O Grande Hotel Budapeste
Média
4,4
2731 notas

156 Críticas do usuário

5
55 críticas
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12 críticas
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Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de julho de 2018
Extremamente divertido, está comédia de forma leve que nos remete àquelas comédias de Chaplin, é um grande filme, com uma história rica e com personagens incríveis. A fotografia é belíssima e o jogo de câmeras usado também é ótimo e deixa o longa ainda mais divertido, sem falar na ótima trilha sonora.
Geo C.
Geo C.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de março de 2018
Assisti o filme apenas porque uns amigos me chamaram e eu fui arriscar. Não me arrependi. O filme é espetacular! Humor na medida certa! Dinamismo impressionante. História divertida e com começo, meio e fim. A forma como o diretor conduziu o filme foi o que mais me impressionou. Tanto que fui assistir mais vezes.
Jonas B
Jonas B

5 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de janeiro de 2018
Sem abdicar do seu estilo (narrativas em tom de fábula e muitos zooms, pans e travellings), Anderson parte dos contos de Stefan Zweig e faz de um hotel a metáfora da própria Europa do Século XX. Divertido, melancólico e, como sempre, original. Belo filme. Mas, assim como já havia demonstrado em Moonrise Kingdom, há informações demais em poucas e curtas cenas, parte do grande elenco também é subaproveitado, além dos excessos visuais e saltos temporais confusos. Ainda bem que as qualidades se sobressaem na maior parte do tempo. Ralph Fiennes está excepcional.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de janeiro de 2018
É uma comédia diferente das que estamos acostumadas a ver. Humor mais irônico e cheio de atores já consagrados em filmes de drama. O roteiro é bom e o desenvolvimento da história é melhor ainda. Ralph Fiennes interpreta um personagem irreverente e esperto como poucos já vistos. No final, uma frase que descreve bem o personagem: "Eu acho que o mundo dele morreu bem antes dele nascer, mas devo dizer: ele manteve a ilusão com uma graça incrível".
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
__Wes Anderson__ sendo, como sempre, Wes Anderson, pode prejudicar um pouco seus trabalhos com seu enquadramento engessado e seus cenários surrealmente coloridos. Porém, quando o material se encaixa em seu estilo, temos um resultado espetacular. Como é o caso desse _O Grande Hotel Budapeste_, cuja história remete a um país meio Leste Europeu, meio Oriente, e que contém elementos fantasiosos que remetem justamente ao mundo que o diretor possui em sua mente.
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de junho de 2016
Como surge uma irmandade aos seus olhos? Apenas pelo ventre de uma mesma mãe? Lógico que não! Ela nasce com uma amizade entre mulheres e da qual seus filhos são apresentados, surge entre vizinhos e acontece até mesmo quando se está sentado em um corredor da faculdade, sem conhecer ninguém e até então um estranho, senta ao seu lado. E por que não entre um chefe e seu subordinado? Não se negue a um dos maiores prazeres da vida: ter uma bela e eterna amizade. E nesta obra-prima dirigida e escrita por Wes Anderson, cuidadosamente temos tal relacionamento. Com um enorme e espetacular elenco, que estão impecáveis a cada personagem que lhes foi dado, temos quatro histórias em uma, retratando dois personagens interligados em cronologias diferentes, tudo fluindo normalmente, com coerência e detalhes para diferenciar cada momento. Em um deles, é simplesmente mágico, colorido, vivo, chamativo, curioso e divertido como todo conto deve ser. Sim, um conto! Começamos por uma moça ler um livro contendo memórias de um autor que começa por dizer que escritores não inventam histórias, mas reproduzem o que vêem e o que escutam, e assim, relata o encontro com certa pessoa ilustre e interessante e como tal pessoa conta seu passado. Anderson (o diretor/roteirista) não pudera ter melhor ideia! Pelo ano em que se passa a trama e por ser uma narrativa de terceiros , todos os acontecimentos são cabíveis e até o maior do pecados é perdoado (todos apenas falarem inglês não estando em um país que esta seja a língua nativa). Um filme leve e gostoso de se assistir, com uma trilha sonora deveras perfeita, que me arrancou lágrimas de tamanha e simples beleza! Uma película com suas peculiaridades de seu criador, que encanta, que renova o sentimento de amor por está sétima arte, que pelo bom Senhor, está por toda parte! O ator Ralph Fiennes (que interpreta o concierge Gustave) merecia o Oscar e, seu entrosamento com o novato Tony Revolori (que interpreta Zero em sua juventude) está impecável, merecendo igualmente um prêmio! E é incrível como reparamos em algo após dada certa importância, estava sempre ali, mas passava se despercebido por tamanha ignorância ou por perdido...
Alex P.
Alex P.

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2,0
Enviada em 23 de abril de 2016
Mano, que filme bosta. Puta que pariu. A fotografia e o figurino são muito bons, mas é meio infantil e bem pouco engraçado. Com um elenco desse eu esperava algo muito melhor. Passei vergonha aqui em casa com esse filme. Coloquei pra família ver e todo mundo achou bem mais ou menos.
Stanislaus  Kat
Stanislaus Kat

24 seguidores 82 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de março de 2016
Uma morte, o roubo de um quadro famoso, e a amizade entre um gerente e empregado de um hotel. Esses fatos compõem a trama que ocorre em sua maior parte no Grande Hotel Budapeste, localizado na região dos Alpes, durante a década de 30, em um país fictício chamado Zubrowka. Com um roteiro bem feito, boas atuações, e uma história bem humorada, garantiram uma boa recepção pela crítica especializada, ganhando inclusive diversos prêmios, como os quatro prêmios no Oscar de 2015: direção de arte, maquiagem, figurino e trilha sonora.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Apesar de sua filmografia consistir basicamente em filmes de comédia com uma pitada de drama, Wes Anderson nunca esteve tão engraçado e divertido como em “O Grande Hotel Budapeste”. O diretor – Indicado a três Oscar - ficou mais conhecido após trabalhos como “Três é Demais (1998)”, “Os Excêntricos Tenenbaums (2001)” e o mais recente “Moonrise Kingdom (2012)” pelo seu senso de humor peculiar e pelo visual estiloso e colorido dos seus filmes, todos escritos por ele próprio. Porém, é aqui que Anderson desenvolve o seu melhor trabalho na carreira, provando ser um diretor capaz de contar histórias resgatando a nostalgia de filmes “pastelão”, como as memoráveis coletâneas de “Corra Que a Polícia Vem Aí” ou “Monty Python”, mas com uma inusitada e admirável história de amizade e fidelidade como pano de fundo.

O sucesso de “O Grande Hotel Budapeste” deve-se primordialmente ao seu protagonista. E não me refiro apenas a formidável atuação de Ralph Fiennes (e quem diria que ele ainda tinha o que mostrar a esta altura da carreira!) como M. Gustave, o prolixo e eloquente administrador do Hotel que nomeia o filme, mas também ao seu personagem brilhante e encantador. Quando conhece um jovem empregado chamado Zero (apresentando Tony Revolori), os dois tornam-se grandes amigos e embarcam em aventuras que incluem o roubo de uma obra-prima, a batalha pela grande fortuna de uma família e as transformações históricas durante a primeira metade do século XX. Anderson resgatou um elenco de apoio maravilhoso e fundamental para que as atuações mantivessem o mais alto nível e que ficassem de acordo com a riqueza de detalhes estéticos do filme, marca registrada do diretor. Para um cinéfilo, é reconfortante ver F. Murray Abraham (Amadeus, 1984), Jeff Goldblum (A Mosca, 1986) e Harvey Keitel (Cães de Aluguel, 1992) atuando bem novamente, sem mencionar muitos outros que compõem o elenco.

Falando mais sobre a estética do filme, Anderson mais uma vez usa ambientes visuais ornamentados e elegantes, mas que funcionam bem melhor com o apoio de várias citações poéticas ajustadas perfeitamente para cada momento que vemos na tela, explorando melhor as ideias dos personagens e causando um impacto muito mais eficiente ao espectador. De maneira muito atraente e sutil, a triste realidade histórica daquela época (o filme se passa no período entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial), é retratada com suavidade e humor, mas que incomoda e sensibiliza quando paramos para pensar no significado mais profundo e triste que transparece nas entrelinhas, assim como no clássico de Roberto Benigni “A Vida é Bela (1997)”.

Wes Anderson parece finalmente sair do seu lúdico e abstrato mundo de fantasia para tentar algo diferente: não deixa de ser uma ilusão, mas para quem conhece os horrores da época da guerra, muito do filme retrata a realidade também. Deixando de ser apenas o prazer visual de costume, “O Grande Hotel Budapeste” consiste em uma narrativa simples e linear, dividida em cinco partes, contada através de um flashback. A Academia costuma gostar dos trabalhos de Anderson, e eu não me surpreenderia se mais uma vez ele figurasse entre os indicados esse ano. Como disse, estamos diante de uma história doce e amarga ao mesmo tempo, depende de como for apreciada, mas com o grande elenco e grandes atuações, este misto de cinema, teatro e literatura é um deleite para os amantes da sétima arte.
Fernando Henrique S.
Fernando Henrique S.

9 seguidores 21 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de novembro de 2015
Idas e vindas e reviravoltas nessa comédia excelente!
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