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Cleiton
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84 críticas
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2,0
Enviada em 2 de janeiro de 2026
Nunca gostei da abordagem de horror espacial em O Paradoxo Cloverfield. O filme praticamente não explora a Terra, o que reduz drasticamente o impacto da ameaça, e embora tente criar uma sensação de urgência constante, falha em envolver o espectador, pois os acontecimentos parecem apressados, mas sem peso emocional real. A personagem interpretada por Mina Jensen não é devidamente explicada nem desenvolvida, tornando difícil qualquer conexão com ela ou compreensão de sua importância na narrativa. Além disso, não há um verdadeiro cenário de guerra em larga escala: falta a percepção de caos global e de consequências reais, algo essencial para transmitir a grandiosidade do desastre proposto. O longa também peca em criar sensação de magnitude, já que raramente o espectador sente que algo realmente colossal está acontecendo. No final, essa falha se torna ainda mais evidente, pois o desfecho deveria mostrar mais, ampliar o impacto visual e narrativo, mas opta por uma conclusão contida e pouco emocionante. Compreendo a intenção de explicar e conectar os eventos do primeiro Cloverfield, porém essa ligação acontece sem força dramática, resultando em um final mal construído, sem emoção e sem catarse, deixando a clara sensação de potencial desperdiçado.
O filme é bom, mas eles menosprezam o brasileiro. Um médico brasileiro que tem medo de cortar um corpo, que tem pouquíssimas falas e que spoiler: morre pedindo “por favor”. Ele fez um papel de pessoa fraca, sem experiência, com medo constante — durante todo filme, o contrário de todos os outros integrantes.
O pior filme da franquia, mas um filme bom de ser assitido, ainda mais para quem acompanhou os antecessores e/ou quem gosta de filmes de ficção sobre universos paralelos. O primeiro longa trouxe elementos interessantes, como a coisa desconhecida que aparece no meio da cidade e está destruindo tudo e a câmera em primeira pessoa, a qual trouxe muita imersão ao filme. O segundo é ainda mais misterioso e ninguém sabe o que está acontecendo até o final, que, por sinal, é bem brochante, porém é o melhor filme da trilogia. Já esse último filme é até legal, tem alguns elementos de ficção científicas, mas exagera na dose com coisas que puxam mais para o lado sobrenatural do que o da ciência. As cenas na terra são só para encher linguiça, porque o que nos mais interessou mesmo foi a cena final, a qual trouxe a explicação por trás dos eventos que desencadearam o que vimos até aqui no universo Cloverfield.
Cloverfield ainda tem muito pano pra manga. Os eventos do terceiro filme abriram praticamente um mar de possibilidades para a franquia. Por um lado isso pode ser perigoso, fazendo com o que os diretores se percam, mas por outro pode trazer ideias muito criativas. Esperemos para ver,
Filme, ruim. Final péssimo. Não perca seu tempo assistindo isso. Não vale nem uma estrela, Cai na armadilha de achar que deveria ser bom, THE CLOVERFIELD PARADOX é péssimo.
O filme até tem uma ideal inicial legal, mas foi mal conduzido. O filme tenta criar vínculo com os dois filmes anteriores e com isso alguma lógica para a trilogia, mas fracassou em vários pontos, beirando o ridículo. Se estamos falando de um filme que mistura a ideia de alienígenas, relação espaço x tempo e multi dimensões, imaginamos encontrar uns clichês dos filmes dos gêneros... Mas, o filme tem algumas cenas que não fazem sentido algum, por mais heterodoxo que sugere ser. Segue algumas falhas do filme, que não explica os filmes anteriores da série e que chegam a ser incrivelmente ruim: spoiler: 1. A aparição de Jensen atrás da parede com cabos de energia passando pelo corpo: além de não afetar órgão vital algum, a aparição tão longe da Terra vai contra a queda da estação na mar que matou seus parceiros em sua dimensão;
2. A viagem dimensional da estação: A nave foi lançada em outra dimensão, num local espacial bem longe da Terra, mas em um período semelhante, afinal até o nome dos personagens são os mesmos em ambas as dimensões. Pq não houve uma viagem temporal ?
3. O braço com vida própria de Mundy: até parece um filme pastelão, talvez fosse a ideia de dar um toque cômico ao filme. Não há lógica alguma da amputação, sem dor e sem sangue, do braço de Mundy e ainda mais o braço continuar a ter vida própria.
4. As minhocas e o giroscópio: A ideia do filme é a viagem dimensional e a interação entre duas dimensões e não faz sentido as minhocas e o giroscópio aparecer dentro de Volkov. Pois, as minhocas e o giroscópio da dimensão original desapareceram e nada mais desapareceu, então sugere que estes sejam da nave e os três estavam em lugares diferentes da nave, furando a lógica da interação entre partículas de várias dimensões, mesmo se um ou os dois itens viesse da nova dimensão, estariam em lugares diferentes.
5. A mensagem para Terra no final do filme: Durante o filme ficou claro que eles conseguiam receber mensagem da Terra e não enviar, mas em poucos segundos, depois de todo tempo da trama, Hamilton conseguiu mandar uma mensagem sem esforço algum.
6. O monstro no fim do filme: Se a viagem da estação foi meramente (bi)dimensional, sem relação a tempo e presença de vidas alienígenas, pq do monstro na Terra na volta ?
Bom filme na minha opinião. É sobre universo, dimensões, ciência... Gostei bastante. Mas se vc só gosta de ver o que já conhece e não aceita analisar possibilidades científicas no universo... Nesse caso não assista.
Esse filme é excelente, para quem não entendeu ele tem total relação com os outros 2 anteriores, todos os eventos acontecem e modificam o futuro e o passado, a cada vez que eles testam o acelerador de partículas, tanto que o monstro que aparece no primeiro filme é o mesmo que aparece nesse. E uma trama bem complexa, pq cada filme e uma modificação do futuro ou passado.spoiler:
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