Média
4,3
2758 notas
5
55 críticas
4
65 críticas
3
21 críticas
2
12 críticas
1
3 críticas
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O grande hotel Budapeste é um filme de comédia/aventura, que contou com a direção de Wes Anderson, que participou do roteiro ao lado de Hugo Guinness. O filme recebeu 9 indicações ao oscar, venceu 4 categoria: melhor trilha sonora original ( venceu), melhor figurino (venceu), melhor design de produção (venceu), melhor maquiagem e penteado (venceu), melhor filme, melhor direção, melhor roteiro original, melhor fotografia. A trama, se passa na década de 1930, e acompanhamos Monsieur Gustave (Ralph Fiennes), o gerente de um famoso hotel europeu, que acaba se tornando muito amigo do jovem Zero (Tony Revolori), que começou a trabalhar recentemente no hotel como assistente. Porém, Gustave é acusado de assassinato e vai preso e passa a contar cada vez mais da ajuda do jovem rapaz. O filme é baseado nas obras de Stefan Zweig e escrito pela dupla de roteiristas, apresentamos um premissa muito simples, contando uma história dentro da outra. A princípio somos convidados a conhecer o momento mais atual (década de 1960), com o hotel decadente, no qual um dos seus poucos hóspedes interpretado por Jude Law, que é o narrador central da história, encontra com Zero, já envelhecido. Esse por sua vez, conta a história de como começou a trabalhar no hotel e sobre a sua relação com a interessante figura do Monsieur Gustave. Inclusive, a ideia de configurar a história do filme, em um livro sendo narrado é uma decisão acertada, pois a narrativa fica indo e voltando no tempo. Aqui, a parte técnica ganha destaque e nao foi atoa que levou grande parte das premiacoes técnicas no Oscar, a fotografia com suas cores sao diferentes em cada época, onde a década de 1960 é mais alaranjado e a de 1930, mais avermelhado. Em geral, a pretensão é contar momentos distintos e passagens históricas mostrando os ambientes, prova viva disso é a mudança brusca dos tons quando a trama apresenta a temos que reconhecer o super elenco da trama, que tiveram pouco tempo de tela: Adrien Brody, Owen Wilson, Willem Dafoe ( um assassino sanguinário), Edward Norton, Tilda Swinton e Jeff Goldblum. O charme de Wes aparece nos diálogos afiados, que por vezes, ditam o tom de comédia da trama, algo muito parecido com as comédias dos anos 1940/50. Percebemos que no roteiro, a prisão, o assassinato, roubo do quadro e até o desfecho nao sao o mais importante, mas a memória de quem está contando a história, que é do Zero, o atual (na década de 1960), gerente do hotel. Filme gostoso se assistir e até digo que é um dos melhores filmes do We
Reconheço que é um filme extremamente estilizado, com direção, fotografia e estética muito marcantes. Ainda assim, a experiência não funcionou pra mim.
A narrativa me pareceu simples demais para o que o filme propõe e em vários momentos não consegui me envolver com a história ou com os personagens. Apesar do visual impecável, senti falta de uma conexão maior que me mantivesse realmente interessada.
Entendo o porquê de tantos elogios, principalmente pelo estilo único, mas, pessoalmente, não foi um filme que me prendeu. Visualmente é bonito, estiloso, todo “diferentão”… mas a história não me prendeu.
A narrativa me pareceu simples demais para o que o filme propõe e em vários momentos não consegui me envolver com a história ou com os personagens. Apesar do visual impecável, senti falta de uma conexão maior que me mantivesse realmente interessada.
Entendo o porquê de tantos elogios, principalmente pelo estilo único, mas, pessoalmente, não foi um filme que me prendeu. Visualmente é bonito, estiloso, todo “diferentão”… mas a história não me prendeu.
Um filme pra quem gosta de história e histórias bem antigas, com um toque de comédia!!!
A história gira em torno de Monsieur Gustave H., o concierge de um luxuoso hotel europeu, e seu protegido Zero Moustafa. O filme é contado como uma memória, uma história dentro de outra história, o que dá a sensação de que estamos ouvindo uma lenda sobre um mundo que já não existe mais.
A história gira em torno de Monsieur Gustave H., o concierge de um luxuoso hotel europeu, e seu protegido Zero Moustafa. O filme é contado como uma memória, uma história dentro de outra história, o que dá a sensação de que estamos ouvindo uma lenda sobre um mundo que já não existe mais.
"O Grande Hotel Budapeste" é uma obra-prima de Wes Anderson que mescla comédia, drama e uma estética de época de maneira única. A trama, repleta de reviravoltas, nos conduz por um caminho inesperado, surpreendendo a cada novo momento, muito além do que inicialmente se poderia esperar de um filme com toques de comédia non-sense. Anderson, conhecido por sua assinatura visual e narrativa excêntrica, entrega um filme que, embora possa remeter a obras clássicas como "A Lista de Schindler" no que tange à elegância e sofisticação, se destaca por sua irreverência e frescor.
O grande trunfo do filme é seu elenco impressionante. Ralph Fiennes brilha como o carismático M. Gustave, conferindo uma profundidade ao personagem que é tanto cômica quanto tocante. Já Willem Dafoe, com seu papel de vilão psicopata, rouba a cena a cada aparição, mostrando mais uma vez sua habilidade de interpretar figuras complexas. A química entre os atores é palpável, o que torna a dinâmica dos personagens ainda mais cativante.
Além disso, a ambientação do filme é impecável, transportando o espectador para uma Europa fictícia e encantadora, onde a estética do passado se mistura com o ritmo acelerado e as peculiaridades da trama. A fotografia e o design de produção são impressionantes, criando uma sensação de imersão no universo de "O Grande Hotel Budapeste" que não se limita apenas ao visual, mas também ao ambiente sonoro e narrativo.
O filme também se destaca por fugir dos clichês, mantendo um ritmo envolvente que evita a estagnação. Cada cena, por mais absurda que pareça, contribui para o desenvolvimento da história de maneira eficaz e divertida. E, como todo bom filme de Anderson, "O Grande Hotel Budapeste" é uma experiência que se revela mais rica a cada nova visualização.
Em suma, este é um filme que faz jus às suas aclamadas críticas, sendo, sem dúvida, uma das melhores produções de Wes Anderson e um filme que nos prende do início ao fim. Como recomendação do meu grande amigo Chico Moedas, não há dúvida de que "O Grande Hotel Budapeste" é uma obra que vale a pena ser vista e apreciada em toda a sua peculiaridade e originalidade.
O grande trunfo do filme é seu elenco impressionante. Ralph Fiennes brilha como o carismático M. Gustave, conferindo uma profundidade ao personagem que é tanto cômica quanto tocante. Já Willem Dafoe, com seu papel de vilão psicopata, rouba a cena a cada aparição, mostrando mais uma vez sua habilidade de interpretar figuras complexas. A química entre os atores é palpável, o que torna a dinâmica dos personagens ainda mais cativante.
Além disso, a ambientação do filme é impecável, transportando o espectador para uma Europa fictícia e encantadora, onde a estética do passado se mistura com o ritmo acelerado e as peculiaridades da trama. A fotografia e o design de produção são impressionantes, criando uma sensação de imersão no universo de "O Grande Hotel Budapeste" que não se limita apenas ao visual, mas também ao ambiente sonoro e narrativo.
O filme também se destaca por fugir dos clichês, mantendo um ritmo envolvente que evita a estagnação. Cada cena, por mais absurda que pareça, contribui para o desenvolvimento da história de maneira eficaz e divertida. E, como todo bom filme de Anderson, "O Grande Hotel Budapeste" é uma experiência que se revela mais rica a cada nova visualização.
Em suma, este é um filme que faz jus às suas aclamadas críticas, sendo, sem dúvida, uma das melhores produções de Wes Anderson e um filme que nos prende do início ao fim. Como recomendação do meu grande amigo Chico Moedas, não há dúvida de que "O Grande Hotel Budapeste" é uma obra que vale a pena ser vista e apreciada em toda a sua peculiaridade e originalidade.
O Grande Hotel Budapeste (2014), dirigido por Wes Anderson, é uma comédia dramática visualmente impressionante, com uma estética única. Ambientado em um hotel fictício nos Alpes, o filme segue o excêntrico concierge Gustave H. (Ralph Fiennes) e seu aprendiz Zero (Tony Revolori), enquanto se envolvem em uma trama de arte roubada e herança disputada.
A direção de Anderson se destaca pelas cores vibrantes e cenários detalhados, criando um ambiente de contos de fadas. Fiennes oferece uma performance cômica e tocante, enquanto Revolori traz inocência ao caos. No entanto, a trama pode parecer desconexa em alguns momentos, e a falta de profundidade emocional limita o impacto de alguns personagens.
Visualmente deslumbrante e divertido, mas se não fossem algumas falhas narrativas a nota seria total.
A direção de Anderson se destaca pelas cores vibrantes e cenários detalhados, criando um ambiente de contos de fadas. Fiennes oferece uma performance cômica e tocante, enquanto Revolori traz inocência ao caos. No entanto, a trama pode parecer desconexa em alguns momentos, e a falta de profundidade emocional limita o impacto de alguns personagens.
Visualmente deslumbrante e divertido, mas se não fossem algumas falhas narrativas a nota seria total.
Um filme interessante, mas achei um pouco morno.
Talvez precise assistir com um pouco mais de atenção.
Talvez precise assistir com um pouco mais de atenção.
Esse filme e como um jogo de quebra-cabeças de mil peças pouco a pouco vai ficando perfeitamente encaixado e coerente só você nunca vai entender como chegou lá me sinti burro assistindo, muito teatral pro meu gosto já que se misturaa com a “realidade” também mas isso também dá um charme especial, identidade visual um tanto agoniante e satisfatoria ao mesmo tem, enredo confuso e intrigante.
Primeiro filme de Wes Anderson que eu assisto. Inspirado na obra de Stefan Zweig, conta a história de um gerente de um hotel de luxo e seu funcionário que se envolvem no roubo de um quadro muito valioso. Grande protagonismo de Ralph Fiennes e Tony Revolori, e o resto do elenco também. Futuramente, assistirei outras obras de Wes Anderson.
Um filme incomum, que eu gostei tanto que vou ate assistir os outros filmes de wes anderson. Assistam sem medo.
É um filme sensacional, tente achar um erro e falhe, roteiro impecável, bem dirigido, começo meio e fim, tem drama, comédia, excelentes atuações, é um primor da 7a arte.
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