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Um visitante
3,5
Enviada em 18 de outubro de 2015
-..Selton Mello vive mas uma vez um bom personagem,capaz de nos fazer rir com seu jeito elenco de grande atores,principalmente falando de Marco Nanini....o destaque do ,mas uma grande comédia nacional.
ESPETACULAR. A prova de que o cinema brasileiro existe SIM, sem necessidade das conhecidas cenas de nudez e apelação. Muito humor... Com sensacionais atuações de SELTON, DÉBORA e o excelente MARCO NANINI. Assistam!
Lisbela e o prisioneiro é um filme de comeria romântico brasileiro que contou com a direção de Guel Guedes. O filme é uma adaptação da obra de Osman Lins ( antes já havia sido transformado em especial para TV em 1993 e depois peça de teatro). Na trama acompanhamos Lisbela (Débora Falabela) uma jovem que gosta de ir ao cinema e sonha com um amor no estilo Hollywood e Leléu ( Selton Mello) que é um malandro conquistador que vive de cidade em cidade até desembarcar na cidade de Lisbela. Ao se conhecerem acabam se apaixonando, mas a jovem está de casamento marcado com Douglas (Bruno Garcia), ao mesmo tempo que um matador profissional está na sua cola Frederico Evandro ( Marco Nanini). Guel soube aproveitar os anos que ficou dirigindo a peça, percebendo a reação do publico e reuniu a sua trupe e realizou o filme. O resultado é que o filme leva diálogos que são pura poesia e ao mesmo tempo cenas divertidas envolvendo personagens secundários na trama. O roteiro é bom com a ideia do plot envolvendo o matador e Leléu. Trilha sonora bastante rica envolvendo artistas nordestinos que hoje virou marca registrada do filme. O filme eleva a ideia de regionalismo brasileiro e ao mesmo tempo que tinha surgido numa época de cultura pop no cinema brasileiro.
Lisbela (Débora Falabella) é uma garota que vive no interior de Pernambuco, e cuja principal característica é o amor pelo cinema. Freqüentadora assídua das matinês na cidade, a idolatria que ela carrega pelos filmes que vê desencadeia todas as suas mais importantes virtudes: o romantismo, a honestidade e a capacidade de sonhar e de enxergar o que há de bom ao seu redor.
Leléu (Selton Mello), por outro lado, é o típico malandro brasileiro. Vive pelo Nordeste fazendo suas andanças e conquistando – na mesma proporção em que despedaça – muitos corações. O malandro faz isso facilmente, pois ele não se sente apegado a ninguém, fato reforçado pela nova personalidade que assume a cada novo lugar que visita.
Estas duas figuras opostas são as personagens centrais de “Lisbela e o Prisioneiro”, filme dirigido e co-escrito por Guel Arraes tendo como base a peça de autoria de Osman Lins. Essa obra é a primeira que Guel fez diretamente para a grande tela, uma vez que “O Auto da Compadecida” e “Caramuru – A Invenção do Brasil” foram concebidas como séries de TV.
O filme é narrado basicamente pelos comentários de Lisbela a respeito dos filmes que vê e que traduzem, ao mesmo tempo, a história que aguarda ela e Leléu. E o que estes personagens têm em comum é o fato de serem movidos por um idealismo, que os faz sempre partir em busca de algo mais.
Guel Arraes é um especialista na difusão da cultura nordestina. E, mais uma vez, ele acerta na dose ao mostrar aquilo que esse povo tem de melhor: os valores e o coração. Contribuem também para o sucesso deste filme o roteiro originalíssimo, uma montagem primorosa, um elenco de apoio afiado e a excelente trilha sonora que embala a história.
Selton Mello, Debora Falabella, Marco Nanini e a trilha sonora são o que o filme tem de melhor. Algumas cenas lembram um pouco "A Rosa Púrpura do Cairo", guardadas as devidas proporções, pela paixão da Lisbella pelo cinema.
Um dos melhores filmes brasileiros do gênero. Atuações excelentes, cenários bacanas, enredo excepcional e personagens extremamente engraçados. Os diálogos são fantásticos, com toques de um cinismo cômico fora de série. Na medida! Nota 10!
...Esse filme vale muito apena assistir,quem não assistiu ainda sinceramente está perdendo, um filme cheio de referencias a cultura nordestina,me encheu os olhos com as imagens.Trilha sonora de primeira qualidade,parcerias inusitadas.Realmente o elenco todo e Guel Arraes estão de parabéns.
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