Não recomendado para menos de 14 anos
Enigmática e em conflito é Cristina (Malin Buska), rainha coroada da Suécia. Criada rigorosamente como um príncipe, ela assume sua posição como líder e, inspirada pela filosofia, enfrenta grande resistência à suas ideias de modernizar a Suécia e acabar com a Guerra dos Trinta Anos, entre protestantes e católicos. Além dos problemas políticos, Cristina ainda precisa lidar com a sua crescente atração por uma dama de companhia.
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2,0
Fraco
A Jovem Rainha
Novela de época
por Rodrigo Torres
Aki Kaurismäki alcançou a consagração máxima no Festival de Berlim 2017 com uma complexa "convergência entre temas sociais e estética cômica" em The Other Side of Hope. Dias depois, curiosa e infelizmente, o último longa-metragem do irmão mais velho e provável inspiração profissional Mika Kaurismäki é lançado no Brasil, revelando-se uma experiência completamente destoante. A Jovem Rainha se encontra bem aquém das láureas e elogios ao trabalho do caçula, como também da grandiosidade da figura biografada.
Cristina da Suécia é a personagem, cravada na história como uma mulher bem à frente de seu tempo. Órfã do rei Gustavo II Adolfo aos 6 anos, a pequena herdeira viria a assumir o trono efetivamente 12 anos depois, numa condição muito privilegiada por sua base intelectual e filosófica. Sua personalidade forte e veia questionadora, no entanto, se chocam com a sua representação política. A Sué
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2:27

Este é mais um filme de época. Dessa vez o foco é uma jovem rainha da Suécia, Cristina, considerada uma das mulheres mais instruídas de sua época (o que, se considerarmos como era o século 17, não era pouca coisa). A atriz que a interpreta, Malin Buska, rivaliza com Kristen Stewart como Bella Swan em Crepúsculo. E além disso o filme flerta com três estilos diferentes: um drama carregado, uma comédia de costumes e uma novela ...
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Filme ótimo. Personagens lindas e boas atrizes. Mostra bem o contexto histórico como também o pricipal, a trama da Rainha Cristina e seus conflitos pessoais e religiosos.
Adorei o romance lésbico, foi bem abordado diferente de outros filmes que tentam ocultar essa importante informação da vida da Rainha.
Adorei o romance lésbico, foi bem abordado diferente de outros filmes que tentam ocultar essa importante informação da vida da Rainha.
A princípio
Quando o filme foi anunciado, Sarah Polley era quem iria protagonizar a trama.
Entre as opções
Christopher Doyle foi considerado para assumir a direção fotográfica do filme.
Nacionalidades
Finlândia,
Alemanha,
Canadá,
Suécia,
França
Distribuidor
Mares Filmes
Ano de produção
2015
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Inspirado por
Rainha Christina
Idiomas
Inglês, Francês, Alemão
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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