Lobisomem
Média
3,0
117 notas

33 Críticas do usuário

5
2 críticas
4
1 crítica
3
11 críticas
2
5 críticas
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7 críticas
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Alex0212
Alex0212

1 seguidor 18 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de janeiro de 2025
Filme extremamente fiel às lendas de Lobisomens! Sem aquela romantização como em crepúsculo onde o homem se transforma literalmente em um lobo, Lobisomem traz a nossa imaginação a tona quando revela a criatura. Com jogos de câmera e ângulos muito bem feitos, imerge você dentro da visão dos humanos e do monstro. Desde os primeiros sinais que Blake começa a se transformar, força, olfato, visão, audição e enfim, não entende mais o que a esposa e filha estão falando, até a transformação. Um plot muito bom, o filme entrega terror, suspense e alguns sustos!
WagnerSantos
WagnerSantos

4 seguidores 87 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 19 de janeiro de 2025
Um verdadeiro show de horrores. As atuações são sofríveis. A maquiagem tentando disfarçar em meio a uma mascara sintética, um horror. O roteiro? Que roteiro. O filme da saltos bruscos comprometendo o entendimento da trama deixando várias lacunas sem explicação . Sem contar com os cliches do gênero que estão ali da forma mais descarada possível.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

17 seguidores 388 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de janeiro de 2025
6/10
Não é um filme ruim, pois acerta em algumas cenas bem tensas, onde vemos mais suspense do que terror, e também no desejo de inovar sobre a temática. Mas a trama, embora em pouco tempo de duração, é arrastada, lenta, parece que gira em círculos. A química dos personagens é zero. A garotinha no começo parecia interessante, mas fica totalmente irritante. Eles fazem escolhas muito burras, o que não surpreende. Gostei dos sons utilizados e da fotografia claustrofóbica da casa e dos arredores, porém, algumas cenas são muito escuras e realmente não dava para entender direito o que tava se passando. No mais, gostei do gore presente nos momentos mais sangrentos, mas espera um visual mais perto do que conhecemos em filmes de lobisomens. Já tinha lido algumas críticas antes de ir assistir, então não criei tantas expectativas. Saí do cinema com uma sensação de que vi potencial desperdiçado.
Nelson J
Nelson J

50.816 seguidores 1.938 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2025
Trama interessante com alguma previsibilidade. Após a justiça determinar amorte de seu pai, ele volta com a esposa e filha para a casa onde cresceu. Um lugar bonito, mas com segredos.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

990 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 19 de janeiro de 2025
"Visual marcante e tensão razoável, mas a dependência de um horror familiar superficial, e a falta de desenvolvimento dos personagens limita o longa".
Em "Lobisomem", Leigh Whannell apresenta um terror atmosférico competente, com uma construção de tensão eficaz e uma criatura visualmente impactante. No entanto, o filme sofre com um drama familiar raso, onde diálogos genéricos e relações mal exploradas dificultam a conexão emocional. A ideia do isolamento funciona, mas o desenvolvimento dos personagens impede que o filme atinja seu potencial máximo. As cenas de ação e terror são bem feitas, mas não são suficientes para elevar o conjunto.
NerdCall
NerdCall

46 seguidores 405 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de janeiro de 2025
Após o sucesso de O Homem Invisível (2020), Leigh Whannell retorna com a ambiciosa tarefa de reimaginar outro ícone do terror clássico: o Lobisomem. Esta nova adaptação, fruto de uma parceria entre Blumhouse e Universal Pictures, tinha tudo para ser mais um marco na retomada dos monstros clássicos do estúdio, que há anos carecem de uma abordagem verdadeiramente inovadora. No entanto, Lobisomem acaba sendo um projeto que, apesar de suas boas intenções, tropeça na execução ao tentar conciliar drama e terror em uma narrativa que não se sustenta.

Whannell, que havia demonstrado uma habilidade notável para reinventar narrativas de terror em O Homem Invisível, busca aqui uma abordagem emocional para o mito do Lobisomem. Segundo o próprio diretor, o objetivo era criar uma história que equilibrasse um impacto emocional — especialmente para quem já viveu traumas relacionados à doença de entes queridos — com o suspense aterrorizante que caracteriza o gênero. No entanto, ao tentar abraçar essas duas propostas, o filme acaba não se comprometendo plenamente com nenhuma delas, resultando em uma experiência desequilibrada.

A trama, ambientada quase inteiramente em uma fazenda durante uma única noite, foca na transformação do protagonista Blake (Christopher Abbott) e no impacto disso sobre sua família, em especial sua esposa (Julia Garner). A escolha de um cenário limitado poderia ter sido uma vantagem, promovendo um senso de claustrofobia e intensificando o suspense. Contudo, a execução acaba sendo superficial, prejudicada por uma estrutura narrativa engessada e clichês que não oferecem frescor ao gênero.

Whannell tenta inovar ao introduzir o conceito da "visão do lobo", que apresenta a perspectiva confusa e fragmentada do protagonista durante sua transformação em Lobisomem. Essa ideia é visualmente interessante nas primeiras vezes em que é utilizada, mas logo perde impacto, tornando-se um artifício repetitivo que não agrega à narrativa. A transformação física de Blake, por sua vez, desaponta. Embora Whannell tenha optado por efeitos práticos em vez de CGI, a maquiagem não convence e acaba evidenciando suas limitações técnicas. Isso não apenas compromete a imersão, mas também parece inibir a atuação de Abbott, que não transmite a intensidade necessária para o papel.

A relação entre Blake e sua família, que deveria ser o coração emocional do filme, carece de profundidade. O drama familiar, que tinha potencial para oferecer uma camada mais rica à história, é tratado de forma rasa, deixando a sensação de que Whannell não soube explorar plenamente as complexidades das relações humanas em meio ao horror. Julia Garner, talentosa como sempre, entrega uma performance sólida, mas é limitada por um roteiro que não lhe dá espaço para brilhar.

Mesmo com seus problemas, é possível enxergar o esforço de Whannell em trazer algo novo para a mitologia dos monstros da Universal. Ele demonstra uma compreensão clara da necessidade de atualizar essas histórias para um público contemporâneo, mas em *Lobisomem*, essa tentativa resulta em um produto que parece diluído e sem identidade. O filme hesita em abraçar totalmente o terror visceral ou o drama emocional, e essa indecisão é o que mais prejudica sua eficácia.

No panorama geral, Lobisomem é uma oportunidade perdida. Leigh Whannell, que se destacou em projetos anteriores, não consegue replicar o mesmo impacto aqui. Embora ainda seja um diretor promissor, capaz de oferecer abordagens interessantes ao gênero, este filme serve como um lembrete de que mesmo os mais talentosos podem tropeçar ao tentar equilibrar ambição com execução.

Em resumo, Lobisomem é um filme que busca inovação, mas não consegue definir o que quer ser. Com atuações que não atingem seu potencial máximo e uma direção que parece perdida entre o drama e o terror, o longa não se destaca nem como uma releitura poderosa, nem como um entretenimento memorável. Entre as recentes revisitações dos monstros clássicos, Lobisomem se posiciona como uma obra que será lembrada mais por suas falhas do que por seus acertos.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.042 seguidores 3.148 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de março de 2025
Possui um primeiro ator extremamente promissor e bem aterrorizante, mas já o restante peca pela falta de roteiro e desenvolvimento de história! Uma pena.
Thiago Petherson
Thiago Petherson

163 seguidores 242 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de agosto de 2025
Ótimo filme que, apesar de usar uma temática bem desgastada e muito explorada ultimamente, consegue explorar o suspense desde os seus primeiros minutos.

A introdução dos personagens é bem rasa e, com isso, não nos trás um apego aos mesmos, a não ser a relação fofa entre pai e filha. Essa introdução pífia que serve apenas como base do roteiro para justificar uma viagem (em direção ao desconhecido), meio sem sentido, dos personagens.

Logo após o início, o filme imerge em uma ação desenfreada, comete um clichê clássico, mas logo se acerta e passa a ter uma condução bem densa e imersiva.

Acompanhamos toda a clássica metamorfose do homem em animal e isso nos é apresentado meticulosamente e nos causa uma certa aflição, pois, apesar do personagem não ter tido uma construção profunda, seu entrosamento afetivo com seu par é ótimo. Então, quando começamos a vê-lo perder a sanidade, começamos a sentir um certo pesar tanto por ele quanto pela relação.

O medo nesse filme nem é tanto pela ameaça externa (que fica em segundo plano), mas sim pela própria transformação que ocorre com o personagem. Sabemos o que vai acontecer, só não sabemos quando. O perigo está tanto dentro quanto fora. Mas o que nos prende é no que está dentro.

O filme nos deixa em clima de tensão desde o seu início, ele tem um clima pesado e agoniante. O flerte com o gore explícito também ajuda a aumentar a sensação de desconforto.

Sobre atuações, elas não funcionam bem se analisadas de forma individual, mas funcionam melhor no conjunto. A Julia Garner é a mesma de sempre, inexpressiva e sem sal.. Lembrando o estilo Ryan Gosling/Jake Gyllenhaal, onde todos os seus personagens parecem os mesmos. Porém, ela não compromete o filme.

Podemos também destacar a fotografia belíssima fotografia. Porém, a ambientação não é boa. Em diversos momentos vemos os personagens indo e voltando para o mesmo lugar e isso irrita as vezes. A iluminação também é muito escura, claro, o que ajuda a aumentar a tensão e também pelo fato do filme se passar na maior parte do tempo à noite e sem fonte de luz, a não ser a da lua. Mesmo assim isso me incomodou um pouco, mas nada que comprometesse. A visão sensorial do lobo é algo pra se destacar também.

Um bom filme que retrata de forma digna a folclórica temática. Nota
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

20 seguidores 728 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 17 de maio de 2025
Lobisomem é um filme de terror dirigido e roteirizado por Leigh Whannell. O filme conta a história de Blake (Christopher Abbott) um escritor que decide que junto com a sua família esposa Charlotte (Julia Garner) e filha Ginger (Matilda Firth) ir uma fazenda do seu pai em um local isolado. Porém, ao chegar na fazenda são atacados por uma estranha criatura. Após ser mordido, Blake começa a se comportar de forma estranha. A história tenha um grande potencial, em especial ainda no seu primeiro ato. Conseguiram levantar boas premissas narrativas para a construção da história sobre o Lobisomem. Mas a partir do segundo ato o filme foi se perdendo. O roteiro deixa a desejar em seu ritmo enfadonho e nas repetições de situações (principalmente após a família ficar presa dentro da fazenda). A fotografia do filme é escura e isso prejudica no sentido de perdemos a contemplação das bonitas paisagens do local. Parece querer mascarar a baixa qualidade gráfica do monstro. As atuações são rasas e pouco eficientes, em grande parte a culpa é da direção que deixa a história da família virar um grande clichê (casal esfriando relacionamento e decide viajar para uma fazenda isola para se reconectar e a única coisa que ainda sustenta a relação e a boa proximidade de Blake com sua filha). O filme é ruim e entretenimento bom para quem está com insônia.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

22 seguidores 451 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2025
Sinopse:
Atacados por um animal que ninguém consegue ver, Blake e sua família se escondem em uma fazenda enquanto a criatura ronda o perímetro. À medida que a noite avança, ele começa a se comportar de forma estranha, transformando-se em algo irreconhecível.

Crítica:
O filme "Lobisomem", dirigido por Leigh Whannell e lançado em 2025, é uma tentativa decepcionante de reviver uma franquia clássica, resultando em uma obra que mal consegue cativar seu público. Apesar do pedigree do diretor, conhecido por sua habilidade em criar tensão psicológica, o roteiro coescrito com Corbett Tuck deixa a desejar, apresentando um enredo previsível e repleto de clichês do gênero.

A premissa central, onde Blake Lovell (Christopher Abbott) luta para proteger sua família de um lobisomem enquanto enfrenta sua própria transformação, poderia ser interessante, mas a execução faz com que o filme se arraste. A narrativa é repleta de momentos lentos e diálogos desnecessários, tornando a experiência monotonamente arrastada. O drama familiar, que deveria ser o coração da história, se perde em meio a reações exageradas e personagens pouco desenvolvidos.

Além disso, a estética visual, embora tenha momentos de beleza, se perde em sequências de ação mal coreografadas e efeitos especiais que não impressionam. Em vez de criar uma atmosfera de terror crível, as cenas parecem desarticuladas e desprovidas de suspense genuíno, fazendo com que o espectador apenas espere o momento em que a transformação de Blake se completará.

Em suma, "Lobisomem" é um remake que não honra seu legado. Ele falha em oferecer um terror eficaz, se apoia em fórmulas desgastadas e em uma narrativa inconsistente. É um filme que poderia ter explorado mais sua premissa intrigante, mas que acaba sendo mais um epíteto de como um potencial desperdiçado pode resultar em um produto final morno e esquecível. Para os fãs do gênero, pode ser uma grande decepção.
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