A sequência do primeiro segue os padrões de excelência. Apesar de contarmos apenas com a espetacular atuação de Andy Serkis voltando a interprestar César, temos outros atores que deram show de atuação como: Jason Clarke e Gary Oldman. A direção dessa vez ficou com o experiente Matt Reevesn que soube conduzir e contar a história com muita emoção e tensão. Além do show da equipe artística na computação gráfica que manteve o mesmo nível do primeiro filme. No mais, vemos que se passaram 10 anos e a humanidade foi praticamente dizimada pelo vírus criado no laboratório e agora os humanos possuem raiva dos macacos. Por outro lado, vemos os macacos mais organizados, vivendo em sociedade, cuidado um dos outros e com César ainda na liderança, mas dessa vez mais maduro e com filhos. O filme aprofunda questões sociais a respeito de como os seres humanos por meio do seu ódio sem sentido nos faz agir de forma irracional. Daí trás um bom questionamento: afinal, quem são os primatas? O filme coloca em questão que existe dois grupos de primatas, os que agem com ódio gratuito e outros não. Em ambos os grupos, os humanos se enquadram.
Ótimo filme, porém um pouco abaixo do seu antecessor Planeta dos Macacos: A Origem. Nesse filme, achei que a história deixou um pouco a desejar e não foi tão emocionante como o anterior. O que ajudou muito foi a produção, novamente espetacular. Vale a pena assistir, tem muita ação e te prende do início ao fim, mesmo sendo inferior ao seu antecessor.
O primeiro filme mostrava a origem de toda a evolução dos Macacos em busca de sua autonomia e por consequência do vírus criado para a cura do Alzheimer acabou se voltando contra os humanos por se mostrar mortal.O filme se passa 10 anos após o primeiro e de cara mostra um mundo desesperançoso devastado pelas milhões de mortes,enquanto os macacos vivem na paz,mas os recursos de energia estão acabando e um grupo fica responsável por reativar uma usina que se localiza depois da moradia dos símios causando no reencontro entre eles.O diretor Rupert Wyatt comandaria a sequência mas não gostou do tempo dado e com isso a direção foi para o Matt Reeves que comanda o longa com maestria.O trabalho de efeitos visuais é espetacular,bem polidos e realistas.As cenas de ação são brilhantemente bem dirigidas e bem montadas enaltecendo o trabalho de montagem preciso.Então em quesitos técnicos o longa é espetacular,o roteiro é novamente escrito pela dupla Rick Jaffa e a Amanda Silver além do Mark Bomback,eles criam bem o arco de seus personagens que nos cativa muito como é o caso do César que tem mais uma vez uma carga dramática incrível e um desenvolvimento perfeito,os humanos não ficam de fora pois Jason Clarke e Gary Oldman tem seus motivos e mágoas das perdas.No elenco temos hrandes atuações:Andy Serkis é o melhor,os modos e trejeitos dos animais são absurdamente bem trabalhados além do olhar que diz muita coisa,aliás do diretor dá uns foques nos olhos dos macacos que são assustadoramente expressivos.Gary Oldman também está forte no papel e o Jason Clark tem uma efetiva participação e serve como a ponte entre humanos e símios.A Karin Konoval como a macaca Mourice está muito bem e o vilão do filme é muito bom e bem atuado pelo Toby Kebbell.Visualmente irretocável e deslumbrante,tem cenas de ação muito bem montadas e editadas e um roteiro que constrói bem o mundo devastado e cria um ambiente perfeito para a narrativa.
Um upgrade fantástico em todos os superlativos do filme anterior. Ação eletrizante e efeitos visuais de tirar o fôlego. Andy Serkis merece mais reconhecimento.
Duas idéias distintas levaram macaco entrar em confronto com humanos: César foi criado com humano tendo a base do seu convívio à educação e enquanto o Kobe foi capturado na natureza sendo submetido à experiência de laboratório o que deixou com trauma que ao passar do ano foi aumentando seu ódio pela raça humana. A sede por vingança expressou no macaco Kobe uma idéia Nazista de escravizar e dominar o território desde que ninguém atrapalha seu caminho.
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