Não recomendado para menos de 14 anos
Gary é um jovem que aprende rápido, sempre mudando de um trabalho para outro. Após ser contratado em uma usina nuclear, ele encontra tudo o que sempre procurou: dinheiro, uma equipe e uma família. No meio dos reatores, ele se apaixona pela mulher de um colega, e logo é ameaçado por esse amor proibido e pela constante contaminação radioativa.
2,5
Regular
Grand Central
O amor é radioativo
por Bruno Carmelo
Este drama francês começa muito, muito bem. A câmera de Rebecca Zlotowski acompanha de perto Gary (Tahar Rahim), apresentando este jovem sem didatismo nem piedade: ele é visto de maneira frontal, crua, como um jovem esperto e disposto a aproveitar a primeira oportunidade oferecida. Gary é retratado como uma vítima da má situação financeira, tendo que aceitar o perigoso emprego em uma usina nuclear por falta de formação e de melhores propostas.
A usina é um personagem à parte. Grande, imponente, ela é filmada como uma espécie de caverna misteriosa, repleta de regras de segurança, mas igualmente repleta de exceções que expõem aos trabalhadores a doenças e à aposentadoria precoce. A diretora e roteirista transforma este local em um símbolo máximo do perigo, da coragem e da masculinidade. Ele é povoado por homens brutos (tanto no sentido de pouco vulneráveis quanto no sentido de pouco cultos
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2:20
1:54


Festival de Cannes
Apresentado na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes 2013.
Nacionalidade
França
Distribuidor
California Filmes
Ano de produção
2013
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Francês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
Dolby Digital
Formato de projeção
1.85 : 1
Número Visa
-
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