Filme muito bom. Sinceramente em vários momentos fiquei emocionado e em outros indignado com as situações, mas o desenrolada da história deixou tudo perfeito... Recomendo e dou nota 9.... Não julgue pelo nome do filme, pois é muito mais...
Planeta dos Macacos: O Confronto e simplesmente: Otimo! O filme mostra César (Andy Serkis, mais uma vez digitalizado pela técnica de motion capture) e sua trupe em mais uma aventura! No inicio do filme César queria paz, nao queria lutar por medo de muitos macacos morrerem, mas nem sempre se tem tudo o que quer. Por que Koba (Toby Kebbel) tem um odio por humanos. E nesse meio termo entre paz e guerra, que macacos e humanos se tornam amigos. Bom, nem todos macacos nem todos os humanos. E se voce pensou que o filme iria ser ruim por que nao vai ter James Franco, tire essa ideia da cabeça. Jason Clarke, na pele de Malcom, consegue preencher o papel. O filme garante uma dose (bem grande, macacos com armas!) de açao, de romance (essa bem menos) e uma pequna parte de comedia (Koba o bobalhao) e mostra uma parte muito linda de amizade entre Maurice (Karin Konoval) e Alexander (Kodi Smit-McPhee), alem do amor de pai pra filho. E se voce tambem espera que César fale pouco como no Planeta dos Macacos: A Origem, voce se enganou. Nesse, César, Koba e Olhos Azuis (Nick Turnston) falam e se tornam bem tagaleras (menos Olhos azuis). E esse e o filme. Vale a pena ir no cinema e conferir! Boa pipoca ;)
O filme “Planeta dos Macacos: O Confronto” vem chamando a atenção pelos extraordinários efeitos visuais empreendidos nos cenários e, principalmente, pela captura de movimentos dos atores, dando ênfase à atuação de Andy Serkis que, com olhares profundos e movimentos sutis, confere um ar altivo e misterioso ao seu personagem Cesar, que agora está mais maduro, com alguns pelos brancos e rugas da experiência que viveu junto com seus pares desde que o vimos sumir pelas florestas vizinhas a São Francisco. Quando o novo filme da franquia começa, ficamos sabendo, através de uma breve recapitulação feita com cenas de telejornais, que dez anos se passaram desde a batalha na Golden Gate Bridge e que o vírus da “gripe símia” dizimou praticamente toda a humanidade e e as plantas já tomaram tudo. O confronto do título se dá quando um grupo de humanos que sobreviveram ao devastador vírus penetra em área ocupada pelos acólitos de Cesar a fim de reativar uma usina hidrelétrica e uma nação cada vez maior de macacos geneticamente evoluídos os ameaçam. O roteiro é um tanto quanto interessante, uma vez que possui várias camadas e mescla entretenimento e reflexão social, muitas vezes invertendo os papéis dos humanos com os animais. Indicando que quanto mais construímos civilizações ditas sociavelmente evoluídas, novas intrigas e divisões ideológicas podem surgir entre os seres. O filme deixa claro a dificuldade em compreender e aceitar o outro com todas as suas dificuldades, principalmente quando há problemas mais profundos, com feridas ainda expostas: é mais fácil julgar e apontar os defeitos alheios, pois assim os defeitos próprios passam despercebidos aos olhos de terceiros. O Confronto é de todo permeado por um único sentimento: tensão. A produção conseguiu fazer com que os espectadores ficassem praticamente o tempo todo sentados, sem se mover e sem desgrudar os olhos da telona. O lucro com vendas de pipoca e refrigerantes deve ter sido bem inferior ao esperado. Reeves não só apresentou uma sequência fantástica, como fez melhor e esmagou o antecessor. Sem dúvidas uma super produção inteligente, hipnotizante e eletrizante!
Não sou um grande seguidor da série de filmes do Planeta dos Macacos. Vi o primeiro filme com o Charlton Heston há muitos anos atrás, não vi os filmes dos anos 70, não gostei da versão do Tim Burton, mas o agora penúltimo filme da série, A Origem, com o James Franco, é extremamente bom. Este último segue uma linha parecida com seu antecessor. Muitos efeitos especiais para a representação dos macacos, que com o auxílio de atores consegue com esmero reproduzir os movimentos dos símios, dando uma carga dramática notável aos seus semblantes. Andy Serkis repete seu papel como o líder dos macacos, Cesar, de maneira caprichosa. Na verdade, o filme é notável não só pelos efeitos excepcionais, onde as criaturas ganham contornos humanos, sem perder as características dos primatas. O elenco também é muito bom, contando com rostos conhecidos como Gary Oldman, Keri Russell e Kirk Acevedo, mas o que realmente é a melhor parte do filme é sua densidade narrativa e a profundidade dos dilemas apresentados, notórios de reflexão comportamental. spoiler: Se no filme anterior Cesar “aterrorizava”, e causava espanto com poucas palavras pronunciadas, aqui nesse filme ele não só fala diálogos inteiros e complexos em inglês, como se comunica no “macaquês” com seus camaradas, enquanto outros símios também arranham alguma coisinha do inglês. Mas o espanto maior do filme não é na maneira como esses primatas se comunicam, e sim como se comportam. A tentativa de criar uma sociedade pacífica é desmantelada pela ameaça humana, apesar de seguir os moldes que nós utilizamos com nossa gente. A idealização de família e comunidade segue os mesmos parâmetros dos humanos, e a atrocidade vivida no passado por eles causa medo e revolta. Os símios têm inúmeras razões para temerem os humanos e acabam portando-se como homens. Já os homens temem os macacos pelo simples fatos de eles terem a capacidade de portarem-se como humanos. Os homens temem na verdade o reflexo de si mesmos. Não vou ficar aqui filosofando sobre as inúmeras interpretações do comportamento de rivalidade, raiva e guerra entre humanos e macacos. O filme e muito mais amplo que isso. Há cenas dignas de marcos cinematográficosspoiler: , vide as cenas onde um macaco finge-se de bobo para então cumprir seus objetivos traiçoeiros e primordialmente humanos ou a de um tanque de batalha sendo dominada por macacos . É um filme de ação que faz pensar, mesmo aqueles que só procuram diversão. Um mergulho na mesquinhez, busca pelo poder e controle, egoismo e crueldade. Tudo isso com toques de blockbuster. Um filme que cumpre seu objetivo e traz um quê a mais. Mais uma prova de que um filme não deve se valer apenas de seus efeitos especiais para ser bom. É preciso uma boa estória. Mesmo tirando os absurdos de realidade (como os macacos falantes, para citar um exemplo simples), consegue na sua narrativa tratar de algo bem próximo e de fácil identificação, tornando algo incrível em crível pelo simples fato de ser muito bem feito. E que venha outros confrontos de realidade tão interessantes como esse.
Filme bastante interessante para quem curtiu o primeiro filme e gosta de Planeta dos Macacos. De negativo, achei a trama do filme simples e a falta de uma melhor explicação para o que houve com os humanos e o mundo em si, mas recomendo.
Planeta dos macacos o confronto não perdeu a linha de sequência em relação ao primeiro longa. Superou as expectativas. A pesar da segunda franquia sofrer mudanças entre os atores tampouco se teve a preocupação de não ter aceitação entre o público! isso porque a história é envolvente e te prende por inteiro. Cesar sem dúvidas ganhará o carisma de qualquer um que vá assistir. O filme ficou mais complexo a evolução dos macacos do primeiro agora deu lugar a formação de "colônias de agrupamentos" eles agora detém o cognitivo e são a maioria. O território será pequeno para esse grande confronto entre humanos e macacos seriam os macacos merecedores da vitória? ou os humanos? os dois lados se dividem com os dois conceitos entre o bem e o mal. O filme fará bastante sucesso que deixará o gostinho de "quero mais". Tem drama, aventura e muita ação, o confronto está apenas começando! Victor Telles Francisco
Um ótimo filme, daqueles que nem se vê o tempo passar, os produtores trabalharam muito bem nos visuais, o filme tem uma boa duração e aventura do começo ao fim, altas doses de adrenalina e algumas revira-voltas, ótimo filme recomendável para se ver em qualquer ocasião principalmente se estiver visto o primeiro.
O primeiro filme da franquia (Planeta dos Macacos - A Origem) com elenco diferente de sua respectiva continuação, terminava de forma a começar a dominação de São Francisco. César, líder dos símios, terminara o confronto na ponte Golden Gate e partira para a floresta, despendindo-se de seu criador, Will, interpretado no primeiro longa pelo convincente James Franco.
No início do filme é feita uma "ponte" ligando as informações do final do primeiro para preparar terreno para o desenrolar das ações em "Planeta dos Macacos - O Confronto" (Down of The Planet of The Apes). O noticiário informa que metade da população mundial, aos poucos, é dizimada pelo chamado vírus símio.
Enquanto isso, uma comunidade complexa e bem estruturada é apresentada ao espectador. Ocas, diques, edificações de madeira, como numa tribo guerreira. Tudo parece indicar uma história de tensão bem desenvolvida. Os roteiristas Mark Bomback e Rick Jaffa criam uma atmosfera surrealista (com "macacos dos sonhos", ao apresentar a nós uma computação gráfica de encher os olhos.
Koba, um dos macacos da tribo e novo personagem da trama (dentre muitos macacos que são interpretados por um batalhão de atores em live-action), é cruel e não compactua com humanos, é repudiado pela tribo.. César entra em constantes conflitos psicológicos com esse macaco de sangue frio.
Do outro lado da história, um grupo de engenheiros, habitantes de uma cidade pós-apocalíptica, fruto da devastação de um vírus que, na verdade, foi produzido por humanos em laboratório, vive em uma cidade com uma população à beira do desastre, com pouco comida e carência de energia elétrica. Há uma tentativa de negociação com a tribo para a construção de uma usina na floresta onde se localiza a tribo de César e companhia. E essa negociação é aceita, com muito custo.
Nesse entrave, um roteiro firme revela o que é suficiente na trama e não revela um vilão até o primeiro ato. Koba começa a entrar em conflito devido a amizade que César vai construindo com os humanos, a medida que vê que eles não representam uma ameaça. O filhote de César nasce e a trama começa a mesclar sentimentalismo e busca frenética por energia elétrica na cidade de São Francisco
Com reflexões inteligentes e poucos furos, além de um final com um baita gancho pra continuação, a história consegue prender a atenção sem fugir de seu objetivo principal. No mesmo nível do primeiro longa, é claro (sentindo a falta de James Franco), com alguns típicos clichês de blockbuster, a história segue linearmente e todos os fatos podem ser entendidos com clareza. A qualidade técnica também é indiscutível e, claro, o incansável Andy Serkis (Gollum - O Senhor dos Anéis e neste, como César) mostra expressões faciais, que é algo que todos sonham ver em um macaco. Gary Oldman, à parte, também muito inspirado.
Quem dera se macacos tivessem, na vida real, o potencial que tem no filme.
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