamente bobo, mal desenvolvido e desinteressante, humor chato e que cansa muito facilmente. Muito ruim.
Só não gostei do jeito arrogante da mocinha, isso pode incentivar as crianças a serem assim, serem donas da razão, sempre estarem certas. a mocinha podia ser mais carismática e não uma menina cabeça dura.
Vi com minha filha, e veria quantas vezes ela quisesse... mas só por ela mesmo...
Juro que quando a Dreamworks lançou o trailer da animação “Cada Um Na Sua Casa” não fiquei muito animado, afinal me lembrou “Marte Precisa de Mães” (uma bomba que custou uma fortuna e rendeu meros $35 milhões no mundo), e em nada lembrava as animações ousadas e inesquecíveis de tempos atrás, Shrek pra ficar num único exemplo.
Mas não é que achei o filme bonitinho. Tá certo que o excesso de músicas da Rihanna, enjoa, mais na dublagem ela vai bem. Já não achei o mesmo do Jim Parsons, ator que dubla o et, só conseguia ver o Sheldon personagem dele no seriado “The Big Bang Theory”.
O et OH é simpático e divertido em suas trapalhadas. As cores do filme são vibrantes e dentro do contexto infantil. A tecnologia deles pra fazer grandes monumentos flutuarem soou como algo novo, e até que enfim um grande estúdio teve uma protagonista negra em um desenho. Não venham me dizer que a Disney já havia feito isso no “A Princesa e o Sapo”, que eu não engulo essa, a personagem passa a maior parte do tempo verde.
Nada marcante, mas bom pra ver em casa, no sofá, comendo pipoca, pra relaxar a cabeça.
Nota do público: 6.8 (IMDB)
Nota dos críticos: 46% (Rotten Tomatoes
Bilheterias
USA - $175 milhões
Mundo - $368 milhões
Mas não é que achei o filme bonitinho. Tá certo que o excesso de músicas da Rihanna, enjoa, mais na dublagem ela vai bem. Já não achei o mesmo do Jim Parsons, ator que dubla o et, só conseguia ver o Sheldon personagem dele no seriado “The Big Bang Theory”.
O et OH é simpático e divertido em suas trapalhadas. As cores do filme são vibrantes e dentro do contexto infantil. A tecnologia deles pra fazer grandes monumentos flutuarem soou como algo novo, e até que enfim um grande estúdio teve uma protagonista negra em um desenho. Não venham me dizer que a Disney já havia feito isso no “A Princesa e o Sapo”, que eu não engulo essa, a personagem passa a maior parte do tempo verde.
Nada marcante, mas bom pra ver em casa, no sofá, comendo pipoca, pra relaxar a cabeça.
Nota do público: 6.8 (IMDB)
Nota dos críticos: 46% (Rotten Tomatoes
Bilheterias
USA - $175 milhões
Mundo - $368 milhões
"Home" não tem coragem suficiente para elevar todas suas ideias à terceira potência, mas pelo menos evita ser engraçadinho demais e consegue colocar uma história em um patamar digno. Levando a atual tendência de questionar a autoridade e de se preocupar com o próximo, conhecemos uma raça alienígena que segue um líder (Steve Martin), nos mesmos moldes do rei Julian de Madagascar, e se descaracteriza a partir de um guia informal de como devem se comportar (leia-se "socialismo"), independente do que realmente achem.
“Cada Um na Sua Casa” é uma experiência mista, que pode confundir e desanimar alguns, mas que em seu núcleo possui boas ideias que são implementadas “apesar de”. Por isso, nos mesmos moldes de “Boxtrolls”, embora não com o mesmo refinamento técnico/artístico, podemos colocá-lo no hall das animações que confiam em sua história do começo ao fim, o que hoje em dia, com pinguins e minios por todos os lados, tem se tornado um evento raro em produções menores.
Animações tem um importante valor no cinema.Desde suas histórias engraçadas,que envolve drama e emoção,até trazer personagens marcantes.Achei que não foi o caso de "Cada um na Sua Casa".Aqui temos Oh,um ser Boov,bem esquisito.Não é um dos melhores personagens que os estúdios DreamWorks já inventou.Pelo outro lado,temos Tip.Personagem principal quando parte para o lado dos humanos.Dublada originalmente por Rihanna,a garota se mostra corajosa em boa parte da trama,mas,peca por ser tão repetida a outras que já tiveram personalidade igual.
Bela animação, que deixa a gente com gosto de quero mais, mas nem por isso deixa de ser uma animação para ser vista com a família, com belas idéias e grandes sacadas onde um fato leva ao outro. Um bom filme que agrada a criança e aos adultos também.
Me supreendeu. Não dava muita coisa pelo filme mas até que foi bem legal. Não vi o longa legendado então não tenho uma opinião sobre a atuação de Rihanna, entretanto a dublagem brasileira estava adequada. A história é boa, e traz um bom ensinamento para as crianças. É um filme que as crianças vão gostar e que os pais que assistirem com elas também podem aproveitar tanto pela trilha sonora que estava INCRÍVEL quanto pelas "piadinhas" de conhecimento geral.
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