Um ótimo filme, feito pra quem gosta de uma comédia com uma boa história, é um pouco previsível, mas o filme é tão leve e envolvente que dá vontade de assistir até o último segundo.... Recomendo!
Eu vi todos os filmes de Wes Anderson, todos tem pontos em comum, e são todos espetaculares, sendo que este aqui é o mais espetacular de todos, desde o roteiro, intrigante, instigante, curioso e inédito até toda a performance de todos os atores. Todos geniais, até o Ralph Fiennes com a sua cara de quem chupou limão azedo, está ótimo ! Nota 10 com louvor ! ( bateu até os famosos "A Vida Marinha com Steve Zissou" e o seu segundo filme "Rushmore", todos com Bill Murray em algum momento, e que são perfeitos ! ) Nota 10 com louvor ! ( no caso, aqui é 5 )
Não tem como assistir O Grande Hotel Budapeste,e logo não presenciar o espírito de Wes Anderson.Mas uma vez ele retorna,com um jeito bem único de dirigir seus filmes.Com bastante humor,ele cria todos os personagens do filme.Apesar de quase que todos no elenco,já terem trabalhado bastante com ele.A história é bela,e que não cansa quem a assiste.Muito movimentada,e sem longas pausas no diálogo,Anderson mostra mas uma vez como entreter.O elenco traz,como principal o grandioso Ralph Fiennes,que mostra mas uma vez uma beleza na atuação,simples e objetivo.A fotografia é maravilhosa,que enche os olhos e combina em tudo...
Muitobom! ambientado numa Europa pré-segunda guerra, mostra a importância da fidelidade numa relação trabalhista, mostra como o mais humilde servidor pode encontrar suas oportunidades. Filme de bom tom, divertido, narrativa dinâmica, atores fantásticos, inclusive o estreante lobby boy!
"O Grande Hotel Budapeste" é, sem dúvida, um dos melhores filmes que eu já vi. Ambientado perto da Segunda Guerra Mundial, os fatos contam a história do enigmático e simpático Senhor Gustave H. (interpretado com maestria por Ralph Fiennes) gerente do Grande Hotel Budapeste. Com tal função, Gustave H. zela pelo bem-estar não só do hotel, como de todos os hóspedes. Depois de contratar um "lobby boy" novato e sem experiência alguma, com o irônico nome de "Zero", estes constróem uma amizade atemporal, que chega a confundir as posições entre mestre e pupilo, tamanho número de situações que ambos se encontram. Mesmo assim, o amor pela amizade suplantou as dificuldades que Gustave H. enfrentou ao namorar uma rica senhora idosa (interpretada por Tilda Swinton, irreconhecível), vítima de um misterioso assassinato, e herdou um dos quadros mais caros da época, o "Menino com a maçã". Todo o filme é mostrado no tom de uma fábula, e para dar maior impressão disso, todos os cenários, figurinos, diálogos e trilhas sonoras são reforços indispensáveis. Difícil não se deliciar com a música sempre presente, que ora se faz mais intensa, ora se apresenta baixinho, quase como uma confissão secreta de que algo está acontecendo por debaixo dos panos. Ralph Fiennes está simplesmente incrível no papel principal, e constrói um personagem tão confortável, simpático e querido, que mesmos seus xingamentos são tidos como coisa sem valor. Este gerente poderia muito bem ser comparado ao Mordomo James Stevens, papel de Anthony Hopkins em "Vestígios do Dia", se não fosse um detalhe primordial: a predileção de Senhor Gustave por senhoras idosas, loiras, carentes e milionárias. De fato, tamanha confusão não teria se instalado se ele controlasse seus instintos, que ele não faz cerimônia em apresentar e reforçar várias vezes. Mas sua simpatia e modo de falar acaba cativando a todos, e muitas vezes é retratado como o último homem de uma época que não existia mais. Outro ponto que reforça a história do filme é a narração, feita por Tom Wilkinson, Jude Law e F. Murray Abraham. Eu já tenho predileção por filmes narrados, e este então, consegue ter um estilo maravilhoso e envolvente. Toda a história do filme é baseado nos escritos de Stefan Zweig, escritor e dramaturgo austríaco que, ao se tornar pacifista, exilou-se no Brasil e escreveu o livro "Brasil, o País do Futuro". Este suicidou-se em Petrópolis em 1942, deixando uma carta de suicídio exaltando o Brasil, dizendo "...que me propiciou, a mim e a meu trabalho, tão gentil e hospitaleira guarida...". "O Grande Hotel Budapeste" é dirigido por Wes Anderson e já é um dos favoritos ao Oscar 2015. Um filme recomendado ao extremo! Divertido, empolgante, misterioso e carismático, vai te prender do começo ao fim!
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