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    Lisbela e o Prisioneiro
    Média
    4,3
    522 notas e 20 críticas
    distribuição de 20 críticas por nota
    5 críticas
    8 críticas
    1 crítica
    6 críticas
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    20 críticas do leitor

    anônimo
    Um visitante
    3,5
    Enviada em 18 de outubro de 2015
    -..Selton Mello vive mas uma vez um bom personagem,capaz de nos fazer rir com seu jeito elenco de grande atores,principalmente falando de Marco Nanini....o destaque do ,mas uma grande comédia nacional.
    Cristiane S
    Cristiane S

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    5,0
    Enviada em 1 de julho de 2013
    ESPETACULAR. A prova de que o cinema brasileiro existe SIM, sem necessidade das conhecidas cenas de nudez e apelação. Muito humor... Com sensacionais atuações de SELTON, DÉBORA e o excelente MARCO NANINI. Assistam!
    Carlos A.
    Carlos A.

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    5,0
    Enviada em 11 de junho de 2015
    Excelente filme, já assisti várias vezes. Filme que marcou época no cinema nacional.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    4,0
    Enviada em 10 de setembro de 2014
    Lisbela (Débora Falabella) é uma garota que vive no interior de Pernambuco, e cuja principal característica é o amor pelo cinema. Freqüentadora assídua das matinês na cidade, a idolatria que ela carrega pelos filmes que vê desencadeia todas as suas mais importantes virtudes: o romantismo, a honestidade e a capacidade de sonhar e de enxergar o que há de bom ao seu redor.

    Leléu (Selton Mello), por outro lado, é o típico malandro brasileiro. Vive pelo Nordeste fazendo suas andanças e conquistando – na mesma proporção em que despedaça – muitos corações. O malandro faz isso facilmente, pois ele não se sente apegado a ninguém, fato reforçado pela nova personalidade que assume a cada novo lugar que visita.

    Estas duas figuras opostas são as personagens centrais de “Lisbela e o Prisioneiro”, filme dirigido e co-escrito por Guel Arraes tendo como base a peça de autoria de Osman Lins. Essa obra é a primeira que Guel fez diretamente para a grande tela, uma vez que “O Auto da Compadecida” e “Caramuru – A Invenção do Brasil” foram concebidas como séries de TV.

    O filme é narrado basicamente pelos comentários de Lisbela a respeito dos filmes que vê e que traduzem, ao mesmo tempo, a história que aguarda ela e Leléu. E o que estes personagens têm em comum é o fato de serem movidos por um idealismo, que os faz sempre partir em busca de algo mais.

    Guel Arraes é um especialista na difusão da cultura nordestina. E, mais uma vez, ele acerta na dose ao mostrar aquilo que esse povo tem de melhor: os valores e o coração. Contribuem também para o sucesso deste filme o roteiro originalíssimo, uma montagem primorosa, um elenco de apoio afiado e a excelente trilha sonora que embala a história.
    Elvira A.
    Elvira A.

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    4,0
    Enviada em 23 de setembro de 2013
    Selton Mello, Debora Falabella, Marco Nanini e a trilha sonora são o que o filme tem de melhor. Algumas cenas lembram um pouco "A Rosa Púrpura do Cairo", guardadas as devidas proporções, pela paixão da Lisbella pelo cinema.
    ANA LUCIA DA SILVA
    ANA LUCIA DA SILVA

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    5,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    ...Esse filme vale muito apena assistir,quem não assistiu ainda sinceramente está perdendo, um filme cheio de referencias a cultura nordestina,me encheu os olhos com as imagens.Trilha sonora de primeira qualidade,parcerias inusitadas.Realmente o elenco todo e Guel Arraes estão de parabéns.
    Lucas V.
    Lucas V.

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    4,0
    Enviada em 19 de julho de 2014
    Só mostrando, que o Cinema Brasileiro não é um tão ruim assim, como vários brasileiros com sintoma de vira-lata falam.

    Ótimo filme.
    wesleyaxe
    wesleyaxe

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    4,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Sinceramente um dos filmes brasileiros mais engraçados que já assisti, sou fã de Selton Mello que não deixa nada a desejar. Um clássico nacional que vale muito a pena pra quem quer rir e se divertir, adorei!!
    Fernando Schiavi
    Fernando Schiavi

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Um dos melhores filmes do cinema nacional da última década! Mais uma obra primorosa do talentoso Guel Arraes que foca uma bela aventura nordestina com muito humor e romance, misturando realidade exagerada e ficção na medida certa, e o diretor ainda homenageia o cinema dentro do próprio cinema de um jeito primoroso. O elenco é fenomenal, encabeçado pelo sempre incrível Selton Melo e pela ótima Débora Falabella. O roteiro também escrito por Guel, Jorge Furtado e Pedro Cardoso, baseado em peça teatral de Osman Lins é inteligente e sagaz e mostra porque ele é um dos grandes diretores do país. O filme conta ainda com uma ótima direção de arte, fotografia,e uma edição ágil, precisa e dinâmica. Super recomendado a qurem procura diversão e uma boa história a ser contada! Não percam este filmaço!
    Francisco Russo
    Francisco Russo

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    2,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Conheço a história de "Lisbela e o Prisioneiro" há um bom tempo, pois pude assistir as duas versões anteriores da história. Na época em que foi exibido na TV o que me fascinou foi o encantamento de Lisbela com o cinema, que expunha sentimentos bem conhecidos de todo bom cinéfilo. Já no teatro fiquei impressionado com a agilidade da trama, a diversidade cultural do filme e a proximidade que a peça tinha com um longa-metragem de cinema. Lembro inclusive que, na época, comentei que não seria muito difícil adaptar o texto da peça para que se tornasse um longa-metragem. Anos mais tarde, foi exatamente isto que aconteceu. "Lisbela e o Prisioneiro", o filme, mantém muitas características da peça teatral. Utiliza um humor rápido e inteligente, apostando nos costumes e tradições do Nordeste, algo que já fora visto anteriormente em "O Auto da Compadecida", e também na paixão pelo cinema. É claro que, por ser agora um longa-metragem, a história teve que ser expandida. Diversas cenas de filmes assistidos por Lisbela foram incluídas na trama, bem como Leléu ganhou uma história maior antes de conhecer Lisbela. Mas nada que atrapalhe a diversão que é assistir a "Lisbela e o Prisioneiro". Sim, porque "Lisbela" é, antes de tudo, um filme divertido e com sotaque tipicamente brasileiro. Explora a típica malandragem local, através de Leléu e Citonho, além de personagens característicos da região, como Frederico Evandro e Douglas. Além do roteiro, recheado de piadas rápidas e inteligentes, o elenco é outro ponto forte do filme. Selton Mello brilha na pele de Leléu, sendo bem coadjuvado por Tadeu Mello, Virginia Cavendish e Débora Falabella. Outro que aparece muito bem em cena é Marco Nanini, como o matador Frederico Evandro. Nanini consegue expôr a dureza do seu personagem deixando-o também divertido, num trabalho também elogiável do diretor Guel Arraes, que mesmo tendo um matador em cena não deixa o filme ficar pesado em momento nenhum. Com todos estes fatores aliados ainda a uma edição ágil, bem conhecida daqueles que já viram os trabalhos anteriores de Guel Arraes no cinema, "Lisbela e o Prisioneiro" torna-se um filme divertidíssimo e, com certeza, um dos melhores desta grande safra do cinema nacional em 2003.
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