O Grande Hotel Budapeste
Média
4,4
2731 notas

156 Críticas do usuário

5
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Thiago C.
Thiago C.

14 seguidores 16 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de janeiro de 2015
Fraquinho. A história é interessante, mas a execução do filme é muito vagarosa, lenta... não gostei
Marcio G.
Marcio G.

5 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de janeiro de 2015
filme fabuloso uma comedia leve e dinamica adorei!
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de janeiro de 2015
Belo filme, leve e divertido, humor inteligente e ao mesmo tempo canalha no personagem de Ralph Fiennes, assisti no cinema e gostei e comprei o Blu-ray e a primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi assisti e novamente me diverti com ele.
Juarez P.
Juarez P.

7 seguidores 5 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 23 de janeiro de 2015
Filme enfadonho; falas sem graça. O pouco que se rir é só pra não perder o ingresso. Procurem algo melhor pra fazer e não percam seu tempo.
Luiz C.
Luiz C.

49 seguidores 36 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de janeiro de 2015
A amizade mais valiosa é a sua!

Amo janeiro! E são muitos os motivos: aniversário, verão, férias e... indicações para o Oscar! É nesta época do ano que quem gosta de cinema fica descontrolado, querendo assistir a tudo quanto é filme que foi indicado antes do grande dia do maior prêmio do cinema. E comigo não é diferente. Dentro desse desespero, pensei em facilitar a vida do superleitor. Hoje, e nas próximas três semanas que antecedem a premiação, no dia 22 de fevereiro, vou publicar quatro textos sobre o Oscar. Ou seja, neste Luiz, câmera, ação - Especial Oscar, vou falar sobre quatro filmes que estão na lista dos cinéfilos, tudo para te instigar (ou não) a vê-los – lembrando que já falei aqui sobre “Boyhood” e “Relatos Selvagens”, que, acredito mesmo, ganhará na categoria Melhor Filme Estrangeiro.

Então, pra começar com o pé direito, já vou logo pegando um longa indicado em nove categorias: “O Grande Hotel Budapeste”, do diretor Wes Anderson. Em meio a rostos conhecidos pelo grande público, como Willem Dafoe, Jude Law, Adrien Brody, Edward Norton e Bill Murray, Ralph Fiennes é a grande atração. Não sei nem como ele não foi indicado como Melhor Ator. Mas é esse protagonista que irá nos brindar com uma fantasia sagaz.

De cara, eu já gostei do que via: o filme conta uma história dentro de uma história, dentro de outra história. Na primeira cena, uma menina abre um livro, do qual seria contado o tema principal. Um escritor aparece em um escritório e vai narrando tudo que viveu no grande hotel. A partir daí, a trama vai se passar em dois tempos: em 1968, quando esse mesmo escritor mais jovem (Jude Law) ouve a história do proprietário de um hotel decadente, e nos anos 30, quando o proprietário era apenas um mensageiro, fiel escudeiro do concierge M. Gustave (Ralph Fiennes).

Se você pensa que essa demasiada contação de histórias vai te confundir, você está muito enganado. Todas as brilhantes ideias de cena são gravadas em planos incríveis, lineares, eximiamente enquadrados, e a sequência fica interessantíssima e muito bem interpretável. Assim, a trama vai sendo identificada num universo de personagens excêntricos e de humor refinado. E é em dois desses personagens que o grande lance do filme aparece na pergunta: existe valor para uma grande amizade? A relação do proprietário do hotel com seu destemido mensageiro Zero se transforma no mais trivial encontro que duas pessoas completamente diferentes – mas com objetivos em comum – podem viver. Qual o real sentido da vida se você não encontrar alguém que faça sentido em ter sentido tudo aquilo? E isso nem é complicado, veja bem: você somente estará bem, feliz e realizado com alguém – ou “alguéns” – ao seu lado. Isso é fato! No caso dos dois personagens, eles se autocompletam. O mais pobre vê no mais rico uma ascensão, um futuro promissor; já o mais rico enxerga no mais pobre uma oportunidade ou ajuda para se safar das injustiças de um caso de herança malresolvido.

Ou seja, um depende do outro, e eles traçam o seu próprio destino por meio de uma valiosa amizade. Assim, o enredo é montado, e o tal corre-corre para se dar bem e sair ileso no lance da herança se move naturalmente, como uma diversão incorrigível e colorida. O universo conspira a nosso favor, eu acredito muito nisso. Então, se fizermos a coisa certa, em algum momento da vida vamos colher o fruto desse ato excepcional. É assim nos filmes, é assim na vida. O que a gente precisa é acreditar. Acredite: a amizade mais valiosa é a sua! E botar sua fé numa boa companhia, num laço verdadeiro, para então seguir a vida, é algo insubstituível. Desenhe sem medo o seu roteiro: ele é o melhor enredo de qualquer história que possa contar.
Andrei M.
Andrei M.

25 seguidores 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de janeiro de 2015
Uma Comédia leve com fotografias de encher os olhos!
Rafael A.
Rafael A.

4 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de janeiro de 2015
Leve, cômico e de humor em extinção. Presenteie qualquer jovem nascido em meados dos anos noventa com O Grande Hotel Budapeste e você fará com que ele durma mais cedo na noite em que tentar assistir. Presenteie algum cinéfilo que já passou dos trinta e já tenha ouvido falar de Wes Anderson com o mesmo filme e ele levantará sua moral nas redes sociais. Assim eu vejo O Grande Hotel Budapeste, um filme de publico bem definido; ou se ama ou se odeia. O filme narra o depoimento de um escritor acerca de como ele conseguiu a história que dá nome a película, história que fora contado a ele pelo dono atual do hotel, esta contada de forma muito interessante assim como a própria história que envolve assassinatos, herança e algumas reviravoltas. O que se destaca é a atuação de Ralph Fiennes, como sempre aliás, e apesar do elenco ser recheado de estrelas como William Defoe, Jude Law e Bill Murray poucos têm espaço para mostrar algo a mais; Defoe se sai muito bem e seu personagem sequer tem diálogo, mas tem carisma. Não gosto de dar notas, professores dão notas e eu não lecionou em nenhuma faculdade de cinema e sequer o faço, no entanto, aqui tenho que postar as estrelinhas por isso deixarei no meio termo para que aqueles que amam este tipo de filme (como dividi acima) vejam o copo "meio cheio", e para aqueles que detestam vejam o copo "meio vazio".
Lúcia Helena B.
Lúcia Helena B.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 20 de janeiro de 2015
Eu esperava me divertir com o filme mas em pouco tempo ele tornou-se monótono! Meu marido com 15 minutos dormiu!!!! Me restou pegar o controle remoto e passar até chegar o final!!! Não recomendo!!!
Fernando M.
Fernando M.

33 seguidores 51 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de maio de 2015
Se você quiser ir ao cinema para ver algo diferente. Se quiser fugir dos blockbusters saturados de efeitos especiais. Se quiser fugir dos filmes ultraviolentos, fugir da overdose de realismo. Se você busca uma comédia que não seja um besteirol descartável. Se você procura um filme inteligente e original, de humor fino.

Você precisa assistir "O Grande Hotel Budapeste".

O filme é de uma história de outra história de outra história. De uma menina que lê um livro. Não, de um escritor (Jude Law) que conheceu Zero Moustafa, o fabuloso dono do decadente hotel. Não, a história deste próprio dono (Tony Revolori), quando era um mensageiro neste hotel nos anos de glória. Minto, a história é de M. Gustave H. (Ralph Fiennes), o "concierge" do Grande Hotel Budapeste, um homem que ama o que faz, se envolve com idosas milionárias e tem pretensões poéticas.

Tudo acontece quando uma dessas idosas morre, e Gustave H. precisa correr contra o tempo para provar sua inocência.

Neste novo filme de Wes Anderson, dá a sensação que tudo é limítrofe e difuso. O próprio filme passeia tranquilamente entre a comédia e o suspense. Os personagens excêntricos, quase caricaturais, e os cenários cheios de detalhes e com cores saturadas, dão o tom aproximado de uma animação, de um livro ilustrado para crianças.

O filme brinca com a ordem cronológica das coisas. A cartada de mestre do longa é o mundo próprio, singular, criado por Wes Anderson, essa fictícia república de Zubrowska, um país perdido no Leste europeu. Uma Europa antes da Grande Guerra, fantástica e inocente, em que as pessoas brigam por uma obra-de-arte.

Wes Anderson toca nas arestas de Woody Allen e Tim Burton, mantendo uma identidade autoral de se tirar o chapéu. Wes Anderson opta pela fábula como um gesto de resistência. Com muita beleza, viço e elegância.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 29 de janeiro de 2015
Ótimo filme! Não é atoa que recebeu indicações ao Oscar desse ano. Filme de ótima qualidade, mostrando de forma interessante e engraçada (com as sacadas e piadas do filme) a criação da amizade entre duas pessoas, e mostrando aventuras com os dois (pra ser mais exato, as aventuras que criou a grande amizade entre eles). Além, claro, das ótimas atuações, principalmente do grande Ralph Fiennes. É um filme que sem dúvida vale a pena assistir!
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