O Doador de Memórias
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4,2
1611 notas

128 Críticas do usuário

5
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Camilla M.
Camilla M.

685 seguidores 253 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de setembro de 2014
Amei o longa. o elenco estava surpreendentemente bom exeto pela participação especial da Taylor Swift, o roteiro era um tanto previsível entretanto não deixa de ser bom, a trilha sonora foi muito bem escolhida, e a fotografia estava boa. Por mais que o filme seja um tanto parecido com os filmes recentes de "jovens em perigo" é um filme muito bom. Agora, o final foi muito decepcionante porque o filme pareceu incompleto, ele tem conteúdo para 3 horas de filme e se forçar um pouco me arrisco a dizer que poderia ser uma trilogia.
Rogério R.
Rogério R.

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de setembro de 2014
Fui ver o filme sem pretensão nenhuma, com a mente aberta, mas com um pouco de receio, mesmo porque não é o tipo de filme que eu gosto. Sinceramente, você precisa entender mensagem que o filme deixa, mesmo assim achei o filme muito bom, bem realista, bem filmado e os atores estão ótimos.
Irlan R.
Irlan R.

24 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de novembro de 2014
O filme é lindo, a Odeya Rush é linda. O final deveria ser mais longo ou mais convincente pra o filme ser perfeito.
Janine Monteiro
Janine Monteiro

4 seguidores 40 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de setembro de 2014
O filme que você assistem sem pretensão com os atores representando por "tabela". Este filme nos conduz a uma reflexão sobre ter ou não emoções.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de setembro de 2014
Baseado em livro de mesmo nome, lançado em 1993, a adaptação para as telas foi um sonho acalentado pelo ator Jeff Bridges durante 20 anos. Na sua concepção original, Bridges desejava reservar a seu pai, Beau Bridges, o papel que acabou lhe cabendo nesta adaptação, como o “Doador” do título. Confesso que as críticas que havia lido a respeito do filme (já chamando a atenção que não li o livro que deu origem ao filme) e até mesmo o seu cartaz de divulgação me deixaram com um pé atrás, mesmo sabendo que no elenco – embora secundários – estavam, além de Jeff Bridges, Meryl Streep, o que garantia, ao menos, um bom elenco de apoio; e na direção, o experiente Phillip Noyce. O cartaz deste O Doador de Memórias dá especial destaque ao casal de protagonistas juvenis – Meryl e Jeff estão por assim dizer como “paisagem” do filme. Este detalhe me deixou a impressão que o filme era mais uma tentativa de lucrar na esteira deixada pelo sucesso de Jogos Vorazes, que tem rendido filmes e franquias como Cidade dos Ossos – Os Instrumentos Mortais, Divergente e afins, filmes tipicamente voltados para plateias adolescentes e que não se preocupam nem um pouco com a qualidade da produção, roteiro e elenco, focando unicamente nos efeitos visuais. No entanto, Jeff Bridges tem mais destaque no filme do que se poderia supor, e mesmo o casal do cartaz (Brenton Thwaites/Jonas e Odeya Rush/Fiona) estão muito bem, com interpretações convincentes e sinceras, não sendo apenas “rostinhos bonitos”, como muitas vezes acontece. Restava saber se as críticas, majoritariamente negativas, tinham razão.
Lendo alguns comentários e resenhas sobre o filme você acaba se preparando para “descascar” um verdadeiro abacaxi em forma de filme. O Doador de Memórias tem seus problemas, mas nada que justifique essa recepção tão negativa – por parte da crítica, fique bem claro, já que o filme, embora não tenha sido um estouro de bilheteria, tem se saído bem junto ao público. O filme começa e já tive uma surpresa (pois não havia assistido ao trailer) que, embora possa até parecer uma escolha óbvia dentro do contexto da história, funciona muito bem: o uso do preto & branco. A sua passagem para o uso das cores, no início apenas alguns detalhes e objetos (como foi feito em A Vida em Preto e Branco) é bem gradual, criando uma belíssima fotografia quando a cor ainda apenas se insinua nas cenas, em tons pasteis. Aliada a uma caprichada produção cenográfica, este é sem dúvidas o maior acerto do filme: ele é de extremo bom gosto, com sequências e enquadramentos que tornam seu visual um deleite para os olhos (os fãs que me perdoem, mas o maior problema de Jogos Vorazes é aquele visual brega nos cenários e roupas). Outro ponto positivo é que o filme não tem pressa, sendo que a ação propriamente dita ocorre no momento certo, sem atropelos e bem justificada. Seu maior defeito, para mim – não posso opinar quanto à questão de adaptação do livro – é que o filme não apresenta em sua história nada de efetivamente original. Embora ele não siga uma linha que lembre Jogos Vorazes – alguns teimaram em lhe cobrar esta característica, numa comparação extremamente equivocada – você irá reconhecer aqui e ali situações, elementos, abordagens e “mensagens” já presentes em outras histórias situadas em universos utópicos ou distópicos, como 1984, Admirável Mundo Novo, A Vila, A Vida em Preto e Branco , até mesmo O Show de Truman, e outros mais.
Num certo aspecto minha percepção do filme talvez coincida com aqueles que o criticaram: O Doador de Memórias ganharia muito mais em qualidade como filme (não sei se isso foi deixado propositalmente de fora, mas talvez presente no livro, para “vender” o filme ao público adolescente) se fizesse uma leitura mais política da comunidade retratada, e um pouco (ou muito) menos mística. Afinal, esta comunidade “perfeita” que quer a todo custo esquecer o passado não é algo assim tão fora da realidade – indico que vejam o excelente filme Uma Cidade Sem Passado (The Nasty Girl / Das Schreckliche Mädchen) para entenderem do que estou falando. Para nós, brasileiros e terceiro-mundistas em geral, esta comunidade lembra muito a situação atual de alguns países europeus: prósperos, organizados, verdadeiros paraísos do bem-estar social para suas populações locais, mas se formos remexer seu passado histórico (em especial suas ações colonialistas na África, Ásia e América Latina nos séculos XIX e XX) encontraremos detalhes sobre os meios utilizados para chegar a este estágio avançado de civilização que fariam o Jonas do filme ficar de cabelo em pé. Mesmo assim, O Doador de Memórias tem um diferencial em relação às recentes franquias, no estilo de Divergente: quando Jonas acessa as memórias do Doador, o mundo desconhecido que se descortina para ele é a nossa realidade atual, suas guerras, a dor e a crueldade do ser humano, mas também alegrias e belezas que experimentamos, o que permite à história, embora se passando em um futuro não definido, fazer uma conexão imediata com qualquer espectador.
Floral
Floral

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de setembro de 2014
Adorei!. Achei muito inteligente como foi transmitida a mensagem de maneira simples e rápida. Me fez pensar em como devemos dar valor às nossas memórias, ás nossas raízes. Em como devemos nos permitir momentos de emoções e de sonhos que colorem nossa vida e que "agregam valor ao nosso camarote".
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 17 de setembro de 2014
Phillip Noyce,é diretor bastante experiente.No passado,ele conservava muito em trabalhar em filmes mais de ação,que continha perseguições,e que trazia roteiros trabalhados na investigação.Mais de uns tempos pra cá,ele se divide em gêneros.Em 2010,dirigiu],Angelina Jolie em Salt,logo após encarou a direção da série,Revenge.Ou seja,foi uma porta aberta pra ele poder dirigir,O Doador de Memórias.Em relação ao filme,traz um conjunto de filmes que ultimamente estão invadindo as telonas.Essa adaptação do livro de Lois Lowry,é claramente leve e simples na medida do possível.Pois não temos aquela trama envolvente,que contém ação.Mais sim,se reserva a boas cenas trabalhadas no drama.O filme é bom nesse assunto.Pois valoriza o começo de carreira de Brenton Thwaites,junto com a vasta experiência de Jeff Bridges.Os dois formaram um dinamismo exemplar.Já pelo o lado da linda,Meryl Streep,ela consegue mesmo em poucas cenas agradar,e se torna fundamental ao filme.As viagens de Jonas,são lindas e cheia de cores,bem diferente do começo,onde a tonalidade se dividia em preto e branco.
William  B.
William B.

21 seguidores 13 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de setembro de 2014
M A R A V I L H O S O ! ! !,amei toda a historia,como sempre Meryl Streep merecia uma indicação ao oscar
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 16 de setembro de 2014
Filmes baseados em livros de ficção científica, onde comunidades pacíficas e teoricamente perfeitas são criadas existem aos montes por aí. Ficava a expectativa do que de realmente novo e interessante poderia sair deste O Doador de Memórias, baseado num romance do já longínquo ano de 1993. Àquela época, o discurso de comunidades criadas artificialmente já não era novo. Hoje, já é um tema mais que desgastado. O filme conta com um ótimo elenco, desde o jovem Brenton Thwaites que faz o jovem protagonista, passando ainda por nomes de peso como Meryl Streep, Jeff Bridges, Alexander Skarsgård, Katie Holmes e até uma morena Taylor Swift. A história é cativante, prende a atenção, e há boas ideias esmiuçadas pelo roteiro. O mundo preto e branco que ganha cor aos olhos do ‘Recebedor’ de memórias é bastante interessante, apesar de óbvio. Porém, a espinha dorsal do filme é frágil, afinal, colocar toda a dor e complexidade dos pensamentos e emoções humanas em uma só pessoa se mostra deveras inconsistente e estúpido. Contudo, o filme tem muitas ideias interessantes, que são mal desenvolvidas, e peca pela ingenuidade exagerada em contar seus dilemas. Tudo é mostrado com uma superficialidade atroz diante de um tema extremamente complexo. Isso reflete nos diálogos rasos e falta de fôlego nos instantes finais, passando ainda por erros grotescos de continuidade e uma capacidade impressionante de não causar impacto algum com o público. No caso deste filme, alguns minutos a mais seriam muito bem vindos, para que seu desenrolar fosse mais plausível. A impressão que dá é que o tema do filme simplesmente foi amenizado de uma visão mais cruel e realista para alcançar um público mais abrangente e infanto-juvenil. Não li o livro ao qual ele é baseado, mas tenho a nítida ideia de que teria condições de ser muito mais denso e profundo do que o filme demonstra ser. Um mediano passatempo, mas com um potencial enorme e um desfecho pálido e simplificado demais. Se Jonas, o protagonista vivido por Thwaites, com o pouco do bem e do mal causados pela humanidade sentiu-se tão afetado, imagino o que aconteceria se ele realmente tivesse visto mais do que o ser humano é capaz de fazer, tanto para melhor quanto para pior. Se ele realmente tivesse acesso a tudo, os dilemas que ele enfrenta seriam muito mais amplos e genuínos.
Idalúcia G.
Idalúcia G.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de setembro de 2014
O filme O Doador de Memórias, baseado no livro de mesmo nome de Lois Lowry, "pega" o público de várias formas e, à semelhança de Divergente e Jogos Vorazes, a esperança e a luta vêm dos adolescentes. Uma das boas sacadas é o uso de imagens em branco e preto do início (dominação total) para a gradual introdução de cores (que significa a tomada de consciência, o não ser massificado; o insurgir-se contra o "status quo"). Não é mais uma história sobre adolescentes, mas, ao contrário, com uma narrativa coerente e bem estruturada, traz uma crítica ao autoritarismo, ao privilégio de informações e a toda e qualquer forma de manipulação. Muito bem colocada, também, a questão do empobrecimento cultural, emocional e existencial, em nome de uma "perfeição social", que está muito distante disso, apontando as várias falhas do sistema. A violência sempre presente e a necessidade de sufocar e eliminar qualquer tentativa de insubordinação, o que vale dizer, a perda do poder do que domina. O filme retrata uma sociedade futurista que aboliu tudo o que poderia não ser bom: emoções, família consanguínea, pluralidade profissional, sexo, etc... Tudo é massificado: o modo de falar, as residências, o alimento, os eletrodomésticos, as roupas. Ninguém escolhe a profissão, que é exercida desde a designação (por volta da adolescência) até a velhice. Os idosos vão para um lugar distante e inacessível. Bebês têm um futuro duvidoso, em nome de regras pré-estabelecidas. A sociedade é isolada de várias maneiras, inclusive geograficamente. Há um limbo desconhecido após os limites da cidade. Os protagonistas, principalmente Jonas (Brenton Thwaites) é o pivô da insurreição, pois já sendo diferente, se opõe ao regime ditatorial. Sua parceira, Fiona (Odeya Rush) também começa a perceber que há algo errado e o auxilia. A irmã de Jonas, Lilly (Emma Tremblay), também é diferenciada, ficando para a chefe Elder (Meryl Streep), a incumbência de manter a sociedade "equilibrada".
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