Não recomendado para menos de 16 anos
Erika (Nathalia Dill) é uma DJ de relativo sucesso e muito amiga de Lara (Lívia de Bueno). Juntas, durante um festival onde Erika trabalhava, elas conheceram Nando (Luca Bianchi) e, juntos, vivem um momento intenso. Entretanto, logo em seguida o trio se separa. Anos depois Erika e Nando se reencontram em Amsterdã, onde se apaixonam. Só que apenas Erika se lembra do verdadeiro motivo pelo qual eles se afastaram pouco após se conhecerem, anos antes.
3,5
Bom
Paraísos Artificiais
Mais que mil palavras
por Roberto Cunha
O maior desafio para o produtor Marcos Prado, de Ônibus 174, Tropa de Elite e Tropa de Elite 2 (os mais conhecidos), era estrear como diretor de ficção, livre do peso que essas obras pudessem jogar em suas costas. Afinal, a cobrança por algo de calibre semelhante, quer ele queira ou não, é um caminho natural. E a primeira coisa que dá para dizer de Paraísos Artificiais é mesmo não sendo tão forte como os outros, ainda assim existe algo em sua pegada que pode fazer efeito no público. Na história, um jovem se deixou levar pela ideia do dinheiro fácil para solucionar problemas difíceis e ao bancar a mula para traficantes internacionais acabou perdendo anos de sua vida atrás das grades. Já livre, ele vê seu irmão trilhar caminho parecido, fazendo com que reflita sobre seu passado sem imaginar que uma antiga paixão, também daquele mundo, se fará presente. Com uma narrativa não linear, o rotei
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2:23





14 Notícias e Matérias Especiais
Primeiro, destaco a fotografia primorosa de Lula Caravlho, é uma delíca de ver. Caprichou nas escolhas dos angulos, luzes e sombras e dos sets. A trilha sonora está compondo muito bem com clima do filme, e Nathallia Dill está muito convincente no papel. A montagem está um pouco cansativa em algumas cenas, mas isso passa a ser uma viagem em algumas delas. O Luca Bianchi oscilou na performance mas tem boa fotogenia para esse tipo de filme. O ...
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Bom filme! Passa uma mensagem muito forte. Mostra como atitudes inconsequentes em busca do constante prazer e sensação de liberdade pode nos trazer no futuro. Recomendo pra quem se atém a mensagem do filme, e não recomendo pra quem se choca com cenas de sexo explícito e consumo de drogas.
Gostei muito do filme, principalmente da fotografia que é belíssima e enche os olhos do espectador. O roteiro mesmo não seguindo uma ordem cronológica consegue atrair a atenção e ser bastante original. A trilha sonora também é bastante excitante, e outro ponto positivo do filme são as atuações dos personagens principais. O filme retrata um universo mais jovem, mas nada impede que seja assistido por outro público. Em fim, as relações ...
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Filme ótimo, muito realista sobre a cena eletrônica, mostrando toda a cultura por trás dos festivais e sobre o consumo de sintéticos. Esse filme só poderia ser do Marcos Prado, a fotografia nem se fala! O final deu a entender que terá uma continuação, e merece muito!
Estreando em nova praia
Produtor de sucessos como Tropa de Elite, Tropa de Elite 2 e Ônibus 174, Marcos Prado estreia como diretor de um longa de ficção. Seus dois primeiros trabalhos na função foram os documentários Estamira (2004) e Brazil's Vanishing Cowboys (2003), este feito para a televisão.
A praia como cenário
As filmagens foram realizadas entre os dias 18 de outubro e 25 de novembro na Praia do Paiva, no Recife, e também no Rio de Janeiro, na tradicional Praia do Arpoador.
Filmando a tribo
A sequência que reproduz uma boate de música eletrônica numa antiga fábrica de chocolates, no bairro do Santo Cristo (RJ), mobilizou mais de cem figurantes.
curiosidades
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
Nossa Distribuidora
Ano de produção
2012
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
5 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
35mm
Cor
Colorido
Formato de áudio
Dolby Digital
Formato de projeção
2.35 : 1 Cinemascope
Número Visa
-
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