Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Priscila Marinho
21 críticas
Seguir usuário
2,5
Enviada em 28 de março de 2026
Reconheço que é um filme extremamente estilizado, com direção, fotografia e estética muito marcantes. Ainda assim, a experiência não funcionou pra mim.
A narrativa me pareceu simples demais para o que o filme propõe e em vários momentos não consegui me envolver com a história ou com os personagens. Apesar do visual impecável, senti falta de uma conexão maior que me mantivesse realmente interessada.
Entendo o porquê de tantos elogios, principalmente pelo estilo único, mas, pessoalmente, não foi um filme que me prendeu. Visualmente é bonito, estiloso, todo “diferentão”… mas a história não me prendeu.
Um filme pra quem gosta de história e histórias bem antigas, com um toque de comédia!!! A história gira em torno de Monsieur Gustave H., o concierge de um luxuoso hotel europeu, e seu protegido Zero Moustafa. O filme é contado como uma memória, uma história dentro de outra história, o que dá a sensação de que estamos ouvindo uma lenda sobre um mundo que já não existe mais.
"O Grande Hotel Budapeste" é uma obra-prima de Wes Anderson que mescla comédia, drama e uma estética de época de maneira única. A trama, repleta de reviravoltas, nos conduz por um caminho inesperado, surpreendendo a cada novo momento, muito além do que inicialmente se poderia esperar de um filme com toques de comédia non-sense. Anderson, conhecido por sua assinatura visual e narrativa excêntrica, entrega um filme que, embora possa remeter a obras clássicas como "A Lista de Schindler" no que tange à elegância e sofisticação, se destaca por sua irreverência e frescor.
O grande trunfo do filme é seu elenco impressionante. Ralph Fiennes brilha como o carismático M. Gustave, conferindo uma profundidade ao personagem que é tanto cômica quanto tocante. Já Willem Dafoe, com seu papel de vilão psicopata, rouba a cena a cada aparição, mostrando mais uma vez sua habilidade de interpretar figuras complexas. A química entre os atores é palpável, o que torna a dinâmica dos personagens ainda mais cativante.
Além disso, a ambientação do filme é impecável, transportando o espectador para uma Europa fictícia e encantadora, onde a estética do passado se mistura com o ritmo acelerado e as peculiaridades da trama. A fotografia e o design de produção são impressionantes, criando uma sensação de imersão no universo de "O Grande Hotel Budapeste" que não se limita apenas ao visual, mas também ao ambiente sonoro e narrativo.
O filme também se destaca por fugir dos clichês, mantendo um ritmo envolvente que evita a estagnação. Cada cena, por mais absurda que pareça, contribui para o desenvolvimento da história de maneira eficaz e divertida. E, como todo bom filme de Anderson, "O Grande Hotel Budapeste" é uma experiência que se revela mais rica a cada nova visualização.
Em suma, este é um filme que faz jus às suas aclamadas críticas, sendo, sem dúvida, uma das melhores produções de Wes Anderson e um filme que nos prende do início ao fim. Como recomendação do meu grande amigo Chico Moedas, não há dúvida de que "O Grande Hotel Budapeste" é uma obra que vale a pena ser vista e apreciada em toda a sua peculiaridade e originalidade.
O Grande Hotel Budapeste (2014), dirigido por Wes Anderson, é uma comédia dramática visualmente impressionante, com uma estética única. Ambientado em um hotel fictício nos Alpes, o filme segue o excêntrico concierge Gustave H. (Ralph Fiennes) e seu aprendiz Zero (Tony Revolori), enquanto se envolvem em uma trama de arte roubada e herança disputada.
A direção de Anderson se destaca pelas cores vibrantes e cenários detalhados, criando um ambiente de contos de fadas. Fiennes oferece uma performance cômica e tocante, enquanto Revolori traz inocência ao caos. No entanto, a trama pode parecer desconexa em alguns momentos, e a falta de profundidade emocional limita o impacto de alguns personagens. Visualmente deslumbrante e divertido, mas se não fossem algumas falhas narrativas a nota seria total.
Esse filme e como um jogo de quebra-cabeças de mil peças pouco a pouco vai ficando perfeitamente encaixado e coerente só você nunca vai entender como chegou lá me sinti burro assistindo, muito teatral pro meu gosto já que se misturaa com a “realidade” também mas isso também dá um charme especial, identidade visual um tanto agoniante e satisfatoria ao mesmo tem, enredo confuso e intrigante.
Primeiro filme de Wes Anderson que eu assisto. Inspirado na obra de Stefan Zweig, conta a história de um gerente de um hotel de luxo e seu funcionário que se envolvem no roubo de um quadro muito valioso. Grande protagonismo de Ralph Fiennes e Tony Revolori, e o resto do elenco também. Futuramente, assistirei outras obras de Wes Anderson.
É um filme sensacional, tente achar um erro e falhe, roteiro impecável, bem dirigido, começo meio e fim, tem drama, comédia, excelentes atuações, é um primor da 7a arte.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade