O Doador de Memórias
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4,2
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128 Críticas do usuário

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tamar
tamar

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3,5
Enviada em 16 de setembro de 2014
O filme O Doador de Memórias é mais do que um filme sobre um romance adolescente, ambientado em um futuro apocalíptico não muito distante. Esse tema pode parecer familiar, se pensarmos em filmes como Jogos Vorazes, Divergente ou A Hospedeira, porém sua abordagem é totalmente diferente. Jonas (Breton Thwaites) é um jovem que se encontra em um momento de vida de decisão. Porém, diferente da realidade que conhecemos, seu futuro não dependerá de sua escolha de profissão no vestibular. Essa será uma decisão feita por terceiros, ou melhor, pelos anciãos, liderados pela chefe Elder (Meryl Streep). Os jovens são observados desde crianças para serem encaminhados para a atividade com a qual melhor se relacionam, mas não podendo opinar. Os membros da pequena sociedade sofreram praticamente um reboot em seu sistema, fazendo com que não se lembrem do passado da raça humana, afastando também todo sentimento e atitude que os tornam mais humanos. O pretexto para isso é o de tornar a sociedade mais equilibrada e pacífica, não havendo distinções sociais e emocionais. Mas esse equilíbrio é comprometido quando Jonas é designado para ser o Recebedor de Memórias, o único membro da sociedade que saberá de tudo. Seu tutor na nova fase é o Doador (Jeff Bridges), que, na verdade, é o atual Recebedor. Questionando o estilo de vida que vivem e empenhado em compartilhar seus novos sentimentos, principalmente com seus amigos Fiona (Odeya Rush) e Ash (Cameron Monaghan), Jonas entrará em uma jornada questionando os valores de sua sociedade e arrumando briga com quem realmente acredita que a nova forma de sociedade é indispensável. A trama é uma pertinente crítica à massificação e perda de identidade, além de uma aula de História, remetendo o modelo de governo do filme àqueles totalitários. Mas, infelizmente, como não aprofunda muito essa discussão, talvez seu tom de crítica fique um pouco perdido, dando a impressão de filme adolescente. Artisticamente, o filme é muito interessante pois, por ser um filme família, pode agradar todas as idades, mesmo apresentando aspectos diferentes como o jogo de cores (do preto e branco ao colorido, de acordo com o desenvolvimento do personagem principal). As atuações são muito boas, principalmenbte do ator principal, Breton Thwaites, que passa muita naturalidade. Apesar do ar robótico dos outros personagens, isso reforça o fato de o caráter "humano" da nova sociedade ter sido perdido e não haver um senso de "certo" e "errado" inerente, mas imposto inconscientemente. Esperava-se mais da tão falada participação da Taylor Swift, que não aparece mais do que três minutos em cena.
João H.
João H.

7 seguidores 15 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de setembro de 2014
Um filme interessante, que me lembra muito o filme Pleasantville - A Vida em Preto e Branco. Ambos mostram como seria nossa sociedade sem nossas emoções e sentimentos, os quais devemos ter grande cuidado para que não se voltem para o mal e cultivemos sempre o bem e o amor.
Vitor M.
Vitor M.

7 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de setembro de 2014
Muito legal, é o tipo de filme que não dá pra você assistir sem pensar sobre o tema: "E se a gente vivesse em uma sociedade pacífica, sem mortes, dor, sofrimento, mas sem emoções, sabores, cores, tudo em preto e branco"? Essa é a grande questão que o filme quer levantar para o público: o que valeria mais a pena? Ter paz, sem guerra, porém sem liberdade, sem emoções, sem sentimentos, em preto e branco, ou ter guerra, dor, mas com liberdade, sentimentos, e mais vida?
O filme é baseado no romance de Louis Lowry, em que a estória se passa numa das pacíficas comunidades, protagonizada por Jonas, um garoto que ao ser designado para conhecer o próprio "doador de memórias", ou assim chamado, ao precisar ser substituído por Jonas. O doador mostra as verdades escondidas por regras nas comunidades, (como tomar um medicamento, que elimina as emoções, mantendo assim, a paz) para Jonas, mostrando cores, sentimentos, emoções, guerras, amor etc.
No começo do filme, spoiler: Jonas conhece Gabriel, um bebê, que, após Jonas conhecer o doador, passa a amar (explicando, pra não se confundirem, após conhecer o doador, e sentir as emoções, passa a amar esse bebê) e logo que nascem, os bebês passam por testes de maturidade, que caso sejam reprovados, são mortos, mas sem que as pessoas que matam os bebês, saibam que cometem assassinato, ao descobrir isso, Jonas se revolta contra o sistema, e tenta tirar Gabriel de lá, pois ele havia sido reprovado no teste de maturidade.

O filme conta com muitas questões filosóficas, e que por muitos, nem chegaram a ser pensadas, como o próprio protagonista fala pra a amiga com quem ele é apaixonado (ao menos no começo, acha que é, pois acha que sente coisas, mas não sente): e se as regras fossem quebradas? (mesmo não falando exatamente essa frase, é o que ele quer transmitir)
spoiler: É divertido ver eles se apaixonando, sem nunca saber exatamente como isso é, amando devagar, sem nunca ter sentido isso, e mostrando como o mundo seria, se tivesse paz, mas não houvesse sentimentos. O amigo de Jonas, Asher, achando que está fazendo a coisa certa, ao tenar impedir o amigo, pois Jonas está desobedecendo as regras, mas por uma boa causa,e ele está mesmo fazendo por uma boa causa? Será que não é melhor vivermos em paz? mas em um mundo preto e branco?

É dificil não comparar esse filme com divergente e jogos vorazes(jogos vorazes nem tanto, mas é porque é difícil não comparar divergente com jogos vorazes, e é difícil não comparar esse filme com divergente, o que torna um pouco mais dificil de comparar esse com "jogos vorazes") Pois se trata de adolescentes lutando contra um sistema autoritário, mas nesse filme é mais leve e menos cruel,
Veredicto: Muito legal, vale o ingresso e a pipoca, e acho que eu, pessoalmente, nunca vi um filme que me fez filosofar (apesar de ser poética, acho que a palavra filosofar nesse caso, define melhor do que pensar) tanto sobre o tema, é melhor, termos paz, sendo iludidos achando que sentimos, sem sentir, vivendo num mundo de paz, mas sem emoção, sem amor, sem "vida" e em preto e branco, ou num mundo com guerra, dor, porém com mais emoções, mais amor e mais vida? Na minha opinião, no mundo que vivemos hoje, com dor e perda, mas liberdade e vida, pois pelo ser humano ser um ser (ser ser ser ser.... :P) tendencialmente mal e egoísta, não da pra ter todas essas emoções e toda essa liberdade, e não ter guerra fome e dor, acho pessoalmente melhor o mundo com dor, mas com vida e emoção, pois (coloco o #prontofalei antecipadamente)acredito em Deus e acho que se ele escolheu ser assim, é por que assim é melhor
Enilson S.
Enilson S.

149 seguidores 167 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de setembro de 2014
Não tem jeito apesar do filme ser uma adaptação de um livro sempre fica faltando algo, ainda mais quando se trata de mais uma adaptação onde adolescentes salvam o mundo como já visto em muitos filmes posteriormente, apesar de seguir a mesma linha dos demais a historia é bem diferente onde mostra uma sociedade em que só existe a harmonia e a paz, mas onde existe um doador de memorias para que as pessoas não se esqueçam do passado, é um filme muito bom mas não acho que vale uma ida ao cinema, é melhor curtir em casa no conforto do sofá.
Brenno L.
Brenno L.

10 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de setembro de 2014
O filme tem uma boa proposta, trabalha com uma sociedade que pode não estar muito longe da nossa realidade, mostra o lado belo e o lado ruim da vida humana cativando e emocionando, a ideia era boa porém não a desenvolveram bem, o final é fraco e o enredo ruim., mas vale a pena conferir.
Leandro S.
Leandro S.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 14 de setembro de 2014
Doador de memórias é uma adaptação do livro homônimo de Lois Lowry. O filme se passa em uma cidade futurista de política totalitarista cujo seus cidadãos são designados a uma função especifica (soldado, enfermeiro, professor...) e não têm nenhuma memória de como era no passado e tinham seus sentimentos dissipados por remédios. O filme mostra toda essa opressão ao mostrar o mundo em preto e branco. O personagem Jonas (Brenton Thwaites) se torna receptor ele começa a ver as cores, causando uma certa admiração pela beleza que o filme vai ganhando. O diretor também utiliza de vídeos populares em nossa internet para mostrar a história da sociedade o que causa uma certa identificação. Porém o filme não tem tanta força como era de se esperar com o tema. Os diálogos são fracos e não se aprofundam no tema, a talentosíssima Meryl Streep foi mal aproveitada (apesar de no que foi pedido ela deu show de atuação). O romance do receptor e sua amiga Fiona (Odeya Rush) foi extremamente forçado. Quando os dois começaram a descobrir seus sentimentos, o sentimento foi direto um para o outro como se não houvessem outras opções. Para piorar a situação o filme deixa muitas dúvidas. O doador de memórias (Jeff Bridges) confessa que a falecida Rosemary é sua filha, mas sua filha concebida no método tradicional ou foi doada para ele como as outras crianças. Se foi do modo tradicional quem seria a mãe? Como que aquela sociedade totalitarista foi fundada? Porque ao ultrapassar uma linha geológica as memórias são retornadas? Qual era a aquela casa onde o Doador queria que se Receptor chegasse?
O absurdo do filme é por conta da sobrevivência do bebe Gabriel. É uma criança com menos de um ano de idade que sobrevive a uma queda em um rio, sobrevive a mudança termina de um deserto e uma montanha gelada sem equipamento especial e sobrevive.
A falta de ação do filme é nítida mas seria injusto comparar com Jogos Vorazes por exemplo considerando a época em que o livro foi escrito mas a cena que deveria ser o clímax do filme que era pra ser o momento em que com muita dificuldade o Receptor atravessa a linha imaginaria não conseguiu prender o grupo.
Um filme no máximo mediano com sua casca ganhando pontos tendo uma linda fotografia e atores belíssimos atuando.
Rafael R.
Rafael R.

11 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de setembro de 2014
"O Doador de Memórias" é o típico filme que quer ampliar seu público-alvo e não restringir somente a um. Ao mesmo tempo que serve como filme juvenil atual, ele também serve como aquele filosófico que se pode aproveitar boas morais. Genialmente, a conciliação dos dois temas está tão perfeita, que a obra passa a cativar ambos os públicos.
A história é absurdamente completa, concreta e inteligível, não há indícios de desordem ou divergência entre as cenas, que fluem muito bem. A utilização do branco-e-preto e das cores, foi genial, é muito interessante o espectador está assistindo um filme aos olhos do protagonista (este vê as cores como Jonas as observa), que faz com que a ligação entre eles sejam mais intensas e a atenção do espectador não se desvie.
Diferente de série como Jogos Vorazes e Divergente (a comparação é inevitável, pois as morais deles estão muito ligadas), este reduz as cenas de ação, o que pode incomodar algumas pessoas que buscam esse tipo de cena para se divertirem, mas não atrapalha de modo algum o final, um tanto quanto esperado.
"O Doador de Memórias" possui uma simplicidade e fluidez muito bela e torna o filme um verdadeiro espetáculo de cenas e atores excelentes, que reflete ao espectador diversas críticas sobre seu posicionamento na sociedade e uma sublime diversão de final de tarde.
Del R
Del R

9 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de setembro de 2014
Sempre que a humanidade tem a chance de escolher, escolhe errado.
Mesmo com toda dor e sofrimento, não queremos abrir mão dos nossos sentimentos e de nossas emoções.
Um filme para refletirmos.
Sandro B
Sandro B

13 seguidores 42 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 13 de setembro de 2014
dormi. sem sal. sem cor. nem jeff brigts nem Maryl Strep salvam o filme. difícil. hehehehe
isac s.
isac s.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de setembro de 2014
NOSSA!!!,FILMÃO,D+ ,ADOREI GOSTARIA DE VER DE NOVO
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