Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Diogo Codiceira
26 seguidores
952 críticas
Seguir usuário
2,5
Enviada em 13 de maio de 2025
O tempo e O vento contou com a direção de Jayme Monjardim e contou com roteiro de Letícia Wierzchowski, Marcelo Ruas e Tabajara Ruas. O filme foi baseado no primeiro volume da série O tempo e o Vento de Érico Veríssimo. O filme procura conta a história da família Terra-Cambará durante dois séculos. Rodrigo Cambará (Thiago Lacerda) aparece para a Dona Bibiana (Fernanda Montenegro) e juntos se recordam dos seus antepassados. Monjardim reata a parceria com Letícia e Ruas após ter trabalhado junto “A casa das setes mulheres”. A tentativa da direção foi de evocar algo épico para o filme, e muito se viu parecido com a obra anterior citada: uma interessante trilha sonora e paisagem deslumbrante, mas uma dramaturgia que deixa muito a desejar (especialmente porque estamos tratando de uma das obras mais importantes da literatura brasileira). O primeiro ato foi algo pavoroso, pois faltou a devida profundidade em todos os personagens envolvidos na trama. O filme melhora um pouco com o seu segundo ato na qual os personagens são tratados de uma melhor forma e tendo mais tempo de tela. Vale lembrar que a trama não é linear, e basicamente começa com o final, e Bibiana relembra em seu leito de morte toda a trajetória de sua família. O destaque do filme são as atuações de Fernanda Montenegro (mesmo tendo a impressão que a personagem não foi tão bem aproveitada e tivemos ainda a sua divisão com Marjorie Estiano interpretando ela mais jovem) e de Paulo Goulart na pele do coronel (inclusive uma das suas últimas aparições em tela). De resto, a Cléo Pires e Thiago Lacerda não consegue convencer em seus papeis. No mais, o filme ainda demostrar a cultura gaúcha nos pampas e seus valores culturais e históricos, sem a devida profundidade.
"O Tempo e o Vento" é uma obra cinematográfica que consegue capturar a grandiosidade e a complexidade da saga épica de uma das maiores obras da literatura brasileira. Com uma direção cuidadosa e uma produção de alto nível, o filme nos transporta através dos séculos, explorando as raízes do Brasil e a formação do Rio Grande do Sul com uma riqueza de detalhes que impressiona.
As paisagens vastas e belas, aliadas a uma fotografia que exalta tanto a imponência quanto a dureza da terra gaúcha, fazem com que o espectador se sinta imerso em cada momento da história. Os personagens são retratados com profundidade, e as atuações são marcantes, trazendo à tona toda a complexidade emocional e moral das figuras que moldaram essa narrativa épica.
Além disso, o filme equilibra com habilidade os momentos de ação, drama e romance, mantendo o público engajado enquanto navega por temas universais como honra, amor, vingança e sobrevivência. A trilha sonora complementa perfeitamente o tom do filme, acentuando tanto os momentos de tensão quanto os de reflexão.
Em suma, "O Tempo e o Vento" é uma adaptação poderosa e envolvente, que faz jus à sua fonte literária e oferece ao espectador uma experiência cinematográfica rica e memorável. É um filme que celebra a história e a cultura brasileira com dignidade e beleza, deixando um impacto duradouro.
Precisamos fazer uma análise sobre a nossa cultura. Precisamos rever nossos valores e começar a valorizar o que nós temos. Não temos que ser lunáticos e elogiar tudo sem responsabilidade. É rever a nossa criticidade tóxica: sintoma de ressentismo. O cinema brasileiro pode ser criticado de várias formas, ok!!! Mas, precisamos reconhecer os bons filmes que temos. Este filme é muito bonito, Sem dúvida que ele está entre os cem melhores nacionais. Penso que o imdb de 6,7 para esse filme baixo.
Um filme muito bonito e bem dirigido, nunca li o livro, e normalmento nem gosto de ver o filme antes do livro, mas revolvi inverter hoje e foi as 2 horas mais bem gastas do meu dia, pretendo ler o livro futuramente.
Nota 2,5 graças a nossa maior atriz brasileira Fernanda Montenegro que tem uma boa atuação e a bela fotografia e só, pois o roteiro é muito ruim, sem beira e e sem neira, desenvolvimento da história é triste em todos os sentidos, ou seja o filme é fraquinho, fraquinho!
O Tempo e o Vento é um bom filme. Gostei do enredo e o elenco foi muito bem escolhido. Adorei conhecer Ana Terra e a família Cambará. Ainda não li o livro nem conheço a fundo a obra de Erico Veríssimo, mas esse filme com certeza fez jus a obra.
"O Tempo e o Vento" é mais televisão que cinema. Mas, e daí?
"O Tempo e o Vento" tem excesso de trilha sonora. Mas, e daí?
"O Tempo e o Vento" foi um dos mais emocionantes filmes brasileiros que eu já vi até hoje. Gostei muito de Bibiana. Fernanda Montenegro está sempre excelente, e eu confesso que sou fã dessa atriz de invejável talento, que vai se tornando cada vez mais incrível com o passar da idade....
Com tons bem convincentes está Thiago Lacerda fazendo o bonachão Capitão Rodrigo Cambará. No mais, o filme excede em certos maneirismos (como colocar lua, pôr-do-sol, amanhecer, várias vezes) e passa rápido demais os fatos e as personagens de quase 150 anos de história, desenvolvendo quase nada algumas personagens secundárias...
Mas a história respira emoção, respira poesia, denuncia entrega dos atores aos personagens. Nas imagens, nas músicas, nos olhares, nos gestos. É difícil segurar a lágrima diante de tanta poesia visual.
"O Tempo e o Vento", do jeito que está, tinha tudo para ser uma excepcional minissérie da Globo. Dá a sensação que o filme poderia ser mais longo, poderia ter mais gás, virar até mesmo uma trilogia, ter se desenvolvido mais. Mas não.
Jayme Monjardim prova que, fazendo cinema, ele continua sendo um grande diretor de telenovelas. E fez muito bem.
O cinema nacional,é mesmo ao mesmo tempo que traz,péssimas comédias sem nenhum tipo de roteiro,consegue trazer boas histórias,que são bem trabalhadas.O Tempo e o Vento,é uma mistura agradável de boas atuações,com uma história bacana.Típica fotografia e figurino de novela das 6,a trama que no começo parece bem parada,consegue despertar interesse do meio para o fim.
O filme é fantástico, um dos melhores filmes nacionais que vi em todos os tempos. Cenografia excelente, paisagens deslumbrantes (não sei se é digital), atuações curtas, mas memoráveis, estória fantástica. Ponto negativo colocaria apenas a trilha sonora, nada a ver inserção de músicas gravadas em cenas que poderiam ser naturais (coral, baile, etc). A música final em inglês, embora seja bonita, não tem nada a ver com o filme. Minha opinião vai de encontro com a opinião de muitas outras pessoas, sempre acontece uma perda quando tentamos colocar uma grande obra literária em duas horas de filme. Todo mundo sabe disso antes de ver o filme. A reação dos puristas já era esperada, as críticas são justificadas, porém nós estamos no Brasil e não em Hollywood. O filme começa triste quando a gente tem a ideia de quando dinheiro público entrou no filme, mas é um filme sério, fiel à época, sem cenas desnecessárias de sexo de palavrões bem comum nos nossos filmes. O filme seria uma boa ideia para ser o “Senhor dos Anéis” brasileiro, poderia ser dividido em algumas partes conforme as épocas, contribuindo ainda mais para a preservação de nossa cultura (mas não foi). Poderia ter melhorado o sotaque dos personagens (mas não foi). Poderia ter sido tudo muito diferente, mas não foi e nem por isso o filme perde. Uma curiosidade, a Fernanda Montenegro criticou uma vez, a entrada de modelos no mercado dos atores (embora ela tenha se retratado mais tarde), entre eles estava o Tiago Lacerda que formou um lindo par com ela nesse filme.
Gostei, principalmente por não ter tantas cenas de guerra e batalhas. Gostei da delicadeza de que o amor de Bibiana e Capitão Rodrigo foi narrada por Fernanda Montenegro. Neste filme o amor é demonstrado delicadamente e sutilmente da forma como é , que depois do para sempre o rosa passa por vários tons ao longo do tempo. Mas que qualquer sentimento de amor seja por uma pessoa , um ideal, uma causa, um proposito é conquistado com ganhos , perdas , desilusões, desvios , coragem, perseverança, força , fé e ajustes ao longo de um gratificante ver a evolução do cinema nacional, a qualidade das imagens, detalhes, a valorização dos nossos autores tanto conhecido pelo publico e os desconhecidos. Não se deve comparar com o seriado de anos atrás e tão pouco com o cinema internacional; apesar das cenas terem até mais qualidade que muitos estrangeiros lançados. Gostei da Marjore mais do que da Cléo Pires.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade