Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Ricardo M.
13.444 seguidores
697 críticas
Seguir usuário
2,0
Enviada em 5 de dezembro de 2018
Diante do fato de que a terra já está com seus recursos praticamente escassos, surge uma alternativa cujo experimento principal envolve o uso de um gigantesco acelerador de partículas. Instalado em uma estação espacial, o aparato passa por repetidas e frustradas tentativas de uso, até que a equipe em órbita decide reajustar procedimentos e alcança sucesso, porém, trazendo consigo algumas situações inesperadas e inconclusivas do ponto de vista científico, levando-os a descobertas vitais sobre quem vive ou morre.
Cronologicamente, O PARADOXO CLOVERFIELD visa funcionar com uma prequel do filme de 2008, mas não é bem isso que consegue fazer. Para começar, o grande problema ocorrido no experimento tem relação com algo próximo da física quântica, que pouco é explicado pelo enredo preguiçoso, deixando a sensação de que o expectador precisa de bagagem anterior para aproveitar decentemente o filme. As variações e sugestões que envolvem dimensões paralelas é interessante, mas falta audácia do diretor para explorar algo tão complicado para mostrar em menos de 2 horas de duração.
O elenco tem artistas competentes, tais como Gugu Mbatha-Raw, David Oyelowo, Daniel Brühl e John Ortiz, todavia eles não tem muito a oferecer em cena, já que seus papéis são rasos e, como exceção de Mbatha-Raw, a tripulação é quase descartável para a história. Para quem curtiu os longas anteriores, pode funcionar como entretenimento, desde que não torça o nariz para falhas bobas e falta de conexão lógica com a mitologia criada pela franquia.
"Em órbita sobre um planeta prestes a entrar guerra, cientistas testam uma possível solução para a crise de energia, mas acabam em uma realidade alternativa" Direção: Julius Onah
Pensa num filme fraco e desnecessário. Por isso não foi para o cinema e a Netflix teve a coragem, se assim posso definir, ou a loucura de comprar esse filme por $50Milhões de dólares.
É um filme que quer a todo tempo mostrar-se inteligente, porém, a todo tempo é fraco até nas suas teorias. Ou seja, anda, anda e nunca sai do lugar.
É um filme da fraquia, "The Cloverfield", que eu não recomendaria!
Daniel Bruhl (Schmidt) foi o que teve de melhor no filme. Teve ótima atuação, mesmo sendo um filme tão fraco!
Não tenho do que reclamar de nenhum filme do Cloverfield, eu entendi muitas ligações que estão com os outros filme e as plataformas que consequentemente mudam conforme eles relatam os acontecimentos, infelizmente não são todos que vêm assim... Mas gosto é pessoal, e particularmente Cloverfield pra mim é a melhor franquia que já inventaram.
sim meus amigos, isso existe, agora me responde, tem filme pior que isso, olha, eu me sinto ofendido chamar isso de filme, por que esse filme é um insulto para filmes de ficção científica, agora vamos falar do filme, esse lixo começa em uma nave que está chegando na terra, mas acontece várias coisas estilo sessão da tarde que nós sabemos como vai acabar, os atores parecem que estão fazendo uma novela da globo, o roteiro tem muitos furos, o único ponto positivo são os efeitos especiais, por que o de resto é uma tristeza, se você quer assistir um filme de ficção científica, por favor, NÃO ASSISTA ESSE FILME!!!!!
O filme é bem ruim mesmo, a apresentação do filme é bem sem sentido, muitas informações em um curto período de tempo ai do nada tudo começa a acontecer, várias coisas sem sentido como uma mulher dentro da nave, um braço que tem vida própria, o pior de tudo foi o final que mostra um monstro na terra, quer dizer como isso foi parar ai, não tem sentido algum, é bem fraco msm não recomendo, a cada filme de ficção cientifica da Netflix que assisto fico mais decepcionado
Entre os três filmes da franquia, este acabou sendo o mais fraco deles. Apesar de ser um filme de muito boa qualidade visual, o enredo é fraco. Podemos destacar no filme o começospoiler: , antes da máquina ser acionada pela primeira vez , e o final, spoiler: após o acionamento da mesma pela última vez , que são as partes que realmente interessam no filme. O meio é uma história enrolada, que não atrai. Era para ser suspense, mas não apresenta cenas capazes de transmitir tal propósito. Outra coisa, até onde eu saiba, o filme é para ser um tipo de link para os outros dois, dando uma explicação para o aparecimentos dos monstros, o que realmente é o que ele faz, ele mostra o como aconteceu. Mas para quem for mais observador, verá que a situação em que se encontra o cotidiano das pessoas neste filme antes do surgimento dos monstros não bate com a situação mostrada nos outros dois filmes anteriores. spoiler: No filme a máquina é criada para suprir uma grave crise de energia que afeta todo o planeta, o que não é em nenhum momento mostrado ou sequer mencionado nos dois filmes anteriores . Será que era para ser assim? Por conta do nível de complexidade que envolve a trama fica esta dúvida.
Sem espaços tá? - h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2018/04/11/rezenha-critica-o-paradoxo-cloverfield-2018/
Na vibe de seus excelentes e surpreendentes antecessores há um tempinho assisti ao terceiro filme do universo Cloverfield. Demorei para escrever sobre porque nem o tempo valia a pena ser perdido para tal. O que fica de curioso e o Paradoxo nos traz explicado é de como originou-se este universo maluco, confiram a “rezenha” crítica de O Paradoxo Cloverfield.
Em órbita sobre um planeta prestes a entrar em guerra, cientistas testam uma possível solução para a crise de energia, mas acabam em uma realidade alternativa.
Sim, a origem de tudo é aí, por conta de um experimento de energia renovável alternativa. Depois de um trágico teste é aberto um portal onde várias dimensões entrelaçam-se entre si, inclusive aquelas no qual os personagens vivem em outra linha do tempo, daí de onde conseguimos entender o porquê do monstro do primeiro filme e da treta do segundo filme.
Fora isso o filme é uma decepção no ponto de vista do suspense, atuações e efeitos visuais. Nada cativa fora os easter eggs espalhados pela obra, no caso, as ligações com os dois primeiros no qual peguei alguns e depois pesquisando descobri outros. Dinâmica muito arrastada. Algumas cenas são muito vergonhosas no meu ponto de vista e o final apesar de ser plausível é bem exagerado.
Na mão de um diretor do ramo o filme teria sido muito mais bem desenvolvido, munição tinha, infelizmente chegou perto disso.
Ainda bem que não li os comentários antes de assistir. Falaram tão mal que teria desistido. Eu não assisti os outros que comentam mas, então achei que esse prendeu a atenção . É um filme clichê. Não é um filme excelente mas não é ruim. A gente ficou curioso e querendo assistir pra saber o desfecho . Uma diversão pra uma quarta a noite ou domingo a tarde #Spoiler Pena que o desfecho não seja legal. Divirtam-se
Ao contrário da maioria esmagadora... eu gostei! uma ficção científica com vários elementos intrigantes e instigantes... recomendo para os apreciadores do gênero!
A ideia do filme é boa, mas a história termina com algumas pontas soltas. Por exemplo o braço do Mundy, alguém estava escrevendo, mas optaram por não mostrar.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade