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Andrea S.
1 crítica
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4,0
Enviada em 1 de setembro de 2014
Um jeito bem diferente de fazer cinema; Eu adorei sair daquele velho esquema e entrar em um mundo novo, pelo menos para mim! Inteligente, ágil e com um humor nada óbvio. Fotografia, locações e figurino muito bons; Além dos atores TOPS. ADOREI!
Acompanho as autuações do ator Halph Fiennes, aliás, tornei-me uma grande admiradora de suas personagens sempre tão bem construídas e bem interpretadas. Analiso sua bagagem teatral e cinematográfica e consigo enxergar em um mesmo homem que se torna com tanta maestria em um psicótico, um conde, um general nazista, num amante-escritor, em um vilão do séc XIX, como Romeu, enquanto diplomata passivo-atuante, como um principe encantado moderno, como um homossexual, como um juiz judeu e um atleta esgrimista ou mesmo na sutileza de um homem que sofre com a esquizofrenia. No filme em questão, O grande hotel budapeste, Fiennes surpreende com sua dramatização trágica-cômica e a película nos desperta para as relações de fidelidade, compromisso, amizade, nostalgia e muita sensibilidade. As memórias relatadas pela personagem são como objetos preciosos que são retirados de um cofre com a máxima delicadeza. Por isso, somos levados através desta película, a redescobrir o Grande Hotel Budapeste que encontra-se oculto em nossas próprias memórias e lembranças. Um filme muito rico tal qual as coisas simples do cotidiano.
"Até que enfim um pouco de civilidade neste açougue que é o mundo!"O elenco estrelar não quis participar do filme à toa - pois se trata de uma obra de arte fina, com humor estranho típico do diretor, que nos faz ficar rindo, não na hora, mas quando agente sai do cinema e fica se lembrando das situações impossíveis e surreais. O cartaz me lembrou o antigo jogo Detetive - bem anos 80 e o filme todo é uma viagem histórica hilária e trágica. Me chamou a atenção o mau-caratismo generalizado de todos os personagens teoricamente nobres, e a não identificação da nacionalidade do protagonista principal - que é branco, europeu e para o espanto de talvez muitos - um dos maiores malandros que eu já vi no cinema. Já seu ajudante, de origem fora da "europeia" é uma pessoa honesta e fiel, assim como sua noiva - uma pobre doceira e todos os outros pobres do filme incluindo os presidiários. Talvez o grande público acostumado com roteiros bem Hollywoodianos estranhem, mas ainda bem que tem o diretor Wes Anderson fazendo seus filmes estranhos e geniais! Uma viagem!
Confesso que esperava mais. Um ator de primeira (Ralph Fiennes) e um elenco com pontas de famosos mas com uma história meio confusa e com muitas cenas dispensáveis....ainda assim é melhor que qualquer blockbuster ou lixo nacional...
Excelente! grande direção e roteiro de Wes Anderson, arte impecável com belos cenários e figurinos, e também a presença do humor, característicos dos filmes do diretor, além de um grande e numeroso elenco que abrilhanta o filme, Ralph Fiennes tem uma grande interpretação, e o novato Tony Revolori é uma boa surpresa, além das ótimas aparições de Jude Law, Edward Norton, Adrien Brody, F. Murray Abraham, Willem Dafoe, Saoirse Ronan, Harvey Keitel, Tilda Swinton, Bill Murray, Jeff Goldblum, Mathieu Amalric, Owem Wilson, Léa Seydoux, Tom Wilkinson, Jason Schwartzman. A história se passa no meio das duas segundas guerras mundiais, e a crítica social é mais um dos acertos. Filme interessante e divertido.
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