Planeta dos Macacos: O Confronto
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4,4
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197 Críticas do usuário

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Guilherme M.
Guilherme M.

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4,5
Enviada em 27 de dezembro de 2014
Efeitos especiais, design que são um deslumbre e Andy Serkis ainda mais confiável como Cesar fazem desse filme uma grande máquina de emoções !!
Profe S.
Profe S.

14 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de julho de 2014
Filme muito bom. Sinceramente em vários momentos fiquei emocionado e em outros indignado com as situações, mas o desenrolada da história deixou tudo perfeito... Recomendo e dou nota 9.... Não julgue pelo nome do filme, pois é muito mais...
Paulo L.
Paulo L.

18 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de julho de 2014
Esse filme me surpreendeu muito. Te prende a todo momento . Muito bom , um dos melhores no ano com certeza.
Edson J.
Edson J.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de julho de 2014
Planeta dos Macacos: O Confronto e simplesmente: Otimo! O filme mostra César (Andy Serkis, mais uma vez digitalizado pela técnica de motion capture) e sua trupe em mais uma aventura! No inicio do filme César queria paz, nao queria lutar por medo de muitos macacos morrerem, mas nem sempre se tem tudo o que quer. Por que Koba (Toby Kebbel) tem um odio por humanos. E nesse meio termo entre paz e guerra, que macacos e humanos se tornam amigos. Bom, nem todos macacos nem todos os humanos. E se voce pensou que o filme iria ser ruim por que nao vai ter James Franco, tire essa ideia da cabeça. Jason Clarke, na pele de Malcom, consegue preencher o papel. O filme garante uma dose (bem grande, macacos com armas!) de açao, de romance (essa bem menos) e uma pequna parte de comedia (Koba o bobalhao) e mostra uma parte muito linda de amizade entre Maurice (Karin Konoval) e Alexander (Kodi Smit-McPhee), alem do amor de pai pra filho. E se voce tambem espera que César fale pouco como no Planeta dos Macacos: A Origem, voce se enganou. Nesse, César, Koba e Olhos Azuis (Nick Turnston) falam e se tornam bem tagaleras (menos Olhos azuis). E esse e o filme. Vale a pena ir no cinema e conferir! Boa pipoca ;)
Ana Paula d.
Ana Paula d.

18 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de julho de 2014
O filme “Planeta dos Macacos: O Confronto” vem chamando a atenção pelos extraordinários efeitos visuais empreendidos nos cenários e, principalmente, pela captura de movimentos dos atores, dando ênfase à atuação de Andy Serkis que, com olhares profundos e movimentos sutis, confere um ar altivo e misterioso ao seu personagem Cesar, que agora está mais maduro, com alguns pelos brancos e rugas da experiência que viveu junto com seus pares desde que o vimos sumir pelas florestas vizinhas a São Francisco. Quando o novo filme da franquia começa, ficamos sabendo, através de uma breve recapitulação feita com cenas de telejornais, que dez anos se passaram desde a batalha na Golden Gate Bridge e que o vírus da “gripe símia” dizimou praticamente toda a humanidade e e as plantas já tomaram tudo. O confronto do título se dá quando um grupo de humanos que sobreviveram ao devastador vírus penetra em área ocupada pelos acólitos de Cesar a fim de reativar uma usina hidrelétrica e uma nação cada vez maior de macacos geneticamente evoluídos os ameaçam. O roteiro é um tanto quanto interessante, uma vez que possui várias camadas e mescla entretenimento e reflexão social, muitas vezes invertendo os papéis dos humanos com os animais. Indicando que quanto mais construímos civilizações ditas sociavelmente evoluídas, novas intrigas e divisões ideológicas podem surgir entre os seres. O filme deixa claro a dificuldade em compreender e aceitar o outro com todas as suas dificuldades, principalmente quando há problemas mais profundos, com feridas ainda expostas: é mais fácil julgar e apontar os defeitos alheios, pois assim os defeitos próprios passam despercebidos aos olhos de terceiros. O Confronto é de todo permeado por um único sentimento: tensão. A produção conseguiu fazer com que os espectadores ficassem praticamente o tempo todo sentados, sem se mover e sem desgrudar os olhos da telona. O lucro com vendas de pipoca e refrigerantes deve ter sido bem inferior ao esperado. Reeves não só apresentou uma sequência fantástica, como fez melhor e esmagou o antecessor. Sem dúvidas uma super produção inteligente, hipnotizante e eletrizante!
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de julho de 2014
Não sou um grande seguidor da série de filmes do Planeta dos Macacos. Vi o primeiro filme com o Charlton Heston há muitos anos atrás, não vi os filmes dos anos 70, não gostei da versão do Tim Burton, mas o agora penúltimo filme da série, A Origem, com o James Franco, é extremamente bom. Este último segue uma linha parecida com seu antecessor. Muitos efeitos especiais para a representação dos macacos, que com o auxílio de atores consegue com esmero reproduzir os movimentos dos símios, dando uma carga dramática notável aos seus semblantes. Andy Serkis repete seu papel como o líder dos macacos, Cesar, de maneira caprichosa. Na verdade, o filme é notável não só pelos efeitos excepcionais, onde as criaturas ganham contornos humanos, sem perder as características dos primatas. O elenco também é muito bom, contando com rostos conhecidos como Gary Oldman, Keri Russell e Kirk Acevedo, mas o que realmente é a melhor parte do filme é sua densidade narrativa e a profundidade dos dilemas apresentados, notórios de reflexão comportamental. spoiler: Se no filme anterior Cesar “aterrorizava”, e causava espanto com poucas palavras pronunciadas, aqui nesse filme ele não só fala diálogos inteiros e complexos em inglês, como se comunica no “macaquês” com seus camaradas, enquanto outros símios também arranham alguma coisinha do inglês.
Mas o espanto maior do filme não é na maneira como esses primatas se comunicam, e sim como se comportam. A tentativa de criar uma sociedade pacífica é desmantelada pela ameaça humana, apesar de seguir os moldes que nós utilizamos com nossa gente. A idealização de família e comunidade segue os mesmos parâmetros dos humanos, e a atrocidade vivida no passado por eles causa medo e revolta. Os símios têm inúmeras razões para temerem os humanos e acabam portando-se como homens. Já os homens temem os macacos pelo simples fatos de eles terem a capacidade de portarem-se como humanos. Os homens temem na verdade o reflexo de si mesmos. Não vou ficar aqui filosofando sobre as inúmeras interpretações do comportamento de rivalidade, raiva e guerra entre humanos e macacos. O filme e muito mais amplo que isso. Há cenas dignas de marcos cinematográficos spoiler: , vide as cenas onde um macaco finge-se de bobo para então cumprir seus objetivos traiçoeiros e primordialmente humanos ou a de um tanque de batalha sendo dominada por macacos
. É um filme de ação que faz pensar, mesmo aqueles que só procuram diversão. Um mergulho na mesquinhez, busca pelo poder e controle, egoismo e crueldade. Tudo isso com toques de blockbuster. Um filme que cumpre seu objetivo e traz um quê a mais. Mais uma prova de que um filme não deve se valer apenas de seus efeitos especiais para ser bom. É preciso uma boa estória. Mesmo tirando os absurdos de realidade (como os macacos falantes, para citar um exemplo simples), consegue na sua narrativa tratar de algo bem próximo e de fácil identificação, tornando algo incrível em crível pelo simples fato de ser muito bem feito. E que venha outros confrontos de realidade tão interessantes como esse.
Gundeheint
Gundeheint

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de julho de 2014
Filme bastante interessante para quem curtiu o primeiro filme e gosta de Planeta dos Macacos. De negativo, achei a trama do filme simples e a falta de uma melhor explicação para o que houve com os humanos e o mundo em si, mas recomendo.
Victor T.
Victor T.

14 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de julho de 2014
Planeta dos macacos o confronto não perdeu a linha de sequência em relação ao primeiro longa. Superou as expectativas. A pesar da segunda franquia sofrer mudanças entre os atores tampouco se teve a preocupação de não ter aceitação entre o público! isso porque a história é envolvente e te prende por inteiro. Cesar sem dúvidas ganhará o carisma de qualquer um que vá assistir. O filme ficou mais complexo a evolução dos macacos do primeiro agora deu lugar a formação de "colônias de agrupamentos" eles agora detém o cognitivo e são a maioria. O território será pequeno para esse grande confronto entre humanos e macacos seriam os macacos merecedores da vitória? ou os humanos? os dois lados se dividem com os dois conceitos entre o bem e o mal. O filme fará bastante sucesso que deixará o gostinho de "quero mais". Tem drama, aventura e muita ação, o confronto está apenas começando!
Victor Telles Francisco
Rodrigo D.
Rodrigo D.

2 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de julho de 2014
Um ótimo filme, daqueles que nem se vê o tempo passar, os produtores trabalharam muito bem nos visuais, o filme tem uma boa duração e aventura do começo ao fim, altas doses de adrenalina e algumas revira-voltas, ótimo filme recomendável para se ver em qualquer ocasião principalmente se estiver visto o primeiro.
Marcelo  C.
Marcelo C.

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4,0
Enviada em 23 de julho de 2014
O primeiro filme da franquia (Planeta dos Macacos - A Origem) com elenco diferente de sua respectiva continuação, terminava de forma a começar a dominação de São Francisco. César, líder dos símios, terminara o confronto na ponte Golden Gate e partira para a floresta, despendindo-se de seu criador, Will, interpretado no primeiro longa pelo convincente James Franco.

No início do filme é feita uma "ponte" ligando as informações do final do primeiro para preparar terreno para o desenrolar das ações em "Planeta dos Macacos - O Confronto" (Down of The Planet of The Apes). O noticiário informa que metade da população mundial, aos poucos, é dizimada pelo chamado vírus símio.

Enquanto isso, uma comunidade complexa e bem estruturada é apresentada ao espectador. Ocas, diques, edificações de madeira, como numa tribo guerreira. Tudo parece indicar uma história de tensão bem desenvolvida. Os roteiristas Mark Bomback e Rick Jaffa criam uma atmosfera surrealista (com "macacos dos sonhos", ao apresentar a nós uma computação gráfica de encher os olhos.

Koba, um dos macacos da tribo e novo personagem da trama (dentre muitos macacos que são interpretados por um batalhão de atores em live-action), é cruel e não compactua com humanos, é repudiado pela tribo.. César entra em constantes conflitos psicológicos com esse macaco de sangue frio.

Do outro lado da história, um grupo de engenheiros, habitantes de uma cidade pós-apocalíptica, fruto da devastação de um vírus que, na verdade, foi produzido por humanos em laboratório, vive em uma cidade com uma população à beira do desastre, com pouco comida e carência de energia elétrica. Há uma tentativa de negociação com a tribo para a construção de uma usina na floresta onde se localiza a tribo de César e companhia. E essa negociação é aceita, com muito custo.

Nesse entrave, um roteiro firme revela o que é suficiente na trama e não revela um vilão até o primeiro ato. Koba começa a entrar em conflito devido a amizade que César vai construindo com os humanos, a medida que vê que eles não representam uma ameaça. O filhote de César nasce e a trama começa a mesclar sentimentalismo e busca frenética por energia elétrica na cidade de São Francisco

Com reflexões inteligentes e poucos furos, além de um final com um baita gancho pra continuação, a história consegue prender a atenção sem fugir de seu objetivo principal. No mesmo nível do primeiro longa, é claro (sentindo a falta de James Franco), com alguns típicos clichês de blockbuster, a história segue linearmente e todos os fatos podem ser entendidos com clareza. A qualidade técnica também é indiscutível e, claro, o incansável Andy Serkis (Gollum - O Senhor dos Anéis e neste, como César) mostra expressões faciais, que é algo que todos sonham ver em um macaco. Gary Oldman, à parte, também muito inspirado.

Quem dera se macacos tivessem, na vida real, o potencial que tem no filme.
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